Indicação de Maia bate na trave

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3 Responses to Indicação de Maia bate na trave

  • Miguel Oliveira deixava entender aos quatro cantos de Santarém que iria assumir a Funtelpa. E aí Miguel? Qual a explicação?

  • Pensei que o Mário Couto tinha peso, e olha que é Senador, porque se comentava que ele estava indicando o jornalista esportivo e apresentador de TV Edson Matoso para a Funtelpa, não bateu nem na trave, passou longe pelo visto.

  • A coligação que venceu as Eleições Estaduais foi formada por PSDB – DEM e PPS. Com o apoio “por fora” do PMDB.

    Jatene venceu (entre outras coisas) graça a “aliança informal” entre PSDB e PMDB, que juntos lhes garantem a “governabilidade”, inclusive na ALEPA.

    Portanto, são esses os critérios políticos que definem a composição de Governo, e as agremiações regionais estão submissas a essa logica.

    Por isso, o PMDB, pelo peso de sua bancada estadual, abocanhou uma boa fatia do governo Jatene. Mas pelo fato do PMDB na região de Santarém, ser um partido auxiliar e politicamente pouco expressivo, no plano Estadual não emplacou ninguém daqui.

    O PSDB é um partido do Grã Para (Belém e seu entorno), lógico que na escalação do time titular, o Governador escolhesse os “primeiros da fila”.

    Em Santarém, com todo o respeito para o Dep. Alexandre Von, o PSDB tem peso politico relativo. Inclusive, sem o apoio politico do Dep. Lira Maia teria dificuldade a se manter em evidencia.
    Ademais parte de seus integrantes estão lotados e/ou infiltrados em “outras agremiações” (veja o caso do PAJU).

    O PPS é um “partidinho” com pouca representatividade no Estado, ainda menos em Santarém, logico que seu chefe (Jordy) também privilegiasse os “primeiros da fila”.

    O DEM é um partido em processo de extinção e no Estado está esfacelado. Pouco contribuiu para a vitória do Governador. Por isso, mesmo tendo um eleitorado significativo em Santarém (Lira Maia), o peso na composição do Governo Estadual do DEM é pequeno.

    Enfim, se olharmos as coisas do ponto de vista “politico”, veremos que não há nenhuma surpresa “regional” na composição do Governo do Estado.

    Portanto, não adianta recriminar.

    Santarém terá que se conformar com os “degrau de baixo” da escadaria desse Governo.

    Tiberio Alloggio

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