Marina diz que criação do Tapajós é "relevante"

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Ex-senadora e ex-candidata a presidente pelo PV, a acreana Marina Silva declarou ontem (4) em São Paulo que a criação do estado do Tapajós “é uma questão relevante, que precisa ser bem olhada”.

– É uma demanda antiga e o Pará tem dimensões continentais – afirmou a ex-ministra do Meio Ambiente no governo Lula (2003-2010).

“Não conheço a realidade dos demais Estados [Carajás e Pará] mas no caso do Estado de Tapajós deve ser melhor debatido e considerado, pois é muito parecido com o Estado do Tocantins”, completou.

Leia mais em Criação de Tapajós não deve ser ‘desconsiderada a priori’, diz Marina.

Marina evitou dizer-se favorável à repartição, mas enfatizou que o Estado do Pará, como é muito grande, possui “regiões isoladas”.

Leia também:
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33 Responses to Marina diz que criação do Tapajós é "relevante"

  • Só não é a favor quem vai perder dinheiro, os argumentos pelo sim são muito mais consistentes, e uma maioria irá se beneficiar.

  • Grande Marina Silva,

    Mais uma voz nacional a favor do Estado do Tapajós.

    Ela conhece nossa região e seus problemas.

    Ela foi fundamental como Ministra para começar a botar ordem na Grande Região Oeste do Pará.

    Ela sabe o que significa a influencia nefasta da Elite do Grão Pará sobre nossa região.

    Aqui vamos esmagar o NÃO!

    E vai ser de lavada !

    77 Neles !

    Tiberio Alloggio

  • Rola, aqui por Manaus, boatos de que políticos Santarenos, que deveriam estar na linha de frente pelo SIM, já se venderam pro NÃO. Caso seja verdade, isso é uma VERGONHA!

  • marina tá mais por fora do que quarto de empregada e umbigo de vedete !!!! tá ficando gagá e esclerosada !! desde qye perdeu a eleição tá vivendo uma tpm eterna !!!!

  • A Marina silva está de parabéns com sua colocação precisamos de politicos com essa atitude e com uma visão coerente.A saida da marina do PT se deu por não concordar com a robalheira dos petistas.

  • É realmente, Marina não foi muito política por mais corajosa que possa ser. No caso da divisão do Pará, os benefícios são claramente explicitados pelos atores interessados, mas os custos e outros aspectos são ignorados. O montante de gastos anuais necessários para a condução das máquinas estaduais dos governos a serem criados – inúmeros novos cargos eletivos e de confiança com o desmembramento do Pará em três estados -, acrescentará, segundo estudos do economista do IPEA e professor da PUC Brasília Rogério Boueri, cerca de 2 bilhões de reais às despesas de governo no Brasil, dos quais, cerca de 1,8 bilhão não poderão ser cobertos por receitas próprias dos novos estados, constata-se aí a insustentabilidade financeira que os divisionistas não divulgam ou ignoram. Estes gastos dizem respeito apenas ao funcionamento regular dos governos estaduais e não computam os necessários à construção da infra-estrutura para seu funcionamento: sedes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; sede do Ministério Público; equipamentos para as secretarias de governo. Nesse ponto reside uma das inúmeras contra-argumentações do NÃO. Como prometer algo novo ao povo calejado de “sofrer com o abandono” com uma nova unidade federativa sem condições de arcar com as despesas operacionais-administrativas e investir em infra-estrutura para atender aos habitantes.
    Como se vê dividir o Pará é uma esperança que não pode morrer, mas não pode se constituir numa panacéia.
    Continuo com a mesma posição de que o redimensionamento dos grandes estados é uma questão de tempo; creio que as lideranças políticas, que deveriam ser mais autênticas nos argumentos, deveriam inicialmente lutar pela instalação de infra-estrutura social nas regiões.
    NÃO e NÃO! NINGUÉM DIVIDE O PARÁ!

    1. Sena, Levando em consideração seu argumento acredito que seja necessário mais uns 500 anos para elite do grão Pará enxergar que o Pará parou vinte anos com relação ao sul e sudeste do país e talvez a idéia de dividir para somar não entre nas suas cabeças, pois afinal de contas estamos vinte anos atrasados. ok

  • Jeso, enviei este comentário ao blog do Barata, o qual empreende uma campanha difamatória sistemática contra a divisão do Pará, tratando as populações das regiões separatistas como se fossem constituídas por um monte de alienados e idiotas manipulados por políticos espertos. Como o Barata não consegue se portar de modo cavalheiresco nem neste assunto, em respeito às populações dessas ragiões, então resolvi escrever também de modo mais, digamos, e para não seguir a linha cavalesca dele, extemporâneo para ele. Claro que não tenho a esperança de que ele publique o meu comentário no seu sectário e “tiranético” blog, por isso publico aqui este comentário, porque é preciso enfrentar estes provincianos, no qual por muito tempo pensei que não, mas o Barata é somente um porta-voz.

    É interessante notar o nível de ignorância no qual se encontra uma parte considerável dos leitores do blog do Barata e o próprio Barata quando o assunto é a divisão do Pará. Noto que o assunto é discutido com as vísceras, e não com o cérebro, como seria de se esperar de um público que se diz mais esclarecido. Apelar para um sentimentalismo barato é coisa de, para usar as próprias palavras do Barata, personalidade de “tiranete de província”, de pessoas que não possuem idéias para debater, para lançar luz sobre uma realidade econômica, social, política e administrativa que precisa ser tratada racionalmente. Quando dizem que o separatismo é obra de políticos oportunistas, primeiramente, distorcem a realidade histórica, demonstram profundíssima ignorância de toda trajetória social e política que levou a esse desejo. Mas não apenas, colocam-se na posição de esclarecidos contra uma multidão de pessoas não esclarecidas dessas regiões. É o mesmo sentimento obscuro dos europeus que vieram para a América trazer o cristianismo para civilizar os povos bárbaros, selvagens, no século XVI, ou que levavam a civilização sob a bandeira da ciência para a África e Ásia no século XIX. Claro que é tudo um crasso engano, que não passa de uma fantasia provinciana de pessoas que estão extremamente distantes da realidade, que desconhecem a diversidade social, política e cultural do nosso estado, diversidade que se levanta agora para reivindicar as suas oportunidades de, simplesmente, desenvolver-se, tomar as rédeas da sua história pelas suas próprias mãos. A divisão do Pará dá início a um processo de modernização da Amazônia; também de revisão dessa estrutura administrativa pensada para uma Amazônia situada no contexto de um Brasil colonial ou imperial, onde imperavam, incontestáveis, os interesses de barões e coronéis sobre largas extensões territoriais; além do que é um reconhecimento do momento histórico atual pelo qual passa a Amazônia, marcado pela diversidade de interesses, socioeconômica, política etc.. Não pensam os colonizados que se portam contra a separação que este modelo econômico, social, político-administrativo colonial que vigora na atualidade já se demonstrou incapaz de trazer desenvolvimento para a região e, portanto, que é um modelo falido; não pensam que é uma oportunidade de incrementar a atividade política ampla na região (da sociedade civil e da sociedade política), de combate à política viciada das elites encasteladas nas estruturas de poder concentradas do estado, uma das principais causas do atraso no qual vivemos e que o próprio Barata, não sei se consciente ou não do fato, combate aqui neste blog. Distribuir o poder é fundamental, assim como a distribuição de renda, para o desenvolvimento de qualquer sociedade, porque eleva as possibilidades de que os interesses e necessidades de amplas parcelas da população de um território sejam satisfeitos. Redivisão administrativa é redividir o poder no Pará. Lutar contra é lutar para que esta estrutura colonial que impera na atualidade se mantenha e se fortaleça, porque as elites comprometidas com esta estrutura se sentirão referendadas em suas ações criminosas, lesadoras da sociedade. Precisamos dar espaço para que as forças sociohistóricas que se apresentam no estado na atualidade empreendam sua própria trajetória, possam se desenvolver. Esse sentimentalismo barato, fruto de um obscurantismo de base, é típico de “tiranetes de província”, coisa que pensei que o seu Barata não fosse. As populações do Tapajós e Carajás sabem muito bem o que querem, sabem os interesses diversos que estão em jogo nesse processo, os políticos, a qualidade dos seus políticos, sabem dos interesses econômicos e o papel da sociedade civil nesse processo. São sociedades mobilizadas para uma luta verdadeira, uma luta sobre instituições concretas que podem dar respostas concretas ao drama que vivenciam, não estão atrás de uma santa pedindo milagres para resolver seus problemas, estão lutando para fortalecer as instituições terrenas. É uma luta nobre e grandiosa.

  • Marina e um nortista de verdade diferente dos moradores da capital que pensa que o estado se resume a Salinas, Mosqueiro e a Belém Brasília.
    Vá conhecer seu estado entre na alça viária e encare mais de mil quilômetros sem asfalto ate os garimpos do Pará pela transamazônica, nessa viagem você vai ter direito a conhecer dezenas de currutelas estaladas em sua margem e degustar muita poeira quando acabar o trecho entre na calha norte você terá as mesmas maravilhas
    Digo isso porque tenho a certeza que 70% da população de Belém nunca saíram para conhecer o outro lado do estado tão cobiçado por eles.
    Acredito que se conhecessem a real realidade do outro lado pesariam como Marina

      1. Conseguiram tirar a capital do Rio de Janeiro e colocar no meio do cerrado….porque não conseguiremos nos separar de um bando de alienados que só pensam em si. Fica ligado o Tapajós ainda será mais rico que o pedacinho do pará que vai sobrar, esse pará que foi tão grande e hoje já é mais pobre que um antigo irmão dele o Amazonas…chupa essa.

      2. Airton despoje-se desse espírito de arrogância em não dividir. Vocês não dividem inclusive o que nos é de direito e só fica pra vocês amigo. Aliás Airton o tempo da escravidão já passou faz é tempo. Então não temos a obrigação de trabalhar nas cabanas pra sustentar vocês nos palácios.

    1. Lembro quando fui a belém pela primeira vez em 97 os vizinhos da minha tia onde fiquei hospedado, não sabia nem onde ficava o município de monte alegre. Imagine se eles iriam saber de jacareacanga, trairão e aveiro. puts.

      1. Fabrício, sou Santareno moro em Belém e me deparo com esse fato todo dia e digo mais o sonho de consumo do belenense e conhecer ilha de Marajó que fica ao lado da capital mesmo assim não o faz imagina viajar pelas nossas bandas.
        O povo daqui não tem noção do que vai acontecer num futuro bem próximo a quantidade de problemas existente que o estado vai ter que resolver nessa região.
        Talvez um dia quando a capital tiver passando por falta de recurso e investimentos a coisa muda mais talvez seja tarde demais…

  • Estão esperando o que para divulgar isso em Belém, la também é SIM Tapajós e NÃO Carajás , pra alguns racionais .

  • Lendo essa puplicação feita aqui, percebi que ela naõ foi postada na intengra, como saiu no Diário do Pará.
    Ai percebe-se a uma imprensa tendeciosa, que por sinal é crime.
    A imprensa deve ser livre e amostrar os dois lados, é por isso que esse blog perde cada vez mais a sua credibilidade. A imprensa tem que ser imparcial.
    Mostre a reportagem completa, não divulgue para os desinformandos o que só te interessa.
    Cada vez perdemos a credibiladadee neste blog.
    Aliás um amigo meu, postou um comentário, aqui e naõ foi publicado.
    Cade a liberdade de imprensa.

    1. Airton, deixa de ser tapado, analfabeto digital. A reportagem na íntegra tá no link no final do post. Cala boca, Magda!

    2. Airton, não estou aqui pra defender o Jeso, mas pra te alertar que neste pais não existe imprensa livre, nem imparcial. cada veiculo de comunicação defende seu faturamento. Sempre com discurso da imparcialidade mas trabalhando a comunicação de forma tendenciosa e capsiosa.
      para de ser um inocente util, se tu não estas entendendo tu achas que o jornais da capital nunca foram parciais, ou melhor são assumidamente contra a criação de novas fedrações, um fato é inegavel, publico e notorio todo bonus tem seus onus, todo pro tem seu contra. acriação do estado do Tapajós vai desenvolver a região isto é um fato inegavel, vai gerar politico pilantras locupletadores do erario público tambem é um dos onus do processo. que cabe ao povo desta região amadurecer e melhorar a qualidade dos governantes, porque o Pará so gerou: Jaderes, Almis, jatenes, anas, zenaldos e CIa. sempre eleitos com votos da capital. queremos um PARÁ GRANDE COM A FORÇA DE DUAS FEDERAÇÕES PARÁ E TAPAJÓS.
      aCORDA aIRTO E DEIXA DE SER TAPADO.

  • desde que perdeu a eleiçao tá em rumo bandeira e ficando cada vez mais gagá !!! vai virar pastora da assembléia de deus !!! é a mais tráira das criaturas !!! perguntem como ela cospiu no prato que comeu no acre pró bispo de lá !!!!!

  • O estado do Tapajós é muito importante, inclusive para o Pará. Quem conhece a nossa verdade, assim expressa…

  • Só publicaste o que te interessa, faltou tu publicar a reportagem toda, onde ela afirma: A população quer um novo Estado para que cheguem recursos. “Mas o PROBLEMA é que os recursos serão canalizados também para as câmaras legislativas, para as assembléias, para o governo.” enumerou Marina.
    Ai eu completo, é ai o “x” da questão, mais politicos corruptos para administrarem muitos recursos que o governo Federal, terá que repassar para os Estados inviáveis.
    Resumindo é nisso que os politicos estão de olho.
    Será que não deu para entender?

  • Está de Parabéns a ex ministra Marina Silva. É preciso ter mais que coragem, é preciso ter ideal e espírito público. Parabéns Marina você é autêntica!!!

  • Muitos defendem sonhos e liberdades, porém, a diferença e a força para algo acontecer está na credibilidade dos defensores. Políticos com os credenciais de Marina Silva no comando de sonhos para uma realidade melhor, são capazes de levar multidões consigo, essa carência de líderes autênticos, bem próximo de nossas realidades, muitas vezes miseráveis é fator responsável pela descrença e desilusão no acreditar de dias melhores.Com mais autenticidade nas lideraças, os sonhos se tornarão realidades com menos esforço.

  • Poucos tem a coragem e a ousadia de Marina em afirmar o que pensam sem rodeios nem politicagem!

    Quiséramos termos políticos paraenses dessa grandeza.

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