Pará investe 13% do orçamento em Saúde

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almir gabriel maternidadeUnidade Materno Infantil Dr. Almir Gabriel, em Belém: referência nacional. Foto: Adauto Rodrigues/AG. Pará

Agência Pará

Com investimentos de R$ 1,5 bilhão, o equivalente a 13% do Orçamento estadual, o Pará é um dos poucos estados brasileiros a superar, em 2013, o percentual compulsório de gastos com saúde fixado pela Constituição Federal (12%).

A fatia da arrecadação estadual destinada pelo governo ao setor é a quinta maior do País, de acordo com o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), do Ministério da Saúde.

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Com esses investimentos, o estado desenha um novo perfil para a saúde pública, diferente da imagem negativa que a caracteriza em quase todo o Brasil e que é sublinhada pela retração dos recursos, pelo acanhamento da rede de atendimento e pela falta de infraestrutura hospitalar nas regiões mais carentes.

No Pará, acontece o contrário: o aporte de recursos aumentou, a rede de atendimento foi ampliada e a infraestrutura hospitalar descentralizada.

A mesma coisa já ocorrera no primeiro Governo Simão Jatene (2003-2006), quando foram construídos cinco hospitais regionais: Metropolitano, Santarém, Marabá, Redenção e Altamira.

Leia mais em Pará é um dos recordistas brasileiros no investimento em saúde.


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4 Responses to Pará investe 13% do orçamento em Saúde

  • Não entendi os comentários: 13% do orçamento do estado em saúde, significa sim prioridade para a área. Quanto aos “roubos”, se ocorrerem, vão ser proporcionais em todo o orçamento, ou seja o percentual vai ser em todas as áreas, não só na saúde. A ênfase continua sendo a saúde, o que está correto. Vamos pensar só um pouquinho antes desse “Brainstorm”.

  • Na verdade , desconta ai 20% que é o que volta da Pró-Saúde .. E é aplicado na industria da construção civil e automotiva , afinal como bancar os apartamentos milionários com os salários oficiais .

  • É imprescindível termos excelentes hospitais e equipados para atender a população no momento em que precisar. Mas também devia ser imprescindível que tivéssemos políticas públicas de prevenção às doenças, coisa que infelizmente não vemos como ações de governo. Uma outra situação é o preparo dos profissionais que atuam nesses belos prédios hospitalares. No Hospital Regional de Santarém outro dia aplicaram sangue indevidamente em uma paciente recém operada, a mesma estava em situação complicadíssima, mas o caso foi parar embaixo do tapete do HRBA.

  • As OSs abocanham a maior parte, outra parte é desviada, e se ficar pro povo 2% é muito.

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