Os recursos de Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e de Jader Barbalho (PMDB-PA) ao STF (Supremo Tribunal Federal) em busca da validação dos votos obtidos nas eleições do ano passado foram redistribuídos ao ministro Ricardo Lewandowski, em face da longa licença médica concedida ao ministro Joaquim Barbosa, relator sorteado dos dois processos.
A decisão é do presidente do tribunal, Cezar Peluso, ao acolher requerimento do advogado José Eduardo Alckmin.
Cássio Cunha Lima e Jader Barbalho teriam sido eleitos nos seus estados se seus registros não tivessem sido indeferidos pela Justiça eleitoral, com base na Lei da Ficha Limpa. O primeiro recebeu mais de 1 milhão de votos, mas tomaram posse os segundo e terceiro colocados no pleito, ambos do PMDB: Vitalzinho (869 mil votos) e Wilson Santiago (820 mil).
Barbalho foi o segundo mais votado para o Senado, no Pará, entre Flexa Ribeiro, do PSDB e Paulo Rocha, do PT. Rocha também não assumiu, vítima da lei complementar que o STF acabou por considerar não aplicável às eleições de 2010.
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