Não quer calar

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Blog do Jeso - medicinaQuem abria as portas do HRBA (Hospital Regional do Baixo Amazonas), em Santarém, para que a técnica de enfermagem Evanir Silva, do HMS (Hospital Municipal de Santarém), agisse livremente no rendoso comércio de transferência de pacientes da Marechal Rondon para a Sérgio Henn?

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14 Responses to Não quer calar

  • Se essa “técnica de enfermagem” não era funcionária do HRBA como agora dizem. Por que ela tinha livre acesso as suas dependências, inclusive com autoridade de transferâncias? Desse jeito ela poderia praticar algum ato violento no seu interior, assim como uma sabotagem.
    O Ministério Público deveria “apertá-la” até ela abrir o bico, e entregar todos os componentes dessa máfia da saúde.
    Alguém me tire a dúvida por favor; os médicos quando se formam, fazem um juramento que chamam de Hipócrates, ou Hipócritas? É que eu me atrapalhei um pouco com esse trocadilho… Termos semelhantes que eu acho que até eles em seus atendimentos se confundem e hipocritanizam…

  • Bem que a polícia poderia ouvir essa enfermeira que foi condenada e dizer-lhe que haveria redução em sua pena, caso ela delatasse os nomes dos demais envolvidos, do HRBA, nesse esquema criminoso.

  • Jeso, com certeza esta enfermeira não agia sozinha nâo , seu poder nunca seria tanto se não tivesse algum medico grande tbm no meio….o dinheiro com certeza tbm seria grande…..Bom, mais vamos ao que interessa, por muito que vários governos municipais tenhan feito nesse Hospital Municipal , não sei o que acontece,mais sempre o mesmo deixa muito a desejar tanto em estrutura física como em pessoal de atendimento e medicos. OLha que já houve muitas mudanças, já mandaram muita gente incompetente embora , em fin, tudo já tem sido feito com o intuito de mudar este hospital , e passam anos e governos municipais diferentes e ” ele ” permanece o mesmo….O ano passado foi operado de urgência de uma apêndice estourada um amigo meu,quando fui visita-lo sinceramente levei um susto. Me deu nojo de verdade aquela sujeira, aquele cheiro de suor dentro das salas dos internados, aquele ventiladores barulhentos e fedidos, aquele fedor de comida azeda, aquelas pessoas que não tem nem onde tomar banho direito…..aggggg!!….Eu fiquei pensando na diferencia do Regional onde fui operada do joelho tbm o ano passado e onde deverei infelizmente voltar este ano para operar o outro joelho.No Regional como no Municipal tbm tem pessoas de todas as camadas sociais ,porém não se tem este atendimento desumano , no Regional as atendentes não deixam o paciente nem arrumar sua cama , para tudo tem que chamar , a roupa que é usada dentro do hospital tanto da cama como do paciente é toda do hospital e muito limpa e em bom estado, ali vc não vê ninguem, rasgado como no Municipal.A comida é muito higiênica e da gosto comer, inclusive a nutricionista vem assim que a pessoa se interna para saber o que a pessoa come normalmente,Agora eu lhe pergunto Jeso , sera que perante todos estes horrores do Municipal, uma família que tem” posses” não teria razão de querer tirar seu ente querido de um horror desses?Eu lhe sou bem sincera, sou paciente do Regional porque por causa de minha idade ( 63) e outros problemas cada cirurgia que faço é de alto risco ,mais lhe juro que se não fosse iria fazer o possível para fugir se fosse necessario para o Regional , já que aquele Municipal , Deus que me perdõe, poder até matar uma pessoa de depressão ao se ver naquele lugar e ainda por cima doente….Não sei ao certo se foi tão terrível assim o que a enfermeira ía fazer…questão de conciência ne….

  • Jeso, todo mundo sabe que isso acontece há bastante tempo no Hospital Regional, mas tem medo de denunciar. Nos precisamos de gente de coragem como você para dar nome aos bois. Com certeza vai aparecer denuncia dos outros médicos que ficaram milionários da noite para o dia e que operam no hospital Regional cobrando por cirurgias no SUS. Tem que falar também que os diretores Hebert Moreschi e Erick Jennings sabem disso, porque já foi feito denuncia para eles de cobrança de cirurgia no hospital, mas ficam caldos e coniventes com essa bandalheira. UMA VERGONHA.

  • E se por acaso a transferencia ja tinha sido definida pelas vias normais e a enfermeira ficou sabendo e aproveitou a informacao interna p faturar uma propina??

    1. Fico mais com a suposição de que há gente mais influente do que a Técnica de Enfermagem no esquema de maracutaias, o Ministério Público deverá esclarecer tudo.

  • Da Marechal Rondon para a Sergio Henn, hein, hein ,hein? Quem são os coniventes, intermediários e facilitadores? Com certeza, o competente Ministério Público irá desvendar tudo nessa casa de caba.A Ivanir não pode ser o boi de piranha das mazelas da saúde de Santarém.Esperamos que tudo não acabe em pizza!

  • Puti tanga.. Jeso, qual medico internou e iria operar este paciente ?? Será que esta pobre tecnica de enfermagem poderia transferir sem a conivência dele?

    1. Cláudio, é preciso colocar em pratos limpos esse esquema. Há, pelos indícios, gente graúda operando em conjunto com essa moça.

  • Como sempre, desde o início do atual governo, o (vergonhoso) Ministério Público do Estado do Pará se manterá calado, bem pianinho mesmo, como se diz popularmente, sobre uma questão de relevante interesse social. Alguém quer apostar?

    Conluio.

    Esqueceram-se do juramento que prestaram há anos.

    1. Ivo, concordo com você que o Ministério Publico tem feito muito pouco para combater a corrupção na saúde, apesar dos escândalos frequentes envolvendo dinheiro do SUS. Me parece complicado para o Promotor Tulio Novaes, da Promotoria da Saúde, ser o responsável por este processo que investiga denuncia de venda de vagas no Hospital Regional, porque como muitos sabem, Dr. Tulio é amigo pessoal do diretor técnico do HRBA, Dr. Erick Jenings, e amigo de vários médicos que trabalham no Regional, além de ser casado com uma médica que vive aqui em Santarém. Acredito que o melhor para esta investigação seria que o Promotor Tulio se considerasse impedido de realizar este trabalho por motivos óbvios e, passasse a bola para outro promotor.

  • A Medicina no Brasil, mais fortemente ainda em Santarém, tornou-se business. É médico cobrando por consulta mais que medalhões do eixo Rio/São Paulo, oftalmologista dono de ótica ao lado do consultório, cardiologista que deveria dar plantão no HMS e não aparece (mas não falta nunca em sua bem equipada clínica), etc.

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