Pausa para evitar a LER

Publicado em por em Comentários, Saúde

De um(a) leitor(a), que preferiu não se identificar, sobre o post Justiça institui pausa para cafezinho:

Não trabalho na Justiça Federal, mas antes de fazer parte do quadro da empresa em que trabalho tive que fazer os exames pré-admissionais e, na ocasião, fui orientado pela Dra. Josymar Bacri, médica do trabalho – inclusive guardo o laudo comigo – que como iria trabalhar utilizando computador, que para cada 50 minutos trabalhados e teria direito a ficar 10 minutos de descanso.

Ao indagar o motivo, ela informou-me que era para evitar a LER (Lesão por Esforço Repetitivo). Ressalto que há vários casos desta doença na empresa que trabalho e, salvo engano, tem uma placa com esta mesma informação na agência central do Banpará em Santarém.

Portanto, acredito que antes das críticas generalizadas, deveriam analisar a questão dos servidores (trabalhadores) do órgão que tem que ter seus direitos reconhecidos.


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5 Responses to Pausa para evitar a LER

  • Talvez, por ignorância, alguns comentários têm sido feitos de modo jocoso irônico e mesmo desrespeitoso. Tom irônico típico de quem possui dificuldades de lidar com a o debate Demócrito ou se acha dona da verdade.
    À leitora autora do texto sobre o descanso não deixa de ter razão, pois a pausa para quem trabalha digitando, essa é a realidades dos serventuários do Poder Judiciário, pelo menos da iniciativa privada é regulamentada pela NR (norma regulamentadora) 17 da Portaria do Ministério do Trabalho nº 3.751, de 23.11.90 estipulou o descanso de 10 minutos a cada 50 trabalhados.
    Ora, esse período de descanço não se dá por acaso, e sim por questão de saúde do trabalhador, a fim de protegê-lo de lesões por esforço repetitivo: LER.
    Por analogia esse entendimento pode ser estendido aos servidores públicos sim porque onde assiste a mesma razão deve e pode caber o mesmo Direito. O que está em questão é a saúde do trabalhador e não se pertencem ao serviço público ou privado. Só um sujeito reacionário ligado aos pensamentos capitalistas mais retrógrados não consegue enxergar isso.
    Não enxerga, por exemplo, que, mesmo na iniciativa privada dos país europeus a jornada dos trabalhadores é menor que a Brasileira. Nas montadoras de automóveis italianas os trabalhadores italianos trabalham menos e com mais direitos. Porém nenhum desses sociólogos de ONGs, ligadas a ações de saúde, vêem a público defender a redução de jornada para os trabalhadores brasileiros ou extensão de vencimentos similares aos dos italianos.
    É verdade que há servidores públicos que ganham acima da média do trabalhador nacional, porém havemos de nos perguntar se são eles que ganham muito ou o brasileiros que em geral ganha pouco? Há uma casta que ganha muito sim os agentes públicos de alto escalão, magistrados, desembargadores, ministros, etc…, porém não se lhes pode confundir a situação com a dos servidores que trabalham sim muito e não estão inclusos nesse banquete.
    Diferente é a situação de integrantes de ONGs, as quais embora recebam dinheiro público, como as atuantes na área da saúde, não possuem suas contas transparentes e ainda têm entre seus integrandes estrangeiros metendo-se em assuntos nacionais e internos como se tivessem receitas para os problemas dos brasileiros mais não tivessem de prestar-lhes contas do que fazem com os recuros recebidos com os seus tributos.
    Aliás, os estrangeiros membros de ONGs que não sejam naturalizados brasileiros, nos termos do Estatuto do Estrangeiro, Lei nº 6.815/80, não podem se imiscuir em negócios públicos nacionais. In verbis: “Art. 107. O estrangeiro admitido no território nacional não pode exercer atividade de natureza política, nem se imiscuir, direta ou indiretamente, nos negócios públicos do Brasil (…)”.

    1. Meu Amigo,

      Pode me ameaçar quando e como quiser…. Mas não vai me calar.

      Eu não sou membro de nada. Sempre trabalhei e trabalho de “carteira assinada” pago meus impostos e não fico chorando por isso…. Nunca recebi ou recebo recursos públicos… Não sou filiado a nenhum partido… e nunca me “imiscui” em negócios públicos nacionais.

      Apena manifesto minha opinião, as vezes com ironia. Mas é minha opinião.

      Se não gostar…. não precisa se roer o figado.

      Tiberio Alloggio

    1. Que bom que você voltou a sorrir! Relaxa, assim teu sarcarmos se afasta da porralouquice! Fico feliz por ti!

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