Prefeituras dão calote em médicos

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Do alenquerense Onizes Araújo, residente em Belém, sobre o post Médicos ainda rechaçam interior do país:

Tenho fílho médico que – não por acaso – mora e trabalha no interior do Pará, e tenho conhecimento de dois casos semelhantes de médicos que foram contratados por prefeituras do interior do Estado, que ofereceram mil e uma vantagens aos profissionais e não cumpriram com o que foi combinado.

Num dos casos, o médico trabalhou seis meses e não recebeu nenhum dos polpudos salários oferecidos, assim como as condições de trabalho eram muito aquém do convencionado. E esse tipo de situação vai se espalhando e desestimulando outros médicos.

Enquanto o Ministério da Saúde continuar omisso à gravidade desse problema, esse “status quo” vai continuar e, como sempre, o prejudicado é a população carente.


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5 Responses to Prefeituras dão calote em médicos

  • Nadaaa … médicos não precisam de salário, e o Juramento médico ?
    Antonio J., O senado discutiu hoje em audiencia pública o problema da fixação dos médicos nos municipios brasileiros, tem o vídeo na internet e passou no TV senado. Muito interessante. Basico: Plano de carreira.
    Médicos não são problemas, são parte das soluções!

  • Acredito que nós médicos deveríamos nos organizar aqui em Santarém. Temos trabalhado muito e, mesmo assim, somos alvos de grupos politicos interesseiros, irresponsáveis e inconsequentes que enxergam a medicina como instrumento de promoção política.
    O MP deveria enxegar isso…

  • Por isso que a despeito da reprovaçao do Sindicato dos Medicos os mesmos estao ficando nas grandes cidades e trabalhando para as instituiçoes privadas pois em caso de nao pagamento tem o socorro imediato da Justiça do Trabalho.

  • A fixação de Médicos no interior, Brasil além, acontece rotineiramente o que relata o Sr Onizes Araujo.Uma política de cargos e salário por autoridades federais faz-se mister.Tenho relatos de Médicos que passaram por situações similares.

  • O Onizes está coberto de razão. As Prefeituras oferecem mundos e fundos para contratar médicos, mas não cumprem nem os fundos e muito menos os mundos. Além disso, o contratado não tem a menor segurança jurídica, porque o Poder municipal quase sempre se renovar a cada 4 anos e os novos mandatários não se pejam de dispensar os médicos contratados pelo antecessor – talvez para contratar novos profissionais, quiçá apaniguados. Aceitar contratos de Prefeituras é um tremendo tiro no pé para jovens médicos. Se algum Poder mais alto não se alevantar, para corrigir essa anomalia, tudo vai continuar na mesma. É uma pena!

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