Denúncia feita pelo blog, em 2008, sobre a invasão, à noite, de um agente penitenciário a uma das celas da ala feminina do presídio de Cucurunã, para fazer sexo com uma detenta, virou ação civil por improbidade administrativa, ajuizada no final do mês passado pelo MP (Ministério Público) do Pará.
O crime só chegou a esse estágio por despertar a indignação em 2 juízes que trabalhavam à época em Santarém, Rômulo Brito e Gabriel Veloso de Araújo.
Averiguada, a denúncia foi constatada em gênero, número e grau, tendo o próprio agente confessado o delito.
Na ação, o MP pede a suspensão dos direitos políticos do réu confesso (afastado do cargo semanas depois de vazada a denúncia) por 5 anos, pagamento de multa até 100 vezes o valor do salário que recebia à época e proibição por 3 anos de prestar serviços ao poder público.
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São duas as promotoras que assinam a ação: Raimunda Tavares e Dully Sanae Otakada.
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