Frase do dia

Publicado em por em Segurança Pública

“… a PM se sentiu traída pelo Estado. É um absurdo jurídico o ex-governador e o secretário de Segurança, no caso, não terem sido denunciados”

Ieda Ribeiro Souza, advogada, sobre os seus clientes, condenados ontem (20) a pena de 156 anos de prisão cada pela morte de 111 detentos durante invasão da PM ao presídio de Carandiru, em São Paulo há 20 anos.


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5 Responses to Frase do dia

  • desda a época da trágedia de canudos a pm não é republicana !!! é usada e abusada pelos governadores para atender seus inconfessáveis interesses !!! o exemplo emblemático foram os massacres da ponte do rio tocantins que Hélio Gueiros de triste memória mandou a ordem de desocupar a ponte atendendo interesses da vale do rio doce e deu naquela trágédia de dezenas de mortos e ninguém foi nem indiciado pela ” justiça” paraense , e no caso de Almir Gabriel atendeu as reivindicações dos fazendeiros do sul do pará e mandou a fatídica ordem que ocasionou a tragédia da curva do S !!!! neste brasil onde a cidadania e a civilização estão ainda na época da pedra lascada enquanto a pm for militarizada e treinada de forma a ser uma policia ainda que ideologicamente é formada pelas idéias do estado de exceção novas tragédias irão acontecer !!! e os maiores responsáveis por elas gozarão da mais encardida covarde e nojenta impunidade !!!!

  • Sempre é assim no Brasil….

    Quem “encomenda” o crime…. acaba se dando bem.

    Quem puxa o “gatilho” paga a conta do mandante.

    Essa é a regra principal do jogo e a “justiça brasileira” sempre cumpre a regra

    Tiberio Alloggio

  • Foram precisos 20 anos, para selecionarem, 23 homens como criminosos e os condenarem pela morte de 111 detentos. Onde estão os mandantes? não esta faltando mais gente? Essa amtematica não está muito comprometida???

  • Se eu fosse PM somente entraria em presídio para conter essas rebeliões se as organizações de direitos humanos fossem juntos e também a OAB e o MP, por que é fácil acusar o PM que precisa a usar a arma para não morrer e depois são julgados como bandidos, como se tivessem entrado em uma escola de homens comportados.

  • É como no caso do massacre de Eldorado dos Carajás. Foi um absurdo jurídico o governador, o secretário de segurança e o comandante da PM da época não terem sido denunciados, eles que mandaram o coronel Pantoja desobstruir a estrada ocupada pelos Sem-Terra “de qualquer maneira”, caracterizando-se claramente, no caso, a “cadeia de comando” (hoje diríamos: o “domínio dos fatos”). E não foi só a justiça do Pará que pisou na bola ao condenar apenas o coronel e o major: o governador foi excluído do inquérito investigatório por decisão do STJ lá em Brasília. Inegavelmente, a PM-PA também foi traída pelo Estado.

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