O jornal A Corrente, de Belterra, voltou a circular.
No final de semana, foi realizado o coquetel de relançamento do periódico criado no início da década de 1970, por engenho & arte de um grupo de professores e alunos da escola Santo Antônio.
Coordenado por Chardival Pantoja e Antonio Claro do Nascimento, tinha como repórteres, entre outros, Olavo Dutra, Eduardo Paiva, Osmar Pimentel, Oti Santos e Frei Inácio (Raimundo Brasil).
Era quinzenal e distribuído gratuitamente.
— ARTIGOS RELACIONADOS
Deixou de circular um ano depois, por pressão das autoridades da então Base Física de Belterra descontentes com algumas críticas veiculadas no jornal.
Na sua segunda versão, entre 2002 e 2004, o jornal novamente foi muito bem aceito entre a população, fazendo sucesso principalmente entre aqueles que vivem longe de Belterra, como um verdadeiro elo com a terrinha distante.
– A Corrente renasce, mantendo seu espírito único de liberdade, isenção e compromissos éticos – garante Eduardo Paiva.
Nasci na Vila 8 ou antiga Estrada 8 Nº 82, filho de Benedito Barreto da Penha (Loca) e de Dona Cecilia,
meus Irmãos Barreto, Jardel e Jair (Saudoso Sacai) quem não se lembra!!!.
Sou Engenheiro civil, formado na Universidade do Pará- 1975, logo apos me formar cheguei trabalhar pocos dias na Prefeitura de Santarem com o Prefeito Paulo Lisboa.
No mesmo ano de formado fui trabalhar em Manaus para a Prefeitura na Administrção do saudoso Jorge Texeira, No ano de 1980 fui trabalhar no CRO-12 da 12-Região.
Trabalho no governo Acre desde 1983, onde exerço as funções de chefe de Dto de Projetos da Companhia de Habitação do Acre, Sou membro das Comissões de Regularização Fundiaria da Secretaria de Desenvovimento e Gestão Urbana da Prefeitura Municipal de Rio Branco e membro do GT (grupo de trabalho) da Gerencia de Patrimomio da União, que trata da regularização dos bens imoveis de União no Estado.
Fui por duas vezes vereador de Rio Branco, onde muito contribui com meus conhecimentos para o crescimento e desenvovimento de nossa capital.
A onze anos sou membro do conselheiro Estadual da Assistencia social como representante governamental, sempre contribuindo na area social analisando os projetos sociaisda Secretaria.
Dei meus primeiros passos no colegio Henry Ford e logo depois no colegio Santo Antonio, que tinha como diretora a Irmã Assunto e Professora a Irmã Janice.
Em 1962 fui morrar em Macapá juntamente com meu irmão Barreto e lá chegamos a jogar no estinto Latitude Zero, Trem Desportivo., Amapá Clube entre ouros, onde eramos conhecido como Santarem I e Santarem II.
Acompanho sempre as noticias da minha Bela-Terra, onde meu pai foi talvez o primeiro grande alfabetizador de adultos a luz de lamparina na sede do coração onde se assitia aos filmes e as festas tocadas por Arlindo Coto.
vai meus abraços a algumas pessoas como Oti Santos, chardival, Newton Pantoja o Professor Pedro e atodos os remanescente daquele tempo longe tão recente.
Que ano que se avizinha seja cheio de muitas conquistas, vitorias, prosperidade e que o Deus poderoso possa LIBERAR os sonhos de todos voces. abraços ao Jesocarneiro.
“Qualidade no ensino sim, Valorização do professor também”
Belterra, 20 de Setembro de 2011
Diante de tal afirmação feita a esse jornal pelo senhor João Rocha na edição de nº 25 do dia 10/09 que diz que o professor deve se preocupar com a qualidade de ensino dos alunos e não com aumento de salários, sinto-me, na qualidade de educador, obrigado há protestar perante a opinião pública sobre os dizeres do docente supracitado.
Ora, todos estão cansados de saber que no mundo atual, não há mais espaço para pensamentos hipócritas e frases de efeito, haja vista, infelizmente, as paralisações das atividades educacionais terem tornado-se rotineiras em quase todo opaís.
Desse modo, nota-se que algo está errado e a meu ver não com os professores, mas com o processo que os cerca. Senão vejamos, a nota anual a ser obtida pelos alunos para alcançarem sua aprovação é 60, enquanto que em outras épocas era 80. O que espanta a nós docentes é a quase total falta de interesse da maioria dos alunos.
Percebe-se, hoje nas escolas, que o aluno perdeu totalmente a preocupação com sua preparação no tocante a sua aprendizagem seja ela escolar ou social. Quanto ao mestre, que se qualifica, abdica de seus momentos de lazer com a família para compartilhar conhecimentos, não merece lutar por àquilo em que acredita e acha justo como reconhecimento?
Se esse processo funciona assim, para que servirá a organização em sindicatos, se esses teoricamente, tendem a defender os interesses de suas classes? Será que a dedicação de 30 anos de minha mãe a educação foi em vão? Eu, por várias vezes presenciei meus mestres reivindicando seus direitos mediante manifestações e/ou greves e nem por isso a qualidade de suas aulas foi contestada.
A verdade é que hoje, não se coloca mais o amor a profissão em primeiro lugar e sim a praticidade cuja vida exige, primeiro eu, depois o próximo, ou seja, O INDIVIDUALISMO, não permite caprichos nem hipocrisia, pois não se mede a competência de um mestre por demonstrar sua insatisfação mediante algo que não o agrada.
Finalizo, cumprimentando a pessoa do senhor João Rocha, com quem tenho um bom relacionamento, fato esse que não me obriga a concordar com seus pensamentos. Na certeza de ser compreendido tanto por este quanto pela sociedade, aproveito para conclamar a classe da qual faço parte com muito orgulho, a lutar sim, por mais qualidade na educação deste município, mas também, defender nossos interesses, independentemente de qualquer situação que venha de encontro aos nossos conceitos de justiça ou injustiça, dessa classe tão humilhada e injustiçada quanto imprescindível a qualquer sociedade.
Leandro de Araújo Borges
Belterrense e Professor
Rua Valderir Silva, 201, cep: 68035-100 – Bairro: Conquista / Santarém
Fiquei felicíssima e muito emocionada ao ler o nome de meu amado e saudoso pai Antonio Claro do Nascimento.
Desejo sucesso a todos que compõem o jornal. Com certeza ele nos deixará em dias com as notícias de nossa “BELATERRA”.
Abraços.
Olívia.
Tive a honra de poder ler a 1ª Edição do Jornal a Corrente, nesta investida que marca mais um capitulo na história deste veículo de comunicação. Belterra, merece certamente ter seu próprio Jornal. Acreditamos que a seriedade será a base do Jornal para que a populaçção de Belterra possa desfrutar de uma terapia a qual faz parte da boa educação de um povo que é a Leitura. Desejo sucesso ao Jornal e que sua equipe faça dele, a vontade de vê-lo nos pícaros da glória. Boa sorte
É maravilhoso saber que os meus queridos conterrâneos terão mais um meio de comunicação. Espero que este tenha o compromisso com a verdade e seja usado para levar a verdadeira informação a população, sem tendências em qual quer aspecto. Sucesso no trabalho.
Francisco Amaral é Editor do Jornal Folha do Oeste
Dúvido e aposta que alguem desse grupo ( Corrente) Nao saia como Candidato a Prefeito nas próximas eleições. ta escrito ,É so aguardar 2012.
Como belterrense e professor que busca de forma incansável o amadurecimento do senso crítico em nossos alunos , fico feliz ao perceber que a liberdade de expressão e pensamento ganha mais um aliado na luta contra a opressão ea injustiça existentes em nosso município. Parabéns a todos por essa conquista e, não deixemos que os elos dessa corrente se rompam, para que dessa forma, possamos transformar nossa terra em um lugar mais justo e digno de se viver.
Opressão e injustiça hoje em Belterra, como assim, caro Leandro? Dá pra ser mais explícito?
Pois não nobre jornalista. Há tempos vem acontecendo aqui em nosso município a lei do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, ou seja, funcionários contratados são obrigados a fazer campanha para candidatos de situação sob ameaça de demissão sumária. Todos sem exceção, são convocados no horário de trabalho para reuniões no minímo suspeitas, onde o poder utiliza-se de ameaças pró contrato para articular movimentos politícos. Falo porque já fui contratado e como tal, pressionado a fazer tais práticas, recusei e fui mandado a trabalho para a última comunidade do município km 135 – BR 163. Mas não me arrependo de minhas convicções, tanto que passei no concurso e voltei para que todos tentem me engolir. Em época de campanha, todas são forçados a colocar panfletos em suas casas, pintarem seus muros,cercas e distribuirem santinhos nos arredores de seus lares,caso contrário são jogados na sarjeta.
Isso acontece sim, e todo mundo sabe disso menos a oposição ao que parece. Se quiser tirar suas possíveis dúvidas sobre esses acontecimentos, convido-lhe a cobrir as eleições próximas em Belterra. Um abraço, espero ter sido suficientemente claro.
Solivan,
o “A Corrente” terá sua versão digital, e não faliu duas vezes. Apenas deixou de circular, pelas razões já narradas. Louve-se, portanto, a abnegada luta de uns poucos companheiros que teimam por promover a notícia – a boa notícia – do seu município, recompensados apenas por ver o fruto do seu trabalho chegar até os leitores. Não há mesmice no jornalismo impresso, assim como poucos são aqueles que conseguem produzir jornais eletrôncos de boa qualidade. Na maioria, o que se vê, é lixo cibernético.
bom dia.
o jornal a corrente renasce com certeza de ficar para sempre, já começamos a trabalhar nossa versão digital, acreditamos que mesmo com versão digital, o modelo impresso ainda tem longos anos de vida.
quanto não acreditarem na imparcialidade, é que geralmente são pesoas não tem a capacidade de pensar sozinha, geralmente não tem opinião propria, ou é manipulada por alguem ou por um grupo. o jornal a corrente renasce com esse proposito, de não abraçar ninguem muito menos empurrar, somente escrever a noticia como realmente é, logico com a preocupação de checar em loco o fato.
estamos aberto pra qualquer tipo de manifestação ( reponsavel é claro), envie para o endereço
jornalacorrente@gmail.com, sua opinião, sua critica, seu apoio etc…
TIVE A HONRA DE SER CONVIDADA PARA O LANÇAMENTO DO JORNAL A CORRENTE, QUE POR SINAL FOI UM BELO LANÇAMENTO ONDE ENVOLVE PESSOAS SERIAS E COMPROMETIDAS COM A VERDADE, PARABENS AO POVO DE BELTERRA POR AGORA CONTAREM COM UM MEIO DE COMUNICAÇÃO.
Enquanto os jornais atuais estão na corrida por uma plataforma digital, na busca pela digitalização ressurge A Corrente, que já faliu por duas vezes, voltando com a mesmice versão impressa e jornalismo parcial.
Ah propósito, mais um jornal de nome está entrando na versão digital, é o Tribuna da Calha Norte que passou essa semana fazer os primeiros testes da plataforma digital, que por sinal muita facil de navegar e boa velocidade.
Existe rumores que o jornal montealegrense deixará de circular a versão impressa e ficará somente com a versão digital.