Redivisão do PA, um avanço para todos

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Ex-delegado da Delegacia da Receita Federal em Santarém, Moacyr Mondardo Junior defende a criação do estado do Tapajós. Eis o seu depoimento abaixo:

Jeso, sou favorável a criação do estado do Tapajós.

O texto do coordenador do Projeto Saúde e Alegria sobre o plebiscito foi muito bem escrito e reflete a necessidade de trabalhar essa questão não como uma disputa, mas sim como um momento de construção, de criar algo novo.

Além disso, precisa-se refletir que essa nova unidade da federação, para conseguir atingir efetivamente seus objetivos, precisará trilhar caminhos diferentes dos que outras unidades como os ex-territórios trilharam, com problemas como o empreguismo e a falta de planejamento nas ações de seus governos.

Entendo que a redivisão territorial do estado do Pará será um avanço para todos os envolvidos, e principalmente para o novo estado do Pará, pois se evoluirá de uma situação onde a atual conformação não permite uma ação efetiva do governo em todo seu território, para um estado que terá diante de suas novas dimensões uma capacidade muito mais real e presente, haja visto os grandes problemas da região metropolitana de Belém, inchada hoje com o êxodo de diversas outras áreas.

A redivisão vai tirar essa pressão de imigração para essa região.


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23 Responses to Redivisão do PA, um avanço para todos

  • CRIAÇÃO DO ESTADO DE CARAJÁS: Não Existem Forasteiros, Existem Sim Trabalhadores… E, É Claro, os aproveitadores.

    Caros paraenses de coração e paraenses por naturalidade, sem essa de forasteiros. Esse discurso favorece a quem?
    Sobre o discurso daqueles que querem a divisão do Estado e se chamam de forasteiros.
    Forasteiros seríamos nós, paraenses natos, pois quando chegamos/chegam nesta região – Sul/Sudeste do Pará – é comum sermos perguntados: tu és do Pará?
    Sou paraense de Curuçá e moro em Paraupebas há cinco anos, gosto desta Cidade. É uma cidade hospitaleira, rica em cultura… Falta valorizá-la.
    Quando cheguei aqui, pasmem, não se entoava, nem se ouvia o Hino do Pará nas comemorações; nem na Câmara de Vereadores em determinadas ocasiões. Participei da aula inaugural, março/2008, do Curso de Licenciatura Plena em Matemática – UFPA/UAB (na Câmara da Cidade) e percebi a ausência do hino do Pará, reclamei e solicitei que fizesse parte daquela solenidade; foi providenciado… E cantei com orgulho o hino do nosso Estado, no que fui acompanhado por vários estudantes e pessoas presentes.
    Aos políticos, autoridades e empresários que defendem a reorganização do Estado para melhorar a governabilidade, que o façam já. Mãos à obra!
    Estamos carentes de tudo: na educação, na saúde, na segurança, principalmente. O latifúndio, a grilagem, invasões de terras públicas, etc., é uma questão de Força Nacional (não fizeram nada, talvez, porque o Lulinha tem grandes terras na região, aliás, o defensor da divisão, Duda Mendonça, também).
    Aos políticos, autoridades e empresários que defendem a separação que cuidem de lutar por essa reorganização, acirremos nossas lutas pela união do Pará, pela valorização de seu povo e de seu patrimônio, que, na verdade é todos nós.
    Nós que moramos nestas regiões longínquas nos sentimos esquecidos pelo governo estadual. Mas fica claro que a questão não é de divisão, é de modelo de gestão e de vontade política para que o governo fique mais próximo da sua população. Se os líderes regionais e centrais entendessem a região – uma das mais ricas do planeta – como prioridade, ganhariam todos, visto que o problema é de investimento em infra-estrutura para a sustentabilidade é, também, de gestão pública dos recursos, de discutir o papel da VALE nesta estrutura de poder, não de divisão. Nossas riquezas estão se esvaindo, daqui a pouco restará só um enorme buraco, enormes áreas degradas, imensos desmatamentos e uma região devastada e espoliada, e, um povo pobre sofrido. Aliás, como foi com nossos ancestrais indígenas que perderam sua identidade cultural.
    Ao povo precisamos de lideranças autênticas, não de usurpadores, não de bajuladores, não de quem só se apropria dos recursos públicos, não de enganadores.
    Precisamos de justiça competente e célere.
    Precisamos de um aparelho estatal que funcione em favor do povo.
    Aprimore-se a gestão pública e o modelo de estado. Não a divisão!
    Falta-nos quem sabe, competência para tornarmos realidade o potencial do Estado do Pará. Denunciar falcatruas, exigir do Judiciário que se faça justiça. Exigir do Governo Federal mais investimentos para nossa região – união em favor do povo do Pará, em vez de desunião…
    Não existem forasteiros, existem sim trabalhadores… E, é claro, os aproveitadores, estes sim, é que devem banidos de qualquer lugar.
    QUERO O MEU GRANDE, UNIDO E BEM ADMINISTRADO!

  • a maior vontade do escriba da várzea chamado jeso é ficar igual ao lúcido flavio pinto quanto crescer!!! intelectualmente, diga-se de passagem !!!!!!

    1. Não deixa de ser um bom modelo de inspiração, caro Jorge Moraes. Sabe, sei que sabes, aquele frase einsteinana sobre os ombros dos gigantes? Pois é, é nos ombros deles que enxergo o universo.

  • A CRIAÇÃO DO ESTADO DE CARAJÁS E TAPAJÓS

    Prof. José Sena da Silva
    Diretor da EEEM “Gen. Euclydes Figueiredo”
    Parauapebas – Sudeste do Pará

    Tenho refletido sobre os argumentos de quem defende a divisão do Estado do Pará para a possível criação do Estado de Carajás e do Tapajós. Geralmente os divisionistas têm como principal fonte de discurso forte conteúdo político no sentido de manutenção e/ou fortalecimento do poder regional, quando não preconceituoso e discriminatório, e, também, especulatório. A classe política que está no poder e o latifúndio são os maiores incentivadores da divisão. Vejamos alguns desses argumentos:
    a) “O Pará (o que restar) não terá nenhum prejuízo, pois assim gerenciará a sua vocação produtiva do ecoturismo, etc.”;
    b) “Ninguém perderá, todos ganharão porque o PIB do Estado ficará mais com a região metropolitana”;
    c) “Quem não quer a divisão é a mesma elite que fica só ‘mamando’ os recursos que não chegam às regiões mais distantes do centro das decisões Belém”;
    d) “A elite política e empresarial que decide sobre o destino de todo o Estado não quer perder o ‘status quo’, é a mesma elite que vem há muito tempo mantendo os mesmos cargos, funções e enriquecimento em detrimento da pobreza do resto do Estado”;
    e) “Os governantes só olham para a região metropolitana, ninguém tem interesse de investir em infra-estrutura no restante do Estado – por isso a ausência do Estado na Região Sul-sudeste do Pará e demais regiões, para falar com os governantes tem que ir a Belém, percorrendo muitos quilômetros de estrada, de barco ou de avião”;
    f) “Há uma enorme incompetência dos governantes paraenses, pois, os mesmos não têm condições nem de melhorar a condição de vida dos que moram em Belém, é só olhar as baixadas, a periferia da cidade para ver o estado de miséria em que vivem”;
    g) “O dinheiro dos impostos gerados nas regiões separatistas, principalmente, os provindos da exploração de minérios (diga-se Vale) são absorvidos pela metrópole e não investem em educação, em saúde dos demais municípios, etc.”;
    h) “Os novos estados serão auto-suficientes para se manterem e manter a estrutura administrativa necessária é só verificar o exemplo dos estados que se emanciparam mais recentemente como o Estado de Tocantins”;
    i) “O Estado do Pará tem sido governado por uma elite que se reveza no poder, na qual são incluídos aqueles da região sul-sudeste (do Pará) que possuem os currais eleitorais, como forma de mantê-los também no poder”;
    j) “O Estado do Pará possui uma imensa área territorial o que dificulta a gestão pública, as questões agrárias, a violência e outros não são considerados prioritários para o governo central”;
    k) “Há uma corrupção generalizada das elites políticas que comandam as ações do Estado”;
    l) “Quem não quer a divisão do Estado, não tem percebe que o empresariado do Sul do País (São Paulo, principalmente,) exerce forte influencia sobre o sistema econômico, pois, não há indústria forte e competitiva na região ficando sob tutela das regiões sul-sudeste do País”.

    Não há como negar que existem argumentos considerados válidos.
    Primeiro: há realmente uma ausência do Governo do Estado nas Regiões Sul-sudeste-Oeste do Pará, a mim parece ser este o argumento mais substancial. Os governos que se sucedem não deram e/ou não dão a suficiente atenção à região – não dá para entender, por exemplo, como uma região como a Sudeste – a mais rica em minério do país, ficar abandonada por esses governos, inclusive o PT, que governa por mais de dois mandatos em nível local e Federal, considerando principalmente que é uma região onde os interesses são múltiplos e que a empresa Vale é quem “dita as normas”. A meu ver não houve empenho dos governos Estadual e Federal em investir em infra-estrutura na região. Há um equívoco em relação ao modelo estrutural do governo que em nenhum momento se discutiu, ao que parece, para desestabilizar o governo estadual em relação às regiões cujos desmandos, corrupção e violência campeiam.
    Segundo: quanto aos currais eleitorais, elites do poder e mau uso do dinheiro público, não há dúvida; os grupos que se revezam no poder político tem se utilizado das mesmas estratégias, diga-se que isso não é uma exclusividade do ‘poder central’. Nas regiões separatistas isso também é comum: distribuição dos cargos públicos, benesses em forma de emprego, favorecimento de parentes e parcerias políticas que priorizam a acumulação de riquezas individuais ou de grupos restritos em detrimento dos interesses do povo. No caso do Sudeste, o grande índice de imigrantes dos Estados vizinhos tendo o Maranhão como principal, de onde vem em maior número para a região causando enormes bolsões de pobreza, por conseguinte, formam contingentes que servem como massa de manobra aos que comandam o poder na região.
    Terceiro: quanto a incompetência administrativa e corrupção, também, não é uma exclusividade da região metropolitana, os municípios do sul-Sudeste e Oeste do Pará estão entre os corruptos, pode-se afirmar que as estratégias de enriquecimento ilícito é uma constante, o que pior, apesar das CPI’s, não tem nenhuma conseqüência punitiva ao que parece há uma cumplicidade em todos os níveis da justiça.
    A argumentação se esvazia quando se diz que o território paraense é grande – a má gestão não é questão de ser maior ou menor; quando se diz que as regiões Sul-Sudeste do País são os que mais ganham com as riquezas do Pará, pois, é para lá que migram as grandes empresas, o mercado de trabalho, portanto, a produção de bens de consumo, é uma situação política local que as lideranças regionais ou não discutem ou não se articulam para tal, ou não tem interesse; quando se apela para distância da região em relação a Capital; quando se apela para a existência das elites do poder, pois cá na região está cheio disso, vira questão do querer por querer.
    As reflexões e contra-argumentações não pretendem menosprezar os anseios das populações locais por melhores serviços públicos e qualidade de vida. Nós que moramos nessas regiões nos sentimos negligenciados pelo governo estadual. O fato do Pará ter amplo território faz com que a distância entre Belém e os rincões mais longínquos muitas vezes seja um obstáculo para a boa gestão e isso influencia no desenvolvimento local isso é uma realidade. É inegável que uma administração mais próxima da população faria com que a região seria beneficiada pela criação dos Estados. Contudo, se lideranças locais e estaduais entendessem como prioridade a região, ai sim, ganhariam todos, visto que o problema de investimento em infra-estrutura, de gestão pública dos recursos e não de divisão.
    Vejo como um processo irreversível a divisão não só do Pará, mas dos grandes estados da Federação. Vejo com possibilidades pelas características da região a emancipação do Oeste, mas tem que se analisar melhor sobre o peso financeiro da estrutura necessária. Qual é o projeto de melhorias para o povo, pois a classe política e demais que comandam o poder, certamente, já o sabem muito bem o que querem. O que não me convence é o ‘bairrismo’ simplesmente. A questão é complexa, os gastos públicos encarecem a criação de novos estados; é necessário que se discuta, no meu entendimento, o modelo de gestão pública e distribuição de recursos para a educação, saúde, etc., de forma mais igualitária, deixando de priorizar uns em detrimentos de outros por questões políticas.
    Muitos políticos e autoridades que dizem ser a divisão do estado solução para os graves problemas das regiões, são os primeiros a utilizar as benesses em seus próprios interesses, através de mecanismos que os fazem enriquecer ilicitamente, tais como: propinas por favores a grandes empresas/empresários, propinas para se calarem diante dos escândalos financeiros, aquisição de grandes áreas de terras, aquisição de fazendas e imóveis, desvios de recursos públicos e outras estratégias.
    Eis minha contribuição para início de conversa.

  • Caríssimos, o novo estado do Tocantins, está passando uma gravissima crise na saúde publica, trazendo graves consequencias pro povo , a educação também esta caótica! vários municipios padecem com a falta de infra-estrutura
    O pequeno estado de Alagoas aparece na midia como o estado mais violento e um dos mais pobres do país.
    O novo Estado do Mato Grosso, tornou-se verdadeiro exemplo do sucesso do agro negocio, em compensação o povo sofre as conseguencias do desmatamento e da fumaça. A grande fortuna nao chegou ao bolso da população.
    O novo estado de Macapa continua vivendo as custas do governo federal, epois de mais de 40anos estou errada?
    Desde quando a emancipação de estados garante uma vida boa pro povo?
    Os mega empresários ficam cada vez mais ricos e os politicos se revezam no poder!
    No nosso caso, ainda tem mais um agravante: todas as nossas lideranças politicas estão respondendo processo por improbidade administrativa, abuso de poder..etc.. etc..
    Porisso digo NÃO À DESTRUIÇÃO DO PARÁ!
    Karla Mues – Aldeia – Santarem – Pará.

  • A questão da redivisão do nosso Estado seria melhor discutida com base nas reais melhorias ou não que isso pode favorecer ao povo, ao cidadão. Moro em Parauapebas, sou paraense da gema (Curuçá) e vejo com simpatia a idéia de criação do Estado do Tapajós, mas sou contra a criação do Estado de Carajás pelo motivo de, a meu ver, os paraenses não estão sendo benefíciados com os recursos vindos da sua riqueza que está se esvaindo por outros Estados para o exterior e o excessivo nº de denúncias de corrupção nesta região (não só cá, é claro!). Tenho a clareza, como todos que aqui são a favor da criação de Carajás, de que falta mais presença do Estado na Região, a meu ver isso é o grande problema. Pode-se até afirmar que existe um estado chamado VALE, tudo gira em torno desta empresa (e não poderia tão diferente), acredito que há necessidade de ser discutido inclusive a influência desta empresa na soberania paraense (!?). Por outro lado, a mídia está nas mãos dos empresários, geralmente não paraenses, que impulsionam a campanha, além dos políticos interessados. Para melhor esclarecimento deveremos levar o debate às escolas e outros fóruns para que os eleitores possam avaliar melhor e não aceitar somente a voz da mídia. No meu entendimento falta mais esclarecimento sobre a importância desta decisão.

  • O entendimento de que se deva consultar todo o estado do pará advém de uma lei infraconstitucional nitidamente inconstitucional!(pois vai de encontro ao texto claro e explícito do art.14,I,II e III da cf/88).
    Algo que já está em discussão e que tem grande chance de ser derrubado.
    Lúcio Flávio Pinto que me perdoe,penso de maneira divergente.Mas, também concordo com o Sr. Opinião, acima,realmente os argumentos de criação dos estados do tapajos e caraj[ás são sufucientemente contundentes e racionais, sendo que prefiro me abster de carregar qualquer ranso contra o povo belenense!
    Para que serve um estado grande, pobre e mal-administrado.Antes sejam todos menores, porém prósperos, justos e melhor geridos!

  • Quem diria Jeso ao lado do Lira Maia. Porque defender ha criação do Estado do Tapajós é colocar políticos da estipe do Lira Maia em ascensão e haja defender a corrupção Jeso. Não estou acreditando mas, tudo bem quem sabe não foi um cargo de assessor na Câmara fEDERAL

  • Caro Roberto Canto VC e muito inteligente lé bastante até sabe interpreta. Pela sua interpretação nota-se que poderá haver Plebiscito em toda Região NORTE ou no Brasil todo para ver se a população esta de acordo com essa divisão ou criação. Já que também outros estados poderão se manifestar contrário ou a favor isso vejo pela sua interpretação. Na minha opinião, tanto faz em todo o Pará ou não, isso é o povo paraense ou os Tapajonicos que irão decidir e vejo que o único interessado que isso não aconteça é Belém os outros municípios vão é gostar e aprovar porque irá melhorar para eles, eles irão ficar mais próximos de Belém e vai ficar mais fácil para se governar o estado do Pará, pois tem Deputado tanto estadual ou Federal, senador e até mesmo o Jatene que não conhece a região toda do Pará. E se VC tiver consciência e for mesmo inteligente VOTA SIM ao estado do TAPAJÓS, VC só tem a ganhar com isso.

  • gostaria muito que fosse feito o plebiscito em todo o Para e os votos de Belém fosse favoráveis à separação… não aguento mais esse papinho de que santarenos são odiados por belenenses… a via do ódio é de mão única.

    SEPARA PARÁ!!!! Só o argumento da descentralização administrativa basta; o resto é ódio gratuito.

  • Ah, mais uma coisinha que ta na constituição federal, mas acho que vocês deviam ler.
    Vejam isso aqui:
    LEI Nº 9.709, DE 18 DE NOVEMBRO DE 1998.
    Regulamenta a execução do disposto nos incisos I, II e III do art. 14 da Constituição Federal.

    Art. 7o: Nas consultas plebiscitárias previstas nos arts. 4o e 5o entende-se por população diretamente interessada tanto a do território que se pretende desmembrar, quanto a do que sofrerá desmembramento; em caso de fusão ou anexação, tanto a população da área que se quer anexar quanto a da que receberá o acréscimo; e a vontade popular se aferirá pelo percentual que se manifestar em relação ao total da população consultada.

    Viu? Preciso continuar discutindo? POPULAÇÃO DIRETAMENTE INTERESSADA TANTO A DO TERRITÓRIO QUE SE PRETENDE DESMEMBRAR, QUANTO A DO QUE SOFRERÁ DESMEMBRAMENTO.

    Enfim, Jeso, Ferreira e tantos outros, e agora, vocês esquecerem de ler essa parte da Constituição?
    Se quiser, pode olhar aqui: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9709.htm

  • Jeso.
    A polemica criada com a possível escolha de Santarém como a capital do novo estado, tem que ser avaliada da seguinte maneira, se caso os políticos santarenos caiam na armadilha do políticos de Belém, São Paulo. Manaus e etc. que somente favoreceram os grandes centros seremos muito em breve reféns da grande violência que os grandes centos sofrem por não terem investido no interior.
    Se for par Santarém se tornar uma grande Belém eu não quero que Santarém seja a capital e é só leva-la para quem mais deseja.
    O desenvolvimento tem que ser levado a todos os cantos do Novo Estado só assim teremos ganhos de qualidade de vida, é só prestar a atenção o que esta acontecendo com a saúde como não existe investimento no interior Santarém paga a conta vira um caos.
    Sou Santareno e não que eu não queira que os moradores das cidades vizinhas venham para Santarém, mais que possam vir por livre e espontânea vontade e não por necessidades pela falta de oportunidades em suas terras.
    Saudações Tapajônicas.
    Prof. Paulo Costa

  • Ei Jeso, por que quando alguém de Santarém ou que reside aqui opini contra a divisão todos os mocorongos fazem maior auê, mas quando um cara chamado Lúcio Flávio Pinto fala todo mundo fica calado. Por exemplo, tudo bem você defender seu ponto de vista, mas adoraria ver você reproduzir uma parte do texto do último jornal do Lúcio Flávio que diz assim:
    “Para os mais realistas, a decisão da semana passada dos líderes dos partidos na Câmara é tão simbolítica quanto os seus votos. É IMPROVÁVEL que a maioria do eleitorado paraense aprove o retalhamento do SEU ESTADO presente. AO CONTRÁRIO DA INTERPRETAÇÃO CONVENCIENTE DOS SEPARATISTAS, o entendimento constitucional do STF é de que a consulta não pode ser feita apenas junto à populção lozaliza na área prevista para os novos Estados. O plebiscito tem que abranger TODOS OS ELEITORES DO ESTADO”
    Bem, com a palavra, Lúcio Flávio Pinto, santareno de nascimento, paraense de coração. E, aí, vão dizer que ele está servindo os interesses de Belém ,também? Vão desqualificar ele? Abraços, reflitam!

    1. Caro Roberto, há vários santarenos como Lúcio contra a redivisão do Pará, assim como existem inúmeros belenenses que são favoráveis ao desmembramento, portanto não vejo nada de anormal neste posicionamento do jornalista santareno. Qto à área a ser desmembrada partilho da ideia que deve ser realizada somente na área “interessada” conforme determina a Constituição Federal.

      1. PARABÉNS JESO PELA RESPOSTA AO ROBERTO,

        VOCÊ SABE PENSAR MUITO BEM QUANDO VAI DAR UMA RESPOSTA.SABEMOS QUE O PLEBISCITO SÓ SERÁ FEITO NAS REGIÕES INTERESSADAS CONFORME ARTIGO DE Nº18, E TAMBÉM QUE A CONSULTA SÓ ERIA EM TODO O ESTADO SE HOUVESSE INCORPORAÇÃO DE UNIDADES FEDERATIVAS, COMO SE TRATA DE DESMEMBRAMENTO DO ESTADO SOMENTE AS REGIÕES INTERESSADAS SERÃO OUVIDAS.

        1. HaHaHaHa, caro Ferreira, como disse o nobre Lúcio Flávio Pinto, SANTARENO de nascimento, ele compartilha do mesmo pensamento de muitos juristas, pois quando se refere as áreas de interesse, ele aponta para a área que quer desmembrar e, também, a que não quer. Lúcio Flávio foi direto na ferida: “AO CONTRÁRIO DA INTERPRETAÇÃO CONVENCIENTE DOS SEPARATISTAS, o entendimento constitucional do STF é de que a consulta não pode ser feita apenas junto à populção lozaliza na área prevista para os novos Estados. O plebiscito tem que abranger TODOS OS ELEITORES DO ESTADO”

          Como ele disse, é fácil querer acreditar que as áreas de interesse sejam a de vocês, mas a realidade é que todo o Pará vai ser ouvido. Simples! A questão é que quando qualquer outro cidadão ou político que é contra a divisão demonstra sua opinião é execrado, mas Lúcio Flávio Pinto fala, todo mundo fica caladinho, mas também, tem que respeitar esse papa-chibé mesmo. Abraços!

          1. Roberto, é uma tese. Vc. e Lúcio Flávio tem interpretações diferentes de nós. Portanto, não vai ser à fórceps que vc. vai me fazer mudar de ideia. Esse caso vai parar no STF por conta de interpretações como a tua e a nossa cá do Tapajós. Um abraço

          2. senhor roberto vc é irmão do Osama, pow cara tu pareçe terrorista. Sai pra lá olho gordo. Tu veio do zorra total foi seu seca pimentera heheheheheheehe.

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