O senador petista Eduardo Suplicy, de São Paulo, subiu hoje (13) à tribuna do Senado para comunicar sobre uma ação ajuizada junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), pelo jurista Dalmo de Abreu Dallari (foto), na qual solicita que toda a população brasileira seja ouvida no plebiscito sobre a criação dos estados do Tapajós e Carajás, a serem desmembrados do Pará.
A consulta popular está marcada para o dia 11 de dezembro.
– Para criação de novas unidades políticas é necessário, jurídico e justo ouvir toda a população interessada. Não há na lei nada que diga que tem de se ouvir apenas a população do estado. A criação de novos estados afeta os direitos políticos de todo o povo brasileiro, além de criar um ônus financeiro que também será arcado por todo o povo brasileiro – afirmou o senador, com base no documento do jurista.
Os senadores Mozarildo Cavalcante (PTB-RR) e o paraense Flexa Ribeiro (PSDB) fizeram contraponto ao parlamentar petista.
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A redivisão é boa para todos.
A elite e o Tapajós.
EU QUERO A EMANCIPAÇÃO !!!!
Não é hora de filosofar e sim de arregaçar as mangas e agir , temos até o dia 12 de dezembro , 5 meses que passam voando, não há tempo para lastimar , o momento é de ação, ação da sociedade, ação do comerciante da esquina, ação nas rodas de bares, ação dentro da família, ação dentro da igreja, ação nos comitês políticos e acima de tudo UNIÃO . o FUTURO É AGORA , NADA ESTÁ PERDIDO, PELO CONTRÁRIO , O CONTROLE ESTÁ NAS MÃOS DAS PESSOAS. Senhores bloqueiros, formadores de opinião, como se diz em espanhol, “movam el culo”, reuniões, debates, comitês, donas de casas, comadres que ficam na janela, jovens, coroinhas, todos estão aí para ser motivados, mas se ficar a questão no “ser ou não ser”, me desculpa a palavra “é foda” , o fracasso será das pessoas que não foram estimuladas para votar pelo SIM. Essa guerra só será perdida nas urnas se você , eu e todos fizerem corpo mole. Nada é impossível, basta “mover el culo”. Vamos chorar ou ser guerreiros, Tapajós não precisa de fracos e sim de corações fortes pelo SIM , pela emancipação. Ame o Tapajós que a força sairá de dentro de si, tenha o orgulho de dizer eu quero um futuro melhor, crescimento, grandeza, dignidade, força, garra, motivação, ACORDA O GIGANTE TAPAJÓS QUE ELE REINARÁ NA BANDEIRA DESTE PAÍS.
Tapajós e Carajás serão o maior investimento na Amazônia.
Congresso Nacional aprovou a criação do TREM BALA no Estado de São Paulo, ligando duas importantes cidades São Paulo ao Rio de Janeiro. Como se as cidades da Amazônia não fossem importante, há quem diga que a região norte é vista como colônia do Brasil. Trilhões de riquezas estão na Amazônia e a Federação não dá a menor importância a milhões de brasileiros que ali estão vivendo. No caso do TREM BALA quem vai pagar esse projeto faraônico, os custos estimados estão em 53 bilhões. Quem vai pagar essa conta, seria preciso então um plebiscito nacional para ver se os demais estados da Federação estão dispostos a contribuir com essa obra. Por falar em demais estados, venho salientar que , com mais dois estados na região norte a serem criados, só tendem a fortalecer a representatividade na Câmara Federal e no Senado Nacional a BANCADA POLÍTICA DA AMAZÔNIA. O que incomoda muitos políticos do sul com o fortalecimento da região norte norte do País. Cabe frisar que a criação de mais dois estados na região norte, será o maior investimento que o governo federal vai ser “obrigado” a implantar na Amazônia.
A ideia foi da Martinha, tuff! tuff! sexo e amor gulp! gulp! Rahaann! Queriapuffff! xisp! apenas agradarvuss! cusp! me conciliar com o meu amor, siss! siss! Anhe!, tuff! tuff! Desculpem! me melei, de cuspe! toff! toff! Eu e meus amigos do asilo, zip! zip! Rahaann! Jorge Morais e Dalminho, xusp!xusp! exigimos consulta! Argh! Toff! Toff!ziiiinnnnn! de todos brasileiros. Triiiiimmmm! Campainha do Senado. Trrriiiiiimmmm!!!!! Poc! Poc! Vou pedir renda mínima prá o pessoal de Tapajós. Uummmrrr! Té Logo!
Quando eles vão aumentar o valor dos salários deles, que já são altos, ou até mesmo a verba de gabinete, vale aluguel, auxilio paletó, vale combustivel e tantos outros vales, será que eles querem ouvir a opinião da população, que também é diretamente interessada no assunto?
Vai cuidar daqueles teus filhos punks.
Senador Eduardo Suplicy, poderiamos pensar em novos projetos para os brasileiros, dentro do proprio BRASIL. De Norte e Sul de Leste a Oeste e todos os seus agregados, usando o princípio da “FELICIDADE”. Direitos e oportunidades na origem. Sem as bolsas populistas.
Os brasileiros precisam de oportunidades e respeito em todas as regiões.
Contamos com seu apoio “SIM” seja um Democrata.
Deveria o nobre senador da República e o ilustre jurista se procuparem com a corrupção desenfreada que atinge os altos escalões da República, escondidas em licitações viciadas que sangram ralo abaixo bilhões de reais dos cofres públicos. Deveriam mandar ao congresso projeto de Lei que tornassem as licitações públicas um instrumento de desenvolvimento social e não de enriquecimento ilicito de setores privados da nação.
28 comentários e nenhum do Tiberov, hum… imaginem só se ao invés de dois ilustres petistas fossem dois tucanos ou democratas?
Esse nosso Estado é uma vergonha, na manchete de hoje do jornal O Liberal, vem anunciando que nós temos o pior ensino em todo o Brasil. Como é que ainda tem paraense que defende isso, temos que dividir o Estado, pelo menos ficamos na esperança de melhorarmos. Essa defesa do povo do Sul e Sudeste contra a criação dos dois Estados, é uma prova inquestionável que será bom para nós, mas infelizmente ainda tem paraense de Belém que não tem capacidade de compreender isso. Eles sim povo do sul e sudeste devem ser contra, mas nós nunca.
A elite do sul e sudeste só estão olhando para o próprio umbigo, estão se lixando para os problemas da região norte, notadamente no oeste do Pará. Sempre nos relegaram ao abandono, não ia ser agora que iam se importar com esta sofrida população.
Achei bom o envolvimento do “excelentíssimo representante do povo” do PT na questão, de certa forma estamos sendo notados e incomodando e quem sabe alerta aos estados do Norte e Nordeste no fortalecimento de suas bancadas com o Estado do Tapajós! Sim a liberdade, sim a vida, sim aos direitos, SIM AO TAPAJÓS!
jorge moraes, se é que esse é mesmo o seu nome, tenha mais respeito com a População que quer a redivisão territorial do Pará. E mais, não é você, nem o Suplicy e muito menos esse senhor Dallari que decidem o que é melhor para quem mora nas regiões do Tapajós e Carajás. Nós que moramos aqui é que sabemos das nossas necessidades e que sabemos da necessidade urgente de se criar os estados do Tapajós e Carajás. Ponha isso na sua cabeça….
Contra o sonho de liberdade de um povo sofrido, jorges, zenaldos, suplicys, dallaris, arnaldos e tantos outros se colocam como fiéis defensores, mas nós somos guerreiros e ainda que eles não queiram vamos conquistar a nossa LIBERDADE.
Ah, esse |Dallari bem que poderia sugerir a realização de um plebiscito em todo o país para que a população decida sobre a divisão dos recursos do pré-sal, de um outro para as mudanças de fuso horário que, aliás, nem nós fomos consultados.
Nessa briga paira mais os interesses próprios. Pessoas e classes defendendo a separação com predominância do interesse individual, visando os novos cargos na estrutura do Estado. Pergunte para a maioria dos interesseiros, qual a proposta de empreendedorismo que eles têm para o desenvolvimento da região.
RESPEITAMOS OS SENHORES, MAS PEDIMOS QUE FIQUEM CALADOS, POIS VOCÊS SÓ DEFEDEM O PRÓPRIO UMBIGO, OU SEJA OS PROPRIOS INTERESSES.
NÓS DO OESTE DO PARÁ VAMOS DIZER SIMMMMMMMM
Meus amigos e amigas.
A turma não quer trabalhar, ou seja, executar obra de infra-estrutura principalmente. É só papel.
Agora é quem mais quer aparecer. Falta os políticos internacionais aproveitarem a carona em nome da defesa ao meio ambiente e da Amazônia.
Eu pergunto: E quem é contra deve ter seus interesses? Ou são os salvadores da moral e dos bons costumes?
Vamos votar pelo SIM Tapajós e SIM Carajás.
Ninguém fez consulta ao povo paraense sobre onde investir o dinheiro gerado pela nossa região. Ninguém nos consultou sobre a venda de nossa energia elétrica para os ricos estados a módicos preços.Infelizmente o ilustre senador já está muito gagá para a política.
Separando ou não, quem deve decidir somos nós paraenses.
A grande república brasileira, deveria dividir sua riqueza de forma igual. Os estados ricos bem que poderiam dividir sua arrecadação, afinal também consumimos seus produtos industrializados. Um plebiscito nacional sobre este assunto também deveria ser feito.
Se a Divisão é inviável tanto assim, e desnecessária pq incomoda tanto hein????
Quanto ao dinheiro público que será necessário para a criação, joga-se aos tubos bem mais para se bancar os políticos em Brasília e pelo país a fora.
Fora o que se investe todo ano, para ser queimado e ou jogado ao lixo na Administração Púlblica em geral, pela falta de gestão.
A divisão, racionaliza tal desperdício. É inviável um Estado deste tamanho, IMPRODUTIVO e sem condições de dar o mínimo de serviço público para as regiões mais habitadas (imaginem para as brenhas infinitas que se escondem por aí, com péssimo acesso).
Se a própria capital, é um lixão a céu aberto, não é por falta de dinheiro, e o dinheiro q será necessário para Criação de Novos Estados não deixará de ir pra lá. É por falta de GESTÃO PÚBLICA, e olha que tudo se volta para a capital.
Agora como estarão as demais cidades???
A divisão incomoda a todos. o novo Pará se fortalece, a região passa a ter 9 senadores e mais de 40 deputados federias… e isso incomoda ao sul e sudeste do brasil. não deveria incomodar aos paraenses, mas o egoismo que persiste em manter um território único prevalece sobre as dificuldades regionais e isso os não-separatistas não consideram.
O que queremos é um governador próximo e não um a mais de mil km de distância.
Se o Pará fosse um país seria o número 25 em extensão, só isso, já é um bom motivo para a redivisão e correção de um erro histórico.
Os paraenses também estão pagando obras da copa e das olimpíadas e ninguém nos perguntou nada. Nem jogos teremos por aqui.
Será que acham que devemos ser atrasados eternamente.
Um Estado que paga tão mal para bombeiros, policiais e médicos como no Rio se gasta 1 bilhão só no maracanã e aí não tem problema. È piada né.
O senador paulista está voltado pro seu umbigo, preocupado apenas com a reestruturação da representação política no Congresso Nacional, contrária aos seus interesses, em que pese a respeitabilidade do jurista que patrocina a causa, cujo peso profissional é maior, certamente, que a tese contratada.
Boa Noite,
Como não coaduno com as idéias expostas e portanto sou afavor da separação do
Estado do Pará. leia abaixo.
1 – QUEM PAGA A CONTA. Diversos estudos demonstram a inviabilidade da
relação tributos/despesas destes novos estados, ou seja, os estados já
nasceriam falidos, e a União teria que complementar esta diferença, ou
seja, todos os brasileiros iriam bancar esta despesa.
2 – ESTRUTURA: um novo estado demanda grandes investimentos em estrutura
governamental, então seriam criados um governo estadual, uma assembléia
legislativa, um TJE, um MPE, um TCE, um TCM, cargos comissionados, etc. E
o dinheiro para educação, saúde e segurança pública para essas populações?
Não iria sobrar!
3 – POPULAÇÃO X TERRITÓRIOS: Há um equívoco quando dizem que o estado é
muito grande por isso tem que dividir. Estes novos estados teriam uma
população muito rarefeita, sendo que os dois teriam uma população menor do
que o município de Belém, excluindo região metropolitana (Ananindeua,
Marituba e Benevides, santa Isabel e Santa Bárbara). será razoável um gasto
tão grande para, em tese, beneficiar uma população bem pequena? Ressalte-se
que criação de estados por si só, não gera riqueza, apenas para alguns.
Vejam a região Nordeste (MA, PI, CE, RN, PB, PE, SE, AL,BA) é a região
mais pobre do Brasil, enquanto que a região sul (RS, SC, PR) é a mais
desenvolvida social e economicamente.
4 – FALÊNCIA DO ESTADO DO PARÁ. Mal ou bem o estado do Pará, possui uma
estrutura governamental para atender todo o estado. Com a divisão os
servidores públicos estaduais teriam o direito de optar em ficar ou voltar
para o estado do Pará, além do pagamento dos servidores aposentados e
pensionistas. Como o Pará iria bancar estes servidores, se ocorrer
diminuição de receita? Os investimentos que o governo do Pará efetuou
nestas regiões, Como o Pará iria quitar estes débitos? se estes estados
nascem livres de dívidas! como o Pará se sustentará com diminuição de
receita, mas a continuidade de maior parte das despesas, já que ficará com
a miaor parte da população?
5 – RIQUEZAS NATURAIS: Quando o capitão-mor FRANCISCO CALDEIRA DE CASTELO
BRANCO no ano de 1616 fundou o povoado de Santa Maria de Belém do
Grão-Pará, estas riquezas naturais (Serra dos Carajás), Rio Tocantins
(Tucurui) Rio Xingu (Belo Monte), Rio Tapajós (Alter do Chão) entre outras
já pertenciam a Provincia de Grão-Pará e Maranhão. Assim, não se sustenta o
argumento daqueles que chegaram no Pará, durante a colonização da Amazônia,
de que essas riquesas seriam suas e que Belém se apropria delas, sem dar
retorno para essas regiões.
6 – AUSÊNCIA DE PARAENSES NO SUL DO PARÁ – Um dos argumentos dos
separatistas é de que na região de Carajás não teria paraenses. Esta
informação é equivocada. O último censo do IBGE listou a origem dos
habitantes do Sul do Pará. O maior contingente populacional são de nascidos
no estado do Pará (40%), em 2º lugar, Maranhense (20%), 3º Tocantinenses,
4º goiano etc. A grande confusão dos separatistas é afirmar de que existem
poucos paraenses no Sul, na verdade, existem poucos belenenses nestes
lugares, a maioria ocupantes de cargos públicos. Em uma reunião na cidade
de Redenção na época, quando eu respondia lá, foi levantada esta situação,
de que existem poucos paraenses no Sul do Pará. Tinha um mineiro, um
paulista e um goiano e eu questionei quais deles eram oriundos de suas
capitais de seus respectivos estados. Nenhum!!!!!!!! Era de capital de
estado, e sim do interior!!!!, apenas eu era oriundo de Belém.
7 – DIFERENÇA CULTURAL – UM dos argumentos é de que existem diferenças
culturais entre o sul do Pará e o resto do Pará. Outra informação
equivocada, somente de Xinguara pra baixo e pro lado direito com destino
até Saõ Félix do Xingu, que a cultura é diferente, pois Marabá,
Parauapebas, Tucurui a cultura paraense é dominante ou muito relevante,
além do quê este fato por si só não justifica a criação de um estado.
8 – INTERESSE PESSOAL X INTERESSE COLETIVO – um dos aspectos que se
observa, é que algumas autoridades destas áreas efetua um raciocínio dentro
de uma perspectiva individual (o que eu ganho com a separação?) do que
propriamente o interesse coletivo. Em uma audiência eleitoral na comarca
de Curionópolis, os advogados de Parauapebas e Marabá estavam comentando
acerca da distribuição dos Cargos no futuro estado do Carajás. Lá foi dito
que o atual prefeito de Parauapebas, Darci seria conselheiro do Tribunal de
Contas do Estado, Governador seria Asdrúbal ou Giovani, sendo uma vaga de
senador seria para um deles. O prefeito de Curionópolis Chamonzinho seria
dep. Federal. Em Marabá, alguns juízes estão eufóricos com a possibilidade
de virem a ser desembargadores, inclusive uma já se intitula futura
presidente do TJE/Carajás ou desembargadora. Alguns advogados já estão
fazendo campanha pela separação para entrarem pelo quinto constitucional
como desembargadores ou entrar como Juiz do TRE/Carajás. Questiono onde
está o interesse público tão almejado?
9 – PLEBISCITO – A legislação é clara sobre quem seriam os eleitores do
plebiscito. A população diretamente interessada (art. 18, §3º da
Constituição Federal) A legislação ordinária já regulamentou o tema. Art.
7º da lei nº 9709/98. In verbis:
“Art. 7o Nas consultas plebiscitárias
previstas nos arts. 4o e 5o
entende-se por população diretamente
interessada tanto a do território
que se pretende desmembrar, quanto a do que
sofrerá desmembramento;
em caso de fusão ou anexação, tanto a
população da área que se queranexar
quanto a da que receberá o acréscimo; e a
vontade popular se
aferirá pelo percentual que se manifestar
em relação ao total da
população consultada.”
Bom creio que não há dúvidas acerca do tema. Após a publicação do decreto
legislativo do plebiscito de Carajás, a Assembléia Legislativa do Estado
de Goiás, ajuizou ação perante o STF requerendo liminarmente que apenas os
moradores da região sul e sudeste do Pará a ser cindida (Carajás) seja
ouvida no plebiscito, excluindo o oeste do Pará, Região Metropolitana de
Belém, região da Transamazônica, região Nordeste e ilha do Marajó. O
Relator é o Ministro Dias Tófoli, e o Estado do Pará, foi citado e já
apresentou Memoriais e argüindo a ilegitimidade ad causam, e no mérito,
que todos os paraense possam opinar. Com que ética se espera destes
cidadãos que estão a frente desses movimentos separatistas? Que dizer
então que como paraense nato, não posso opinar sobre os rumos do meu
estado?
10 – PLANEJAMENTO DO DESENVOLVIMENTO – Entendo a relevância deste debate,
pois as mazelas que existem no interior do estado devem ser enfrentadas
para se propiciar maior cidadania e dignidade a estas populações. A mera
divisão territorial não é o remédio adequado para sanar subdesenvolvimento.
O Jornal “FANTÁSTICO” apresentou matéria especial acerca do lugar mais
violento do Brasil, com índices de taxas de homicídio superior a regiões
que estão em guerra, perdendo apenas para Honduras. É a região do Entorno
do DF (estado de Goiás) onde a pobreza é alarmante, os médicos pediram
transferência ou exoneração, postos de saúde fechados e a PM de Goiás tem
medo de trabalhar lá. Fica apenas 40 quilômetros do Palácio do Planalto
(Casa da Dilma), distância equivalente entre Belém e Santa Isabel. E 60
quilômetros de Goiânia, distância equivalente entre Belém e Castanhal.
Constatem que no centro político do Brasil existe esta região carente de
políticas públicas, o que rechaça os argumentos dos separatistas, de que a
pobreza do interior do Pará seja decorrente da distância de capital Belém.
No meu entendimento, o que falta é melhorar a gestão da administração
pública, devendo atuar com mais agilidade e competência, combater a
corrupção e os vícios dos serviços públicos, e aumentar os investimentos
na Educação, Saúde e Segurança Pública, com maior capacitação dos
profissionais da área e melhorias salariais e das condições de trabalho.
Creio que atuando desta forma, existem chances concretas de resgate da
dignidade dessa população do interior e de todo o Estado do Pará.
Gurupá, 11 de junho de 2011.
LUIZ GUSTAVO DA LUZ QUADROS
PROMOTOR DE JUSTIÇA TITULAR DE GURUPÁ
SIM, ao estado do Tapajós!
Seu comentário me faz lembrar que aqui já temos também, alguns candidatos aos principais cargos do novo estado:
Lira Maia, politico de ilibada conduta, somente com mais de duas dezenas de ações por má versão do dinheiro publico, improbidade administrativo, formação de quadrilha… Poderá ser o Governador, Senador ou o prefeito da futura capital;
Maria do Carmo, de reconhecida competência administrativa e técnica, a começar pela escolha de seu secretariado, com preparação em VANCOUVER (CANADÁ), pode ser governadora, senadora, prefeita ou presidente do TJ/TP;
Alexandre Von, pelo “peso” que tem na região, pode ser nosso senador ou prefeito da capital;
Osmando Figueiredo, pela reconhecida capacidade politica e jurídica, poderá ser nosso secretário de Justiça e Segurança Publica, pois, já conhece alguns espaços lá existentes;
Valéria Lima, para compensar a injustiça da qual foi vitima, é a minha secretária de infraestrutura preferida. O povo santareno não me deixará mentir sozinho, o quanto foi competente durante sua gestão como secretária do município. Nós temos a melhor urbanização, vias todas transitáveis e sinalizadas (igual Vancouver) e como Vancouver, nosso saneamento é quase perfeito;
Sandro Lopes, esse é o cara do transito, nunca vi tanta competência, aqui meu caro, não se ultrapassa pela direita, não para na faixa do pedestre (até porque não tem, não precisa), não se avança o farol vermelho, os oficiais do transito são de uma delicadeza sem igual, acho que a maioria estagiou em Vancouver, não se estaciona em mão dupla, na frente de colégio de bacana, meu amigo, a coisa é muito boa, todo mundo em coluna por um (1)
O horário que utilizam para pintar as faixas de pedestre é exatamente o do rush, entre 11 e 13 horas, justo momento que não temos nenhum veículo transitando pelas ruas. Igual Vancouver;
Antônio Rocha, para esse meu caro, teríamos que criar na constituição do estado o cargo de senador vitalício. Para quando necessário, fazer um contra ponto tipo esse com o senador Suplicy ou até enfrentar esse pretencioso Dalmo Dallari, ou ainda, trazer as coisas para o novo estado, como trouxe para o baixo amazonas, só que as coisas não aparece nunca.
Chico Corrêa
Os jurisdicionados sempre são surpreendidos por teses dos “renomados” juristas pátrios. Às vezes se fazem de desentendidos para apoucar a inteligência alheia. Ora, os fundamentos esposados pelo senador Eduardo Suplicy não passa de argumentos esdrúxulos, isso é típico de políticos que tem que se manter em evidencia. Se os argumentos do eminente jurista Dalmo Dallari se sustentassem, e se a Constituição fosse silente nesse sentido, de certa forma teria razão.
O povo brasileiro não teria que ser ouvido só para a criação de novas unidades políticas da federação, mas todas as vezes em que o povo brasileiro tivesse que pagar a conta das decisões politicas dos membros do congresso nacional, isso também seria jurídico e justo.
Contudo, lembremos que o povo brasileiro é “representado” pelos membros do congresso nacional, se assim o é, e é mesmo, segundo a Constituição Federal, a autorização para criação, fusão ou desmembramento de novas unidades da federação não é singular dos Estados.
Dr. Dalmo Dallari e senador Eduardo Suplicy, o que é mesmo “justo” aos brasileiros?
Esses senhores paulistas cultuam a tese de que São Paulo sustenta o País, especialmente o Norte e o Nordeste. Na verdade tal é o pensamento da elite paulista. E como acontece com toda elite, sua visão de país e de mundo vai até o limite dos altos muros que os protegem da gentalha ou da “gente difrenciada”. Acham que se forem criados novos estados é de São Paulo que sairão os recursos para sustentá-los.
Com certeza a dupla que pretende que o plebiscito seja estendido a todo o País só conhece a Amazônia de “ouvir falar”, mas têm convicção de conhecê-la profundamente.
Quando aqui na cidade de São Paulo, onde moro, escuto esse argumento de que o Norte e Nordeste têm uma forte relação de dependência de São Paulo eu, ironicamente, digo que tanto é verdade isso que, em quase tudo que um nortista ou nordestino consome há imposto que é pago por eles para São Paulo, a exemplo do ICMS.
Quanto à atividade econômica da Amazônia seria necessário novo ensino fundamental e médio para essa gente.
E quanto àquele outro argumento bastante disseminado de que a criação de novos estados acarretará despesas elevadas com a estrutura que um Estado exige, se isso é ruim para o País, certamente que será bom que alguns Estados sejam incorporados por outros.
Por exemplo: Rio de Janeiro e Espírito Santo, São Paulo e Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Paraíba, e vários outros estados poderiam juntar-se.
E os dois estados que viessem a se transformar em um, como sugerido acima, produziriam com isso uma enorme economia para o País com redução da estrutura, do número de políticos e demais servidores públicos e ainda teriam teritórios bem menores que o do futuro Estado do Tapajós.
muito antes do ilustre jurista defender esta tese eu já alertva neste blog sobre a insesatez e a petulância dos separatistas da várzea city quererem fzer do plbiscito uma “ação entre amigos”!!! amigos da onça , evidentemente !!!!!!!!!!!!!!!
Dá-lhe Dallari !!!!!
A Constituição Federal diz que deve ser consultada a “população diretamente interessada” na divisão. Pelo que me consta até hoje não houvi dizer São Paulo, Rio de Janeiro, Minas, etc, querem a emancipação do Carajás e Tapajós e que são parte interessada. Portanto o resto do pais não é a parte interessada. O Tapajós e Carajás querem a divisão, então são partes interessadas. QUE VENHA O TAPAJÓS E CARAJÁS.
Coisas de um senador que apareceu de cueca sobre o paletó em plena rede nacional, que foi desmoralizado pela própria mulher e que hoje não demonstra alguma credibilidade perante a nação. Voces vão ter que nos engolir.
Tudo afeta os brasileiros; então deveríamos realizar plesbicito para o trem bala, para o uso do dinheiro do BNDES, para a corrupção na Assembléia Legislativa do Pará que sumiu com a grana que dá pra criar o Estado do Tapajós e ainda sobra, pra nomear o novo ministro, para dar ou não dinheiro público ao MST, enfim, pra tudo deveríamos realizar plesbicito; mas os caras pálidas, com artifícios ardilosos, querem a todo custo impedir a criação de Carajás e Tapajós. É só isso. Já que nós mocorongos não servimos pra nada, porque querem tanto nos segurar?
Pra que ficar gastando de dinheiro público com essas bobagens.
Pois é né presidente, kkkkkkkk, deviam mandar tudo pro seu bolso.
É isso aí cumpanheiro hehehehe!!!
Se as eleições fossem estendidas para todo país, entendo que seria vantajoso para a criação dos novos Estados. A maioria do eleitorado brasileiro não possui conhecimento de nossas realidades e de nossos anseios. Iriam votar sem conhecimento de causa. Nessas circunstâncias, a tendência é optar pelo inovador, pelo que provoca mudanças. Assim, se o plebiscito for nacionalmente votado será ótimo para o Tapajós.
Contudo, acho difícil o nobre jurista conseguir, através do TSE, que a votação seja estendida para todo país.
É verdade passamos mas de 200 anos esquecidos aqui, e agora todos estão preocupados.
Demorou mas aapaareceu uma soluução inteligente
Planilhas que mostrem, que os futuros Estados serão sustentáveis sem os pesados repasses de verbas públicas derrubam a tese do ilustre Dallari.
Concordo, afinal somos uma grande república. E a criação de outros estados dizem respeito a todos os brasileiros. Do Oiapoque ao Chuí. Vale um grande abaixo-assinado para que o TSE regule já isso. Abs.
até quem enfim uma lúcida opinião de uma inteligência nacional, mas vai enfiar isso na cabeça dos botocudos separatistas mocorongos !!!!!
Os politicos do sul estão somente preocupados com o peso politico que teremos em brasilia ou seja querem que sejamos vistos como eternos” mocorongos”. interessante a opinião de nossos amigos nortistas lúcidos e inteligentes que menosprezam os botocudos separatistas mocorongos. Pois saibam que como autenticos paraenses filhos dessa terra aprendemos a sonhar e lutarmos por nossos ideais , vamos a luta pelo sim. Que nossos bravos guerreiros que frequentimente estao em Brasilia não desanimem continuem, AVANTE GUERREIROS TAPAJONICOS.