Calendário: Paxiúba defende redivisão

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Faltam

dias para a realização do plebiscito sobre a criação dos estados do Tapajós e Carajás, marcado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para o dia 11 de dezembro de 2011.

Essa semana, o federal Dudimar Paxiúba (PSDB) subiu à tribuna da Câmara dos Deputados e fez um discurso em defesa da criação dos 2 novos estados.

– … a criação de novos Estados têm origem no pensamento coletivo, na consciência das populações acerca de suas identidades culturais e territoriais, que termina por engendrar uma necessidade de apropriação política de seus espaços de vivência e produção – declarou o parlamentar tucano.

AQUI, a íntegra do discurso dele.


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2 Responses to Calendário: Paxiúba defende redivisão

  • Meu amigo de codinome “jose roberto”, pelo seu relato somente e tão somente “econômico”, demonstra que o seu desejo é que os Novos Estados, Carajás e Tapajós, já fossem criados com suas economias estratosféricas, maiores ou idênticas as economias dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais. Companheiro, primeiro se cria os Estados, depois são implantados e naturalmente chegam-se os investimentos para o desenvolvimento, que pelo potencial da Região (mineral, madeireiro, ecoturismo, agropecuário, extrativismo vegetal etc.) será muito maior dos que seus exemplos citados no seu comentário acima.

    O Divórcio será definitivo e a vida de solterio fará com que o patrimônio triplique.

    VOTE “SIM” AO TAPAJÓS!!!

  • A divisão do Pará em três será objeto de inédito plebiscito organizado pela Justiça Eleitoral. Mas a quem interessa? No balanço entre vencedores e perdedores, todos ficam com menos e quem paga a conta é o governo federal – ou seja, o contribuinte. Se forem criados, Carajás e Tapajós vão custar aos cofres públicos pelo menos 9 bilhões de reais só para manter a administração dos estados.
    Marabá, a virtual capital de Carajás, está no topo da lista dos homicídios. Pelos dados mais recentes do Ministério da Justiça, é, proporcionalmente, a quarta cidade mais violenta do país. Foram 250 assassinatos em 2008 – 125 mortes para cada 100.000 habitantes. Tapajós, ainda que mais tranquilo, seria o segundo estado mais pobre do Brasil, com um Produto Interno Bruto (PIB) de 6,4 bilhões de reais – atrás apenas de Roraima.
    Para comprovar a tese, usam como argumento a criação de Tocantins. Esquecem que se trata do quarto estado mais pobre.
    Os favoráveis à tripartição, como o deputado Queiroz, querem que a escolha seja local. Não é o que pensa a professora de direito constitucional e eleitoral da Universidade de São Paulo (USP), Mônica Herrman Taggiano. “É bobagem segmentar a discussão. O estado inteiro deve participar, porém, por tradição, estas decisões são casuísticas e políticas”, disse.
    O PIB per capita de 12.500 reais de Carajás não se reflete na população. Em Marabá, 42% dos moradores vivem abaixo da linha de pobreza e o estado teria uma economia equiparável com Alagoas e Sergipe, respectivamente em 20º e 21º lugar no Brasil.
    Carajás seria pobre, mas não deficitário. Já Tapajós, estado que muito bem poderia se chamar Belo Monte, em homenagem à hidrelétrica, a dependência do dinheiro federal seria uma questão de sobrevivência. O custeio da máquina pública ali sugaria mais da metade da economia

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