
Podemos e PSDB já anunciaram que vão se fundir. No dia 5 de junho próximo os tucanos vão aprovar a fusão em convenção nacional. A movimentação já tem a aprovação do Podemos.
O novo partido passará a ter a quarta maior bancada do Senado, com 7 senadores, e a sétima maior bancada da Câmara, com 28 deputados federais.
A inciativa visa enfrentar a cláusula de desempenho, que exige das agremiações que obtenham 3% dos votos nacionais nas eleições de 2026 para que possam funcionar com fundo eleitoral e partidário, além de tempo de televisão.
No Pará, a tendência é que o novo partido seja comandado pelo senador Zequinha Marinho, retirando, assim, mais um partido da base do governador Helder Barbalho, no caso o PSDB.
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Não por acaso já se especula que os deputados estaduais Ana Cunha, Cilene Couto e Erick Monteiro deixarão o ninho tucano rumo ao MDB.
O ex-deputado Nilson Pinto deve seguir o mesmo caminho. O ex-governador Simão Jatene já deixou a legenda desde que os tucanos se aliaram a Helder Barbalho.
É o fim do PSDB paraense.
Presidência
O novo partido pretende lançar candidato à presidência da República se depender da vontade do presidente do PSDB, ex-senador Marcone Perillo, e da presidente do Podemos, deputada Renata Abreu.
O nome de consenso entre as duas legendas é o do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite que, apesar de ser filiado ao PSDB, vem conversando com o PSD de Gilberto Kassab.
O nome provisório da nova legenda é PSDB + Podemos.

❒ João Salame é jornalista, ex-deputado estadual, ex-prefeito de Marabá, onde nasceu. Além de editor-chefe do site Opinião em Pauta, onde o artigo acima foi publicado originalmente. Leia também dele: MDB detém sangria, mas oposição avança no Pará e ainda: Pesquisas acendem sinal de alerta para o grupo dos Barbalho em Santarém.
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