Vera Vera, Vera Que linda que era! Quem te ver hoje Não verá paz Vera, Vera dos arvoredos Vera, o que era Não volta mais… ——————————- De Nato Aguiar, atualmente residente em Itaituba. — ARTIGOS RELACIONADOSA flecha range os dentes. Por Gonzaga BlantezOs papagaios de Renato Sussuarana. Por Wildson QueirozFilho de Eriberto Santos disponibiliza poesias […]
Vera
Vera, Vera
Que linda que era!
Quem te ver hoje
Não verá paz
Vera, Vera dos arvoredos
Vera, o que era
Não volta mais…
Meu grande amigo e inesquecível parceiro de composição, Nato Aguiar,
Mesmo após tanto tempo que não conversamos, sequer por e-mail, achei que nossas composições continuavam sendo assinadas por nós.
Você lembra numa oportunidade em que nos apresetávamos no auditório do campus da UFPA, em Santarém, quando cantamos esse pequeno trecho de composição, que nós chamávamos de música inacabada? Então, na ocasião eu falei no microfone que, se o processo de extinção da nossa Vera Paz continuasse, terminaríamos a música, se não, ficaria só nisso mesmo…
Vai ver que é a poeira do tempo que embaça nossas lembranças e nos faz esquecer até mesmo do que não deveríamos. Tem nada não, continuo o mesmo Ney Mota daquele tempo, com seu CD Minha Tribo, no qual tem algumas composições minhas, que ouço quase todos os finais de semana. Continuo sendo seu fã e gostaria de lhe mostrar – quem sabe lhe oferecer para cantar – algumas composições minhas e escrever algumas outras canções.
Não canto há muito tempo, mas, você sabe, a música é contagiante, digo contagiosa. Quem é mordido por ela vai morrer com ela, por isso voltei a compor.
Grande Ney, longe de mim, brother, esquecer a nossa grande parceria. Você faz parte do meu melhor momento de criação musical. No tocante a esse poema, é que foi a parte da letra que eu te mostrei. Na verdade enquanto música, ela só ficou naquele ensaio musical. Remeti ao blog o poema. Porém, para não magoar o amigo eu pedirei uma correção e acrescentarei que da música (melodia) você teve participação. Portanto, me desculpe pelo deslize. No mais, estou neste endereço e aguardo contato. Abração.
Só mesmo à base de “tratamento de choque” para conseguir um contato seu (rs rs..). Como eu disse, estou longe da música há bastante tempo, mas aqui e ali escrevo (ou pelo menos tento) alguma coisa que acaba ficando legal. Estou em Brasília há 5 anos e pretendo fincar raízes definitivas por aqui. Apesar dos ‘mensalões’ e dos ‘arrudas’ dá pra levar a vida numa boa. Temos um bom festival aqui, o “Candango Cantador”. Nunca participei, mas sempre escrevo alguma coisa pensando nele, só que chega o tempo e eu acabo não inscrevendo nada. Quem sabe não seja esse ano… O meu caríssimo blogueiro, amigo e ex-professor de literatura Jeso carneiro está autorizado a te passar o meu e-mail.
Meu grande amigo e inesquecível parceiro de composição, Nato Aguiar,
Mesmo após tanto tempo que não conversamos, sequer por e-mail, achei que nossas composições continuavam sendo assinadas por nós.
Você lembra numa oportunidade em que nos apresetávamos no auditório do campus da UFPA, em Santarém, quando cantamos esse pequeno trecho de composição, que nós chamávamos de música inacabada? Então, na ocasião eu falei no microfone que, se o processo de extinção da nossa Vera Paz continuasse, terminaríamos a música, se não, ficaria só nisso mesmo…
Vai ver que é a poeira do tempo que embaça nossas lembranças e nos faz esquecer até mesmo do que não deveríamos. Tem nada não, continuo o mesmo Ney Mota daquele tempo, com seu CD Minha Tribo, no qual tem algumas composições minhas, que ouço quase todos os finais de semana. Continuo sendo seu fã e gostaria de lhe mostrar – quem sabe lhe oferecer para cantar – algumas composições minhas e escrever algumas outras canções.
Não canto há muito tempo, mas, você sabe, a música é contagiante, digo contagiosa. Quem é mordido por ela vai morrer com ela, por isso voltei a compor.
Grande abraço.
Neco Ney
Grande Ney, longe de mim, brother, esquecer a nossa grande parceria. Você faz parte do meu melhor momento de criação musical. No tocante a esse poema, é que foi a parte da letra que eu te mostrei. Na verdade enquanto música, ela só ficou naquele ensaio musical. Remeti ao blog o poema. Porém, para não magoar o amigo eu pedirei uma correção e acrescentarei que da música (melodia) você teve participação. Portanto, me desculpe pelo deslize. No mais, estou neste endereço e aguardo contato. Abração.
Caramba Nato!
Só mesmo à base de “tratamento de choque” para conseguir um contato seu (rs rs..). Como eu disse, estou longe da música há bastante tempo, mas aqui e ali escrevo (ou pelo menos tento) alguma coisa que acaba ficando legal. Estou em Brasília há 5 anos e pretendo fincar raízes definitivas por aqui. Apesar dos ‘mensalões’ e dos ‘arrudas’ dá pra levar a vida numa boa. Temos um bom festival aqui, o “Candango Cantador”. Nunca participei, mas sempre escrevo alguma coisa pensando nele, só que chega o tempo e eu acabo não inscrevendo nada. Quem sabe não seja esse ano… O meu caríssimo blogueiro, amigo e ex-professor de literatura Jeso carneiro está autorizado a te passar o meu e-mail.
Entra em contato.
Grande abraço
Neco Ney
Parabéns, Nato, pelo poema. Simples e de uma ternura saudosista arrebatadora. O verso 3 é a cereja deste poemeto. Do vera!