Do professor Romy Eduardo Castro, sobre o artigo Jatene, o aprofundamento da injustiça, da lavra de Evaldo Viana:
Com esses números, cai por terra o discurso de que se deve evitar os ressentimentos pós plebiscito. É lógico que devemos ficar ressentidos, magoados, ofendidos…
Devemos lembrar todos os dias que somos esquecidos e humlhados pelo “Pará que pode mais”. Vamos cerrar fileiras em favor do “Tapajós Sempre” e não esquecer nunca daqueles que nos fazem mal ou de quem os defende.
Ressentir-se é não se mostrar resignado.
TE METE A MACHO E QUEIMA A BANDEIRA E DEPOIS TÚ VAIS FICAR UM LADY NA FRENTE DA POLÍCIA E DA JUSTIÇA ! TE FAZ DE DOIDO QUE O PAU TE ACHA !!!!!!
Jeso, fiz esta pergunta ao povo santareno, mais ninguém me respondeu. Então faço a você! Se por ventura, antes de acontecer a votãção do plebiscito, fosse cogitado de a capital do Tapajós ser em outra cidade e não em Santarém. Digamos que Oriximiná fosse candidata a capital do Estado do Tapajós, a votação teria sido a mesma ? Tenho cá minhas dúvidas! acho que os tapajoaras usaram somente o CORAÇÂO.
Com você a palavra.
João, acredito que o resultado não seria outro. Essa questão de capital, ao meu ver, é acessória.
Poderíamos instituir o dia da vergonha. Poderia ser no dia em que se comemora a adesão do pará a independencia do Brasil. neste dia poderemos queimar bandeiras do parazinho em todas as cidades do Tapajós.