Poetas amazônicos. Tantos pontos

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Ponto

Ponto…
Que tanto ponto !
De partida, chegada.
Ponto de taxi, moto, ônibus.
Ponto de exclamação
ponto e vírgula.
Ponto é um ponto…
De amar, acabar…
Hora em ponto,
ponto de costura,
de encontro, de comer,
de ser ou não.
Ponto fraco, crítico,
nevrálgico, comercial.
Ponto esportivo,
cirúrgico.
Ponto em seguida.
Ponto disso, daquilo.
Ponto é ponto !
Ponto final.

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De Edwaldo Campos, poeta amazônico nascido em Alenquer e criado em Santarém, do Tapajós.

Leia também dele:
Senhora.
Elvira.
Obrigatório convite ao banquete.


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