Dom Tiago no “Memória Santarena”

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Livro-entrevista com dom Tiago

Será lançado hoje (1º) à noite, no V Salão do Livro do Baixo Amazonas, em Santarém, o 2º volume da série Memória Santarena, iniciativa do ICBS (Instituto Cultural Boanerges Sena).

O protagonista da nova obra é o norte-americano Tiago Rayan, ex-bispo de Santarém no período de 1958-1985 e que morreu com quase 90 anos.

O padre Edilberto Sena assina o prefácio de Dom Tiago, o missionário do Tapajós, que tem 174 páginas.

O livro reúne depoimentos sobre o sacerdote feitos por Emir Bemerguy, Manuel Dutra, José Baldino Vasconcelos, Lúcio Flávio Pinto, Gilberto Pastana, Nicolino Campos, Sidney Canto, entre outros.

Cristovam Sena, o número 1 do ICBS, é o organizador da coletânea, que inclui ainda uma entrevista de Wilde Fonseca com bispo.

O lançamento está previsto para às 20h30, no stand da Prefeitura de Santarém.

O V Salão do Livro do Baixo Amazonas, que encerra no próximo domingo (3), tem como palco o Parque da Cidade.

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2 Responses to Dom Tiago no “Memória Santarena”

  • Alguém destas pessoas que deu depoimentos sobre D. Tiago neste livro traiu o bispo nos anos 70 a ponto de ter ido ao comandante do BEC à epoca e ter denunciado D. Tiago. A consequência foi a intimação para o bispo comparecer perante o coronel fulano de tal e a consequente humilhação do lider católico. O bispo sempre soube quem o denunciou e assim continuou sua missão no Tapajós.

  • Caro Jeso,

    Neste ano de centenários importantes, de memoráveis figuras da nossa história, estamos falando muito de maestro Isoca e Dom Tiago, pessoas que sem dúvida merecem homenagens…

    Contudo, chamo a atenção para um CENTENÁRIO que “passou batido”, esquecido mesmo, apesar de ser de uma pessoa que muito trabalhou por duas cidades: Óbidos e Santarém.

    Trata-se de Dom Frei João Floriano Loewenau, nascido a 24 de maio de 1912, em Snopken, filho de Johan Loewenau e dona Augusta Loewenau. Foi Bispo de Santarém entre os anos de 1950 a 1957, quando foi transferido para Bispo da Prelazia de Óbidos, lá ficando até sua renúncia a 07 de dezembro de 1972.

    Fica aqui o registro para que possamos não esquecer de quem não esquecia do povo desta parte da Amazônia…

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