O Sindufopa, sindicato que congrega os docentes da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará), começou a preparar um relatório sobre a sobrecarga de atividades de ensino a que estão sendo submetidos vários professores da instituição.
O documento servirá como matéria-prima de denúncia a ser feita junto ao MPF (Ministério Público Federal).
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As aulas no PARFOR não são obrigatórias. O professor que escolhe (isto mesmo, é opção) dar aulas no PARFOR tem as seguintes opções: 1- Considerar estas aulas como parte de sua carga horária obrigatória e diminuir a quantidade de suas aulas nos cursos regulares, e portanto não receber bolsa; 2- Não considerar as aulas como parte de sua carga horária obrigatória, mantendo também sua carga horária regular, e portanto recebendo a bolsa mensal do PARFOR. O número de bolsas varia de acordo com a quantidade de aulas ministradas no PARFOR.
Em ambos os casos, o docente tem direito a diárias, quando dá aulas fora de Santarém.
Parece brincadeira…..Depois de quatro meses parado vem reclamar de excesso de trabalho. Além do mais ninguém é obrigado a ministrar aulas no PARFOR. Mas a maioria quer porque ganha um salario adicional (bolsa) e as diárias para quem sai de Santarém. Eu gostaria que o SINDUFOPA mostrasse os dados. Falar é muito fácil. Quais são os professores com excesso de carga horária, qual instituto pertence. Pois se isto ocorre ( o que duvido) é em alguns casos específicos, não da pra generalizar para a UFOPA. Assim como não da pra dizer que esse sidicato representa os professores da UFOPA. Nos informe quantos professores são filiados ao SINDUFOPA.
Estafa? depois de meses em greve? e os alunos, acham que também não estão assim?
Tem sido um ato criminoso que docente depois de um semestre estafante tenha sido obrigado ainda a ministrar cursos do PARFOR quanto deveria e precisaria descançar. Sem isso já volta para o semestre seguinte estafado e recompensa isso ficando mais tempo sentado do que no quadro.