A apresentadora Ana Maria Braga e a Rede Globo tiveram suas condenações mantidas pela 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça [STJ] e deverão indenizar em R$ 150 mil uma magistrada por críticas feitas a ela em rede nacional.
De acordo com o site Última Instância, em seu programa, Ana Maria fez crítica à decisão judicial que garantiu a liberdade provisória a um jovem que assassinou sua ex-namorada.
Ana Maria Braga, apresentadora da Globo: críticas a juíza
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Assediador moral do tipo “pitbull”.
A apresentadora teria divulgado o nome da juíza responsável pela decisão, pedindo que os telespectadores o guardassem, “como se esta tivesse colaborado para a morte da vítima”, segundo o acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
A juíza e sua família tornaram-se alvo de críticas e perseguições, o que levou a magistrada a mover ação por danos morais.
A Justiça entendeu que Ana Maria Braga extrapolou o direito constitucional de crítica e da livre manifestação do pensamento, bem como o dever de informar da imprensa.
Acho que a democracia e a liberdade de expressão foi pra cucuias. E por acaso o nosso sistema judiciário é confiável?
Espero q condenações como essa, não intimidem o direito à crítica.
Sem elas como poderemos aperfeiçoar nosso falho sistema.
O que vc chama de “direito à crítica”, na verdade trata-se de destruição de reputação que essa emissora pratica de forma contumaz. Exemplos existem às pencas.
Certamente essa ação resultou (até agora) em condenação de funcionário da globo porque foi movida por uma juíza.
Não podia ter lido notícia melhor! Será que vai sair no JN? Aguenta!
Chico Corrêa
Deveria responder isso para o pai da moça assassinada.
Se ele for audiência do blog, está ai! Tomara que saiba interpretar uma frase, ao contrário de você.
Chico Corrêa
Lamentável, mas os limites até dos nossos direitos e garantias constitucionais; precisam de rédeas. Quando extrapolamos os nossos e entramos nos limites alheios; ao exorbitar ferimos interesses outros. É mais ou menos assim : ” Quando falamos o que queremos falar de qualquer modo, quase sempre ouvimos o que não queremos ouvir “. Talvez seja uma democracia anarquísta ! Com inversões de valores ! Tenho dito.