Ainda indefinida a aliança PT-PMDB no Pará

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Blog do Jeso | Helder BarbalhoReportagem publicada hoje (30) no site Brasil 247 indica que a aliança entre o PT e o PMDB no Pará na eleição do próximo ano ainda nã está definida.

O apoio petista à candidatura a governador do ex-prefeito de Ananindeua Helder Barbalho (foto) estaria sendo costurado através do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB).

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¨O ex-governador Jader Barbalho trabalha pelo apoio petista ao seu filho Helder. Ele pode conseguir o seu intento, mas menos pela força da agremiação no Estado, e mais pela sua proximidade com o presidente do Senado, Renan Calheiros”, revela o site, em matéria não assinada.

Abaixo, a íntegra da reportagem:

Estrelinha

O PMDB mantém o cacoete de falar grosso com o governo, amparado por suas estruturas nos Estados, mas o vozeirão do partido não está botando medo na presidente Dilma Rousseff. As primeiras informações sobre o resultado da reunião deste sábado 30, na Granja do Torto, em Brasília, dão conta de que fechou-se, apenas, o apoio do PT ao grupo da governadora Roseana Sarney e seu pai,o senador José Sarney, no Maranhão. Os demais pontos de conflito de interesse continuam sem solução. Fizeram parte do encontro, além da anfitriã Dilma, o vice-presidente Michel Temer e o ex-presidente Lula.

O Rio de Janeiro é o Estado mais emblemático da perda de poder de pressão do PMDB. Ali, enquanto Dilma lidera com folga as pesquisas de opinião, o governador Sergio Cabral procura submeter o PT a apoiar seu vice Luiz Fernando Pezão na eleição de 2014. Por amizade com Cabral, Lula vai conseguindo adiar o desembarque do PT do governo fluminense, mas essa situação não poderá seguir indefinida. Os levantamentos de opinião mostram que Pezão é o lanterna na corrida eleitoral neste momento, chegando a aparecer em sétimo lugar nos mesmos patamares do estreante Bernardinho, do PSDB.

Por outro lado, o senador Lindbergh Farias disputa as posições da frente, aparecendo sempre próximo aos líderes Anthony Garotinho (PR) e Marcelo Crivela (PRB). Se Cabral não reconhecer a sua própria fragilidade, ele, que terá dificuldades para se eleger ao Senado, em razão de erros crassos de atitude pessoal e comunicação em seu governo, a aliança entre os dois partidos vai, necessariamente, ser rompida. A direção nacional do PT está fechada no apoio a Lindbergh.

No Ceará, a postulação do peemedebista Eunício Oliveira em ser o candidato apoiado pelo PT esbarra, igualmente, numa situação política bastante concreta. O governador Cid Gomes e seu irmão, o ex-ministro Ciro Gomes, desembarcaram do PSB recentemente num gesto que enfraqueceu o governador e presidenciável Eduardo Campos. Dilma e Lula sabem que a retribuição ao gesto será o PT apoiar o candidato dos Gomes, pelo Pros, apesar de não haver diferenças pessoais com Eunício. Ele, no caso, apenas está na partido que se enfraqueceu no Estado.

No Pará, o ex-governador Jader Barbalho trabalha pelo apoio petista ao seu filho Helder. Ele pode conseguir o seu intento, mas menos pela força da agremiação no Estado, e mais pela sua proximidade com o presidente do Senado, Renan Calheiros. Em nome das relações cordiais em Brasília, o PT deve aceitar subir no palanque de Renan para governador de Alagoas. Ele, por sua vez, costura, de quebra, o acordo a favor dos Barbalho. Mas essas alianças ainda vão demandar mais tempo para serem deglutidas dentro do PT. O quadro ainda não estaria suficientemente maduro.

De certo mesmo, para o momento, é a aquiescência dos petistas em relação a apoiar o grupo de José Sarney e sua filha Roseana. Tranquilizando o pai dela, o senador e ex-presidente Sarney – que pretende concorrer a mais um mandato pelo Amapá -, Dilma e Lula tem meio caminho andado para a manutenção da aliança nacional entre os dois partidos. O que não significa que irão ceder facilmente a um tipo de pressão que, se funcionou no passado, no presente não tem a mesma força de antes.

O problema é que estão sobrando intenções de voto para o ex e a atual presidente, enquanto muitos peemedebistas não se destacam nas cenas regionais.


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9 Responses to Ainda indefinida a aliança PT-PMDB no Pará

  • Não simples, no Rio não é somente partidos e sim candidatos. Mas vejo que a quebra de aliança trará dificuldade para ambos partidos.

  • O PT tem que apoiar o PMDB, porque o PMDB apoia o PT. Em Brasilia é Dilma-PT e Temer-PMDB, em Santarém foi Maria-PT e Zé Rocha-PMDB, e em Belterra Dilma-PT, só governa porque se aliou a Oti Santos-PMDB. Se o PT não apoiar o PMDB, vamos apoiar o Jatene e ai JaEra para o PT.

  • gente sera que esse pessoal do PT naó tem vergonha na cara oque o Jader fez com eles em 2010 ainda é pouco pra eles sinceramente é muio nao ter vergonha.

  • O PT da Telma , do Tibério e do Chico ….. se aliando com Jader de novo …. me digas com quem tu andas !!!!

  • Nobres Petistas, se essa aliança prosperar, será o maior erro de estratégia dos vermelhos.
    Jáder tirou o PT do poder e agora quer enterrar de uma vez por todas.
    Helder e o PMDB não têm musculatura pra vencer essa próxima eleição, quer apenas deixar seu nome, como a melhor opção pra a próxima.
    Jáder vai enterrar de uma vez por todas o PT do Pará.

  • Gente, o que é isso?! O PT deveria lançar candidato e quem varasse pro 2º Turno apoiaria o outro. A aliança valeria a pena só no 2º turno. O Helder é fraquinho. Deve ter o mesmo percentual d votos do Priantes. Talvez o objetivo dele seja apenas lançar o seu nome e torná-lo conhecido pra 2018 vir com mais possibilidade…

  • O PT TEM QUE LANÇAR,CANDIDATO PRÓPRIO,PORQUE, APOIAR HELDER, SE HELDER TIVESSE LIDERANÇA ELE TINHA FEITO O SUCESSOR EM ANANINDEUA,SEU CANDIDATO SÓ TEVE 30 POR CENTO DOS VOTOS, AGORA EM PARAGOMINAS O PSDB ,,JÁ ESTAR NO COMANDO HÁ 20 ANOS,ISTO SIM É LIDERANÇA.

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