O IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) expediu licença para a realização de um diagnóstico arqueológico no polêmico loteamento Cidade Jardim, na rodovia Fernando Guilhon, em Santarém.
O coordenador do estudo será o arqueólogo Marcos Pereira Magalhães, com doutorado em História Social pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e atualmente ligado ao Museu Emílio Goeldi, com sede em Belém.
O loteamento pertence ao consórcio Sisa-Buriti.
As obras na área se encontram paralisadas há pouco mais de um ano, por questões ambientais.
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Loteamento da Buriti, na avenida Fernando Guilhon. Foto: arquivo/Celivaldo Carneiro
O diagnóstico licenciado pelo IPHAN tem apoio institucional do Museu Emílio Goeldi e do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
O prazo da licença é de 2 meses, a contar oficialmente a partir de hoje (23).
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O que importa é que estes projetos realizados com tantas armações, inclusive política, venha abaixo.
Acho que comentários como o do que se entitula “Bolinha” podem ser desprezados. É pra dar dó de quem está com a boca na biqueira da empresa em questão.
Ao que me parece tem muita gente com medo do que está sendo visto no processo.
É pra ficar com medo mesmo, pois na hora do pega pra capara os grandes correm ficam os pequenos bajuladores.
Caro Jeso gostaria que você verificasse para informar a população sobre a desapropriação de uma área após a ponte do Juá pela Prefeitura de Santarém para a construção do tão falado centro de convenções. Essa próxima ao terreno da Buriti será que vai passar por todas as etapas de liberação ambiental, tipo EIA/RIMA, estudos arqueológicos e parecer favorável dos movimentos ambientais. Além do valor pago pelos contribuintes santarenos pela área.
NA ÉPOCA DOS SEM TETOS,TIRARAM OS MESMOS COM O BICO DO COTURNO,COM UM PRETEXTO QUE ERA ÁREA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL=, QUANDO A BURITI ENTROU ACABOU A ÁREA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL, OU SEJA,DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS
Muito bem lembrando, Bolinha. Foi isto, mesmo ! Tratam-se de dois pesos e duas medidas…
Em 03 março de 1960 Enterrei próximo as margem do lago juá 24 garrafas de tatuzinho deitada, lógico que seca.
Caso alguém descubra o esconderijo favor devolver, pois hoje essa relíquia vale uma grana.
BOM DIA,MEU AMIGO JESO ,PELO ANDAR DA CARRUAGEM ACHO QUE ATÉ O PAPA FRANCISCO VAI AUTORIZAR A BURITI ACABAR DE VEZ, COM O LAGO DO JUÁ ,AGORA O QUE ME PREOCUPA É O SEGUINTE,QUANDO OS SEM TETOS I NVADIRAM ,NEM MPF,NEM ONG NEM O SATANÁS VIU NADA, QUANDO A BURITI COMEÇOU A DESMATAR TUDO, A MESMA COISA NEM IBAMA,NEM SEMA NEM MPF,NEM O SATANÁS VIU,AGORA TEMOS QUE FAZER É UMA CAMPANHA PRA DERRUBAR TUDO, POIS É MUITO LARI,LARI E NA PRÁTICA,FAZEM O QUE QUEREM E FICA POR ISTO MESMMO VIVA O ATERRAMENTO DO LADO DO JUÁ VIVAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Caros,
Importante e necessária essa medida.
Há necessidade de outros diagnósticos, como o inventário da proteção do solo oferecida pela vegetação derrubada que evitavam a lavagem e o carreamento de sólidos para dentro do lago e do rio.
É necessário, também, diagnosticar as situações impostas aos recursos hídricos superficiais e subterrâneos decorrentes das obras ali desenvolvidas.
É necessário, também, diagnosticar aspectos de intrusão visual provocado pela brusca alteração daquela paisagem.
Há necessidade de diagnosticar, também, a especulação fundiária estimulada pelo empreendimento. Há sim necessidade de avaliar melhor tal empreendimento. E se isso for feito, acredito que SISA/BURITIS devem, e muito, à sociedade de Santarém.