A operação Crisol foi deflagrada hoje em quatro cidades – São Paulo, Oiapoque, Macapá e Itaituba
Agentes da PF, armados, cercaram a Ourominas na manhã de hoje
Agentes da Polícia Federal estão em Itaituba hoje, 8, participando de uma operação cujo alvo é a filial na cidade da Ourominas, empresa de compra de ouro com atuação em todo o território nacional.
O prédio da empresa está cercado por agentes da PF fortemente armados.
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Lá dentro, policiais estão vasculhando documentos da Ourominas.
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Empresas que atuam no ramo de compra e venda de ouro em Itaituba fecharam as portas.
Os policiais chegaram numa aeronave da PF, que pousou no aeroporto de Itaituba ao amanhecer.
No release abaixo, da Agência da PF, mais informações sobre essa operação.
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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã, 8, a Operação Crisol, que investiga uma das maiores empresas do ramo de distribuição de valores mobiliários – DTVM do país.
Estão sendo cumpridos 47 mandados judiciais, sendo seis prisões temporárias, 13 conduções coercitivas e 28 mandados de busca, nas cidades de Macapá/AP, Oiapoque/AP, São Paulo/SP e Itaituba/PA.
A Justiça Federal determinou o bloqueio de bens da empresa na ordem de R$ 100 milhões de reais. Ainda foram autorizados o bloqueio de contas, bens e valores dos investigados, além da suspensão das atividades de empresas.
Durante as investigações, a PF apurou que o ouro era retirado de garimpos ilegais de várias regiões do país e transportado de avião para São Paulo. A organização criminosa, que atua nos estados de Mato Grosso, Pará, Amapá e São Paulo, chegou a movimentar cerca de 180 quilos de ouro por semana, o equivalente a R$ 27 milhões.
No decorrer das investigações foi apreendido cerca de 70 quilos de ouro, transportado ilegalmente do Pará para São Paulo. Um policial federal, que foi aliciado pelo grupo para interferir no andamento das investigações, também foi alvo da operação de hoje.
Os investigados, na medida de suas participações, poderão responder pela prática dos crimes de contrabando, lavagem de dinheiro, usurpação de matéria-prima da União e organização criminosa.
O nome da operação faz referência ao instrumento utilizado na fundição de metais como ouro e prata.
Parabéns PF,
A próxima etapa é nas análises dessas licenças para extração de ouro!
Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã, 8, a Operação Crisol*, que investiga uma das maiores empresas do ramo de distribuição de valores mobiliários – DTVM do país.
Estão sendo cumpridos 47 mandados judiciais, sendo seis prisões temporárias, 13 conduções coercitivas e 28 mandados de busca, nas cidades de Macapá/AP, Oiapoque/AP, São Paulo/SP e Itaituba/PA.
A Justiça Federal determinou o bloqueio de bens da empresa na ordem de R$ 100 milhões de reais. Ainda foram autorizados o bloqueio de contas, bens e valores dos investigados, além da suspensão das atividades de empresas.
Durante as investigações, a PF apurou que o ouro era retirado de garimpos ilegais de várias regiões do país e transportado de avião para São Paulo. A organização criminosa, que atua nos estados de Mato Grosso, Pará, Amapá e São Paulo, chegou a movimentar cerca de 180 quilos de ouro por semana, o equivalente a R$ 27 milhões.
No decorrer das investigações foi apreendido cerca de 70 quilos de ouro, transportado ilegalmente do Pará para São Paulo.
Um policial federal, que foi aliciado pelo grupo para interferir no andamento das investigações, também foi alvo da operação de hoje.
Os investigados, na medida de suas participações, poderão responder pela prática dos crimes de contrabando, lavagem de dinheiro, usurpação de matéria-prima da União e organização criminosa.
*O nome da operação faz referência ao instrumento utilizado na fundição de metais como ouro e prata.
Será concedida entrevista coletiva às 14 horas, na Superintendência da Polícia Federal em Macapá/AP.