Secretarias de Saúde e Educação são alvos de críticas na Câmara de Santarém

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Até fogo amigo foi disparado hoje na tribuna da Câmara contra as duas secretarias em Santarém

Dayan Serique, vereadorDayan Serique, críticas dirigidas para a Semed

 
Semsa (Secretaria Municipal de Saúde) e Semed (Secretaria Municipal de Educação) em Santarém foram bombardeadas hoje, 6, na tribuna da Câmara de Vereadores.

Vereadores da oposição, como os tucanos Ney Santana e Jandeílson Pereira, além de André do Raio X (PSDC), cobraram eficiência na gestão do secretário Edson Ferreira (Saúde).

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Santana foi mais a fundo, e revelou uma dado assustador: disse que o número de óbitos no HMS (Hospital Municipal de Santarém) saltou de 42, registrados em dezembro do ano passado, para 142 – em janeiro deste ano.

A gestão de Marluce Pinho (Educação) teve até fogo amigo.

O governista Dayan Serique (PPS) denunciou demissões e perseguições contra “profissionais que há anos contribuíram com o aprendizado de crianças e jovens no município, atuando em sala de aula por competência técnica”.

Valdir Matias Júnior (PV) fez coro às críticas.

Líder do governo na Câmara, Henderson Pinto (DEM) ouviu tudo calado.

Com base em informações da Ascom/Câmara de Santarém


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6 Responses to Secretarias de Saúde e Educação são alvos de críticas na Câmara de Santarém

  • NÃO QUERO SER IMPERTINENTE, MAS ACHO QUE O DAYAN ESTÁ FAZENDO MÉDIA PARA TIRAR O FOCO DO DESFECHO DO “INCIDENTE” ENVOLVENDO A FAMÍLIA SERIQUE, CONSIDERANDO ESTA “PROATIVIDADE” DO NOBRE EDIL EM DEFESA DA POPULAÇÃO SANTARENA QUE SOFRE POR FALTA DE SAÚDE E EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.

  • Infelizmente o CAOS na saúde é NACIONAL. Falta de tudo nos hospitais e postos, porém, isso é resultado de uma crise GRAVE na arrecadação FEDERAL. Os estados e municípios (principalmente os pequenos ) sofrem com a falta de recursos adequados. Os poucos que se dispõem muitas vezes são destinados a judicialização da assistência.

    Se existe corrupção, não quero entrar neste mérito, apenas vejo que o sub-financiamento federal da saúde publica esta chegando no limite da calamidade.

    Como resolver?? Simplesmente NÃO depende apenas de prefeitos/governadores.
    Depende de uma reformulação do financiamento da Saúde. E isso tem que partir da esfera nacional.

    Para entender, basta ler a constituição. Diz que ” saúde é um direito de todos e um dever do estado”. PORÉM…., quem paga essa conta já que dentro do Brasil temos vários tipos ($$$) diferentes de “estado”.

    A Municipalização da saúde nos anos 90 “criou” um serio problema. Existe “estados” (municípios) ricos que podem sustentar sozinhos a sua saúde sem as ” migalhas” da União. Porém, tem “estados” (municípios) pobres que não podem fazer isso, pois não tem meios para arrecadar impostos ( leia-se Falta de industria, Fabricas, acesso, asfalto, e etc…).

    Ou se faz uma reforma no modelo de financiamento/assistência da saúde publica desse país, ou vai ficar impossível a continuação do SUS no Brasil. Essa reforma poderia começar assim:

    1) Criação de concurso público FEDERAL, nos moldes do Judiciário, para os trabalhadores da Atenção Básica e Urgência Hospitalar, fornecendo PISO SALARIAL, com progressão trabalhista e carreira de estado.

    2) Participação do Governo FEDERAL no salário da Atenção Básica e das Urgências Hospitalares, evitando que os municípios pequenos fiquem com toda esse responsabilidade.

    3) Reajuste da tabela SUS, com melhoria dos valores pagos aos procedimentos hospitalares. Isso incentivaria o convenio do SUS com a Rede Privada, desafogando assim os hospitais públicos lotados.

    4) Criar um sistema de “Cupons” para os usuários do SUS. Com esse método, o SUS prestaria serviço através de hospitais particulares e reduziria a fila de espera dos exames.

  • O Henderson ouviu tudo calado porque ele, juntamente com o Erasmo Maia e a vereadora Maria José Maia comandam todo o esquema dentro da SEMED. A Marluce só faz cumprir ordens. Assim como o prefeito.

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