Se eu Fosse um Padre
Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,
não falaria em Deus nem no Pecado
– muito menos no Anjo Rebelado
e os encantos das suas seduções,
não citaria santos e profetas:
nada das suas celestiais promessas
ou das suas terríveis maldições…
Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,
Rezaria seus versos, os mais belos,
desses que desde a infância me embalaram
e quem me dera que alguns fossem meus!
Porque a poesia purifica a alma
… a um belo poema – ainda que de Deus se aparte –
um belo poema sempre leva a Deus!
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De Mário Quintana, poeta brasileiro.
Correto, Jeso. Depois da leitura criteriosa, vamos analisar coletivamente em seu blog. É um ótimo trabalho do Chico, ele procura retratar de maneira simples a decadência econômica e social da família brasileira nos últimos séculos.
Abraços!
Vamos sim, Maralice! Estou finalizando a leitura. O que me salta os olhos são as lembranças à mancheia, desordenadas, engraçadas do personagem principal.
O frio está bem acompanhado na Pérola do Tapajós, vinho, queijo, poesias de Quintana, ainda, aconselho, Leite Derramado de Chico Buarque, para o bom deleite dos intelectuais, rsrss…Bom proveito!!!!!
Maralice, o livro do Chico é muito bom. Requer apenas uma leitura bem atenta!
Jeso, um amigo meteorologista me ligou dizendo que em Santarém pode chegar uma frente fria, onde a temperatura chegará aos 20 graus. Caso aconteça, estás convidado tomar um vinho chileno no terrace do Nossa Casa, o queijo é por tua conta. Fica o convite.
Que venha essa frente fria, Dudu. O queijo já está engatilhado.