Filme com Laurimar Leal vence no RJ

Publicado em por em Arte

14 Responses to Filme com Laurimar Leal vence no RJ

  • alguém sabe me informar se o Laurimar já foi professor em algum momento? se sim, onde atuou como docente?

  • No ano passado falei sobre um Twiter Bar homenageando o Laurimar Leal. Em tempos de carnaval, é uma boa oportunidade, levá-lo para cantar e com exposição de fotografias das suas criações do melhor que já existiu no carnaval de Santarém. Eu vi e dancei na avenida, graças a Deus.
    Obrigadíssima Laurimar, o melhor dos velhos tempos, a minha alegria agradece.

  • Todas as opiniões registradas sobre o Laurimar são procedentes. Pude constatar suas inúmeras virtudes, como cantor, compositor, artista plástico e principalmente como guardião da memória de Santarém, o que mais me chama atenção como historiadora.
    Soube agora em janeiro que o Teatro Vitória será reinaugurado após reforma e restauro e a aguia que guardava carinhosamente no Museu já foi entregue para ser colocada no seu devido lugar. E parece que vai cantar no evento.
    Ele é assim, falante, simpático, carinhoso, crítico e sintetiza Santarém, a cidade que aprendi a amar.
    Vou ver o filme Laurimar e com certeza não me espantarei com a pobreza da sua casa, embora ache que você merece muito mais como diretor do Museu, como museólogo, como historiador, como contador de histórias, como comprador de relíquias.
    Cadê o DAS pertinente?

  • Santarém é genial em cultura privilegiada, mas não preserva nem suas raízes.LAURIMAR DOS SANTOA LEAL DEVERIA TER UMA VELHICE ,MAS confortável cadê a prefeitura de SANTARÉM para lhe proporcionam a tão grandiosa valorização em vida.Exploram seus conhecimentos que são múltiplos para enriquece nossa cultura que necessita se preservada que aos poucos perde suas raízes. UM APELO A LAURIMAR QUE NECESSITA DE MELHORES CUIDADOS…

  • No fim de 2009 ouvi falar por amigos da área de vídeo sobre a feitura de um documentário sobre o Laurimar Leal por uma equipe do Rio Grande do Sul…e na ocasião até comentei ” a gente não faz por que não consegue patrocínio e outros de longe vem fazer por que o conseguem”. Em meados de junho/julho de 2010 o documentário foi lançado oficialmente no Terminal Turístico de Stm para uma boa platéia. Acabei perdendo a oportunidade de assistir, mas ouvi muitos comentários jocosos quanto ao nosso artista, que na realidade é mais uma vítima do esquecimento. As pessoas se chocaram com o estado da casa do Laurimar, do lixo, dos gatos e patos que infestam a casa de excrementos, etc… apesar desta parte não durar 3 minutos do vídeo, mas foi o que as pessoas mais prestaram atenção. Só puder confirmar isso algumas semanas depois, quando conheci os diretores que me deram um DVD de presente. Fora isso, Laurimar dá um show de conhecimento e talento musical ao cantarolar nossa cultura sentado na mesma cadeira em que fica horas a fio no museu João Fonna como uma estátua viva. Aprendi muita coisa histórica assistindo a esse DVD, que tecnicamente deixa um pouco a desejar, mas merece vários prêmios pelo seu conteúdo importantíssimo.
    Agora em dezembro, fui ao museu assistir ao ensaio de um grupo de teatro. Fiquei na entrada, pois os atores estavam se exercitando por todo o sagão da frente, mas da porta eu via o LAURIMAR sentado. Era sábado de manhã e como estava chovendo bastante, as janelas estavam fechadas e até achei bastante escuro, mas imaginei que fosse contenção de despesas. Nessa hora, chegam 8 turistas paulistas para visitar o museu e eu pedi para um garoto avisar ao Laurimar para ligarem as luzes. Só que o tour foi feito na penumbra mesmo com algumas poucas janelas abertas. Confesso que fiquei constrangido pelo nosso principal museu estar naquele estado e depois que os visitantes saíram eu fui questionar o Laurimar sobre o acontecido e ele me respondeu: ” ê Loureiro, sabes quantas lâmpadas queimadas tem aqui? 32 !!! e eu tenho que pedir ajuda das pessoas pois a prefeitura esqueceu isso aqui…e tem mais Loureiro, eu gostaria que tu investigasses pra mim uma coisa que quando ouvi, não acreditei…um rapaz da receita federal me questionou sobre se a verba da prefeitura para cultura estava realmente sendo usada pois era mais de 3 milhões e meio!…eu fiquei pasmo Loureiro…vê isso pra mim, por favor”.
    Bom, ainda não voltei lá pra responder a pergunta, mas li na imprensa que a verba alocada em 2010 para a CULTURA em Santarém foi de 5 milhões !!! …
    Depois o Laurimar começou a falar sobre a repercussão negativa do DVD, pois muitos o criticaram por ele ter mostrado a residência no vídeo, mas que ele foi pego de surpresa, pois não sabia que eles tinham filmado a casa, que tinha sido enganado, etc…mas eu o interrompi e disse que aquilo era importante de ter aparecido, pois só assim as pessoas iriam acordar e dar mais valor à ele…enfim, os prêmios estão vindo pra confirmar isso.

  • Jeso, sabes me dizer com faço para conseguir este documentário? Quero utilzá-lo nas fauldades nas aulas de Sociologia da Amazônia, quando discutimos cultura amazônica.

  • Amigo JESO,
    è um dever do governo estadual proporcionar uma velhice mais tranquila ao nosso ilustre irmão, cadê os nossos deputados ?, LAURIMAR LEAL ontem era paparicado e hoje quando mais precisa é despresado, o gente ingrata.

  • Que boa notícia! O Laurimar é fantástico!

    Conheci ele ao desenvolver um projeto sobre músicas folclóricas santarenas (que está aqui: https://www.fabiocavalcante.com/folcloresantareno/ ) e fiquei impressionado com a memória, a voz e a disposição dele. Ele fala com profundidade e entusiasmo sobre muitas coisas daqui da região. É impressionante – deviam haver muito mais registros dele, e de fácil acesso pro público.

    Nessa entrevista ele canta um monte de melodias tradicionais daqui – https://www.youtube.com/watch?v=xHV_sWXzzZk

    Parabéns ao Laurimar e aos cineatas pelo prêmio. Queria ver o filme inteiro agora!

  • A propósito da música “Pratos Regionais”, eu escrevi o seguinte no encarte do CD “Sinfonia Amazônica” (volume 2; não é o volume 1, como falei antes…):

    PRATOS REGIONAIS – samba (1936), de Wilson Fonseca e José Agostinho da Fonseca, para a revista teatral “Olho-de-Boto”, de Felisbelo Jaguar Sussuarana (Mundico Malagueta), encenada no Teatro Vitória, de Santarém. Felisberto Sussuarana narra que “1936 foi um ano de tempo cheio. (…) A redação da revista cavalgava no seu albino de papel e o elenco, selecionado entre amadores de bom talento, preparava-se para ensaiar os seus papéis, enquanto à parte da atividade teatral o cancioneiro santareno aumentava com a composição de novas canções, principalmente da dupla Felisbelo Sussuarana/Wilson Fonseca…”. A revista “Olho de Bôto” foi levada à cena, a 19 de julho de 1936, no Teatro Municipal Vitória. (…) O bom êxito literário da revista consagrou meu pai, definitivamente, como revistógrafo no bom sentido do gênero, não nacional porque regional onde o regional, parte do nacional, só precisava de estar, por exemplo, na área de vizinhança da capital federal para ser nacional” (“O Mergulho…”, p. 57-58). Eis alguns dos personagens da revista: Plutão (Pedro Botelho), Prosérpina, Aguazil, Zé Minhoca, Mulata, Puçanga, Cachaça, Melindrosa, Cheiro de Garrafa e diversos “Pratos” de comidas típicas da região. É ainda o filho do autor do libreto (Felisberto) que descreve o perfil dos principais papéis: “Plutão, revestido de Pedro Botelho, inspirador confesso das esquerdas, naturalmente taxado pela propaganda política da época, é contudo um diabo simpático, com a consciência digna dum estóico, e tem todos os vícios – e virtudes – dos maridos terráqueos: fica fã da mulata, gosta da caninha de Abaetetuba, usa do olho-de-bôto, tapeia a mulher, balança num samba ou batuque e, olhem, saboreia paxicá e muqueca de jaraqui, adere à admiração dos pitéus femininos. Prosérpina, sem dúvida acentuada Proserpina na dição da peça, é uma dona de casa muito encontrada pelo país, desconfiada tolerante do marido, algo oposta a ele na questão do regime infernal. Zé Minhoca, um bondoso brasileiro de Santarém, arejado na Santarém que era uma cidade aberta entre todas as distâncias, é um predecessor dos primos-pobres que andam por aí, tipo conclusivo do homem brasileiro que quer do mundo a sua parte de sobrevivência e respiração, reacionário a idéias que lhe pareçam perigosas porque OUTRAS, mas capaz de pactuar com o diabo, em sim mesmo nem Fausto nem São Frei Gil de Santarém, um pobre diabo que vende a alma ao diabo para não ser tão pobre, apenas por ‘trabalho e barateamento de vida’” (“O Mergulho…”, p. 291). Por seu turno, o próprio Isoca lembra que “Paulo Rodrigues dos Santos, antes de “Cadê Nhá Cularinda?”, tentou encenar outra peça, cujo título não me ocorre. Levou duas ou três letras ao papai para ir adiantando a aplicação de música. Papai começou por uma para o quadro “O Fósforo”, que havia subido de preço pela primeira vez, creio. Não localizei essa música, mas encontrei no velho guarda-roupas de mamãe a melodia que aproveitei para o estribilho de “Pratos Regionais”. Ignoro para que quadro da projetada revista se destinava o fragmento encontrado” (cf. Wilmar Fonseca, no livro “José Agostinho da Fonseca – O Músico Poeta”, p. 136). A música é uma delícia: paxicá, pimenta, tartaruga, limão, tucunaré de escabeche, sarapatel, pato no tucupi, moqueca de jaraqui. Com o tempero mais do que afinado do Coral “Expedito Toscano”, ninguém resiste: “que pratinhos saborosos, minha terra sabe ter!…”.
    Abraços,
    Vicente Malheiros da Fonseca.

  • Olá, Jeso:

    Parabéns ao amigo Laurimar Leal (realmente, uma lenda viva de Santarém) e aos cineastas Miguel Ângelo, Bob Barbosa e Chico Caprário, pela concessão do merecido 1º lugar na 7ª Mostra de Cinema Popular Brasileiro, realizado em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, no final de 2010.

    Lembro-me de que em outubro de 1972, o Laurimar participou da extraordinária “Semana de Santarém”, realizada no Theatro da Paz, então sob a direção do Maestro Waldemar Henrique.

    Há registro do evento no LP “Santarém do Meu Coração” (Semana de Santarém), com a gravação, ao vivo, de algumas músicas executadas.

    É o caso, por exemplo, da música Pratos Regionais (samba, 1936), de autoria de Wilson Fonseca e José Agostinho da Fonseca, com letra de Felisbelo Sussuarana (peça integrante da Revista Teatral “Olho-de-boto”).

    Trata-se de arranjo musical escrito por Wilson Fonseca, para Coro a 4 vozes mistas e Piano.

    Eis os intérpretes dessa gravação, alguns já falecidos: “Os Tapajônicos” (Sopranos: Iris Fona, Nélia Dias, Eulália Matos, Marigilda Neves, Cecília Simões e Conceição Fonseca. Contraltos: Helba Barros, Helena Meira, Regina Silva, Graça Campos, Salete Campos e Neide Sirotheau Corrêa. Tenores: Antônio Waughan, Laurimar Leal e Vicente Fonseca. Baixos: Augusto Simões, Tadeu Maia, Nelson Meira e José Wilson Fonseca). Piano: Wilson Fonseca (Isoca). Regência: Wilde Fonseca (Dororó).

    Como se observa, Laurimar Leal integrou o Coro dos Tapajônicos, naquela ocasião. Aliás, ele é um dos bons cantores de Santarém, além artista plástico, que já brilhava, em várias modalidades artísticas, desde o tempo de estudante, no Colégio Dom Amando, em diversos eventos culturais.

    Na impossibilidade de enviar a gravação mencionada, sugiro que ouça o mp3 extraído do CD “Sinfonia Amazônica” (volume 1), na interpretação da Orquestra Jovem “Maestro Wilson Fonseca” e Coro “Expedito Toscano”, sob a regência de José Agostinho da Fonseca Neto (Tinho). Gravação: Midas Amazon Studio, Belém-PA. Produção Fonográfica: Bahamas Songs & Music do Brasil Ltda., São Paulo-SP. BSMB 0016.

    Confira neste link:

    https://www.sendspace.com/file/p1hx5v

    Ainda sobre o Laurimar.

    Nos anos de 1977 e 1978, a pedido dele, eu compus as músicas TEMPOS DE CRIANÇA (samba-enredo) e “LENDAS E MITOS” (samba-enredo), a primeira com letra de Emir Bemerguy e a segunda com letra de Renato Sussuarana, para os carnavais santarenos de 1978 e 1979. Foram sambas de enredos da Escola Ases do Samba, dirigida pelo artista santareno Laurimar Leal.

    Eu tenho, em meus arquivos, gravações domésticas dessas músicas, em fita cassete.

    Eis as letras das duas músicas, que aqui disponibilizo como homenagem ao Laurimar Leal:

    TEMPOS DE CRIANÇA
    (Samba Enredo da Escola “Ases do Samba”, de Santarém-PA, para o Carnaval de 1978)
    Letra: Emir Bemerguy (Santarém-PA, 20.08.1977)
    Música: Vicente Fonseca (Santarém-PA, 17.12.1977)

    (Refrão)
    Homenagem às crianças
    Este samba aqui contém!
    Elas são as esperanças
    Da formosa Santarém!

    Regressamos ao passado,
    Recordando um tempo amado,
    Sem trabalho, sem canseiras.
    Sob as luzes da avenida,
    Volta a infância tão querida,
    De gostosas brincadeiras.

    PAPAGAIOS coloridos…
    Os PIÕES… Os alaridos
    Das PELADAS na porfia…
    E no CIRCO fabuloso
    O PALHAÇO escandaloso
    Que as platéias divertia.

    Ó NATAL das “PASTORINHAS”!
    Além delas, também tinhas
    Nosso bom PAPAI NOEL.
    SÃO JOÃO ficou por lá,
    Com FOGUEIRAS, BOI-BUMBÁ,
    ARRAIAIS e CARROSSEL.

    O PINOCHIO, a CINDERELA…
    Quanto riso a infância bela
    Trouxe ao pobre como ao rico!
    “PAI FRANCISCO”, “TORORÓ”,
    “CIRANDINHA” e vejam só:
    “PATO DONALD” e o “TICO-TICO”!

    Desse tempo já distante,
    Da legal RODA GIGANTE,
    Nostalgia o peito invade,
    E põe logo a gente triste,
    Pois, de tudo, hoje existe:
    Só um samba e uma saudade!….

    Obs.: No início, no final e entre o Refrão e cada uma das estrofes canta-se, em ritmo de samba, a cantiga-de-roda denominada “Senhora Dona Sancha”.

    ……………………….

    LENDAS E MITOS
    (samba enredo)
    Letra: Renato Sussuarana (Santarém-PA, 01.02.1979)
    Música: Vicente Fonseca (Santarém-PA, 03.02.1979)

    Estribilho
    Hoje estamos na avenida
    Pra fazer exaltação:
    LENDAS E MITOS desta terra
    Já contaram em profusão
    FIRMO ANTÔNIO, FELISBELO,
    Também FONA e LUCIANO,
    Mestre PAULO RODRIGUES DOS SANTOS
    E o Maestro ZÉ AGOSTINHO!

    I
    Personagens de nossas estórias
    Para muitos têm vida real.
    CURURU, CURUPIRA e o BOTO
    Aqui vêm pra brincar o carnaval.

    II
    O travesso SACI PERERÊ
    A JAQUIRANABÓIA, o ANHANGÁ,
    SOL e LUA são lendas que enriquecem
    O folclore do nosso Pará.

    III
    Vindo à tona do rio Amazonas
    A encantar com seu canto e assovio,
    A IARA conquista contente
    Mil guerreiros pro fundo do rio.

    IV
    Por miragem em busca da estrela
    Lá no lago ARARI se lançou
    E a LUA com pena da moça
    Em VITÓRIA-RÉGIA a mudou.

    V
    Sob as bênçãos do grande TUPÃ,
    Em Maués fez cacique plantar
    Os olhinhos de um curumim
    E depois GUARANÁ viu brotar.

    VI
    Entre luzes num céu colorido
    MÃE DO OURO um dia chegou
    Derramando estrelas brilhantes
    Que na terra em ouro virou.

    Vivos e mortos que fizeram e fazem história merecem nosso respeito e nossa admiração.

    Será que alguém aí em Santarém poderia transmitir ao Laurimar este registro? Desde logo, fico muito grato.

    Feliz 2011, amigo Laurimar!

    Abraços do

    Vicente Malheiros da Fonseca
    (filho de Wilson Fonseca – maestro Isoca)
    https://www.trt8.jus.br/juiz/juizes_togados.asp

  • Dá um orgulho “danado” saber dessas notícias a respeito do Laurimar Leal, um leal amigo dos meus tempos de ginasiano do Dom Amando, nos anos 50.
    Já naquela época Laurimar exibia seus dotes de cantor e habilidades com trabalhos manuais.
    A casa onde ele morava (salvo engano, na Rua Galdino Veloso) era sempre um ponto de encontro para sairmos para o que chamam hoje de baladas.
    Nas festas de aniversários dos amigos ou em sorvetadas no velho Mascote, a presença de Laurimar tinha o dom de dar um cunho especial ao evento.
    Santarém tem que orgulhar-se dum filho do quilate de Laurimar Leal.

  • Um artista de importância impar e do quilate de LAURIMAR LEAL deve ter um tratamento mais respeitoso por parte da Prefeitura Municipal de Santarém, digo isto pelo seguinte motivo: Quando fui juntamente com um amigo, do Rio de Janeiro, visitar o Museu João Fona me deparei com uma triste cena, LAUREMAR LEAL estava dentro de uma minuscula sala, na mais completa escuridão, não pela sua deficiencia visual (atualmente ele esta cego), mais sim por a sala em que se encontrava estava desprovida de iluminação.

    O artista então me solicitou uma contribuição para que pudesse mandar trocar a lâmpada queimada, atendi seu pedido e sai revoltado com a cena. É um desrespeito a esta ilustre figura da cultura santarena!

    A cadeira em que o mesmo fica sentado não é nada confortável e sua presença naquele local é praticamente ignorada pelos guias do museu. Se eu não o conheceçe o meu amigo não saberia que era aquele simpático ancião e sua importância para a cultura de Santarém.

    Peço ao poder público um pouco mais de respeito com este ilustre e digno representante das artes mocorongas e que lhe der mais dignidade e importância no museu, garantindo uma estadia mais confortável para um senhor de idade avançada e portador de deficiência

  • Li, um comentario aqui no blog, que estamos esqueçendo daqueles que fizeram a historia moderna de Santarem ( no topico sobre a morte do cecebuta). Laurimar Leal, representa uma pagina da historia moderna santarena, e merece que náo no Rio de Janeiro, mas aqui em Santarem, cultivemos, a pessoa, a arte o talento, de Laurimar Leal, e de tantos outros que fazem de nossa terra, um rincáo de arte. Que náo nos esqueçamos de MESTRE LAUDELINO, DE SEU MACHADINHO, MESTRE IZAURO, ODILSON MATOS, EDINALDO MOTA, SINVAL FERREIRA, DO SURDAO, e de tantos outros, que hoje, jáo náo nem sabemos quem é.

    Que possamos aprender a cultivar a presença dos vivos, e náo dos mortos, que depois de suas partidas, viram nome de escola, de aeroporto, de rodovia….

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *