Foto e texto: Arthur Alexander (*)

“Vista do paraíso”, feita no Mirante do Tapajós. Um final de tarde que todos os mocorongos apreciam diariamente
É publicitário e designer de interiores. Reside em Belém
Veja também dele:
BR-316: saída de Belém.
Foto e texto: Arthur Alexander (*)

“Vista do paraíso”, feita no Mirante do Tapajós. Um final de tarde que todos os mocorongos apreciam diariamente
É publicitário e designer de interiores. Reside em Belém
Veja também dele:
BR-316: saída de Belém.
Beautiful image of two of the largest rivers in the world coming together at a small city called Santarém.
Impressive! The photographer was born at the São Camilo Hospital (Maternidade), only a few blocks from the waterfront.
Belíssima imagem, profundidade perfeita mostrando o caminho de Manaus, por onde milhares e milhares de paraenses do Oeste enveredam. À direita, a direção de Belém atrai pouco. Isso é histórico, tanto que na capital da Zona Franca a palavra “paraense” significa originário do Oeste do Pará.
A cidade de Santarém teve a dádiva dos céus de ser incrustada nesse paraíso tão maltratado pela maioria dos seus habitantes, quanto àquela ,é trucidada pela autoridades que a administram e por nós que os elegemos. Ainda há tempo e urge nos redimirmos.
Gostaria de fazer uma pequena complementação a respeito da frase final no rodapé da foto, para ampliarmos, com um pontinho de inveja dos mocorongos, um fim de tarde que toda pessoa de bom gosto aprecia, infelizmente, não diariamente, como os mocorongos.
Como o assunto começou pelo “olhar do leitor”, gostaria de fazer um breve comentário sobre um assunto que tem me chamado particular atenção: “A DIFÍCIL RELAÇÃO COM A REALIDADE DA MUDANÇA DE OPINIÃO DO ELEITOR”
O paradoxo eleitoral da relação que alguns candidatos estabelecem com a realidade é muito interessante. Não há tolerância para as informações negativas, que são recebidas como erradas, destorcidas ou produtos da má-fé.
Se os números das pesquisas, própria ou dos outros, trazem informações negativas, é porque foi mal feita, e o culpado é o Instituto que a fez; se for pesquisa feita por outros, é porque foi manipulada para prejudicá-lo. Em resumo, a única pesquisa que ao final é aceita, é aquela que o traz na frente com substancial vantagem.
Felizmente existe uma boa possibilidade desse paradoxo encontrar uma solução, provavelmente no dia 07 de outubro, a noite, quando a voz dos eleitores, já materializada, irá pairar sobre todos, mesmo aqueles que se esqueceram, ou mesmo não quiseram ouvir a voz das ruas, e acabaram se confundindo como os únicos intérpretes das opiniões e preferências alheias.
Simplesmente maravilhosa essa Cidade abençoada por todos os deuses.
Parabéns pela fotografia