Peixes ao cesto na orla de Santarém
* Santareno, é artista plástico e fotógrafo amador
Veja também dele:
Natureza plastificada.
Papagaio no mamoeiro.
Pegadas.
Peixe seco na sarjeta.
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Meu amigo márcio, só você mesmo com esta visão maravilhosa de ver no cotidiano essas imagens que nos remeter a um saudoso passado de simplicidade e ao mesmo tempo de fartura da nossa região Amazônica. Parabens parceiro continue na luta pela descoberta na arte de fotografar. Aquele abraço!!!!!!!
Esses pacús me fazem lembrar da minha querida Aveiro e do meu tempo de infância por lá. Quantas e quantas vezes ficava esperando, sentado debaixo da mangueira defronte da casa da Dona Nenê Sá, os pescadores atravessar o rio tapajós para comprar uma ‘cambada’ para o jantar. Nossos amadores ‘profissionais’ pescadores da época eram o ‘seu Arinos’ e ‘seu Jovelino’, que moravam na rua da frente (hoje Avenida Humberto Frazão).
Olha, sem esquecer que o tempo em que ficava esperando os pescadores, logicamente estava apreciando as gostosas mangas já caídas, porque a Dona Nenê Sá não permitia, de jeito algum, alguém jogar pedras ou paus em sua mangueira.
Aliás, minha mãe sempre fazia, como hoje ainda faz, os pacús cozidos (no caldo branco) somente no cheiro verde (cebolinha, chicória e alfavaca).
Oh! tempo bom. Saudades.
Márcio, obrigado pela foto que me fez recordar.
Pôxa, esqueceste desse aracu aí, isso assado ou cozido, vai muito bem com farinha puba…
Que foto linda!! Me fez sentir saudades de quando o meu Pai avô chegava da pescaria, consigo até sentir o cheiro do peixe.
Nossa… Queria uns desses bem fritos com arroz branco, limão e pimenta …
Maravilha…
Que coisa gostosa!!!!