Poesia – Ouro e ócio

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Fragmentos de Um Evangelho Apócrifo

27. Não falo de vinganças nem de perdões; o esquecimento é a única vingança e o único perdão.

30. Não acumules ouro na terra, porque o ouro é pai do ócio, e este, da tristeza e do tédio.

33. Dá o santo aos cães, atira tuas pérolas aos porcos; o que importa é dar.

41. Nada se edifica sobre a pedra, tudo sobre a areia, mas nosso dever é edificar como se fosse pedra a areia…

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De Jorge Luís Borges, escritor e poeta argentino.


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2 Responses to Poesia – Ouro e ócio

  • Estava precisando desse 27, chegou na hora, ia fazer uma besteira. Agradeço a voce pela luz e ao poeta.
    Obrigado mais um vez Baixinho.

  • Boa noite meu nobre Jeso,

    Sábio esse poeta, os valores humanos infelizmente esta chegando ao fim, um simples gesto de dar a mão a quem precisa se tornou estender a mão em benefício próprio, uma gentileza como abrir a porta de um carro, puxar uma cadeira, ou levar uma rosa seja para quem for, é coisa de otário, acumular riquezas, ampliar seu patrimônio e se achar poderoso e rico é a meta de muitos, ter um padrão de vida confortável é válido feito com trabalho digno e honesto, agora conquistar um império com a desgraça de muitos para felicidade de poucos, é cruel!
    Nada se edifica se não tiver a caridade, respeito e solidariedade pelo próximo.
    Um Fraterno Abraço
    Paz e Luz
    José Luiz

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