Oscar
Formas flutuantes
ao ar
como que soltas.
Curvas graciosas
como que tortas
mortas como que sonhos.
São riscos de tua escrita
no ar.
São feitos de teu
trabalho
no mar.
Formas flutuantes artes
ao ar
curvas graciosas esculturas
de ferro
como que tortas.
Mortas, são riscos que corres
de que esses teus trabalhos feitos
sejam eternos.
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Ninguém merece
um oscar como tu,
Niemeyer…”
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De Hamilton Fernandes, poeta amazônico radicado em Macapá e nascido em Santarém. Poema feito em 15/12/2000.
Liiiiindo poema Hamilton… suave e deslizante, sugerindo os movimentos das curvas do arquiteto… Adorei…
Um abraçooooo