Vermelho
Tua,
de seda e feno
no transe da metáfora
a fenda soletrada-sol,
vala de luz, vocabulário
Tua, folhagem. O
olho
alcança o Olho,
desce aos infernos:
sonha o cabelo da urna,
o vermelho
da cifra, a ferida
no centro da fogueira
Tua, tua
— ARTIGOS RELACIONADOS
– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –
De Age de Carvalho, poeta amazônico nascido em Belém, do Pará.
Leia também:
Análise crítica da poesia de Age de Carvalho.
Caro Jeso,
Quero dizer-lhe que seu blog está fantástico, principalmente quando se fala em poesia. Parabéns!!! Convido você a visitar meu blog de poesias (umceudepoesias.blogspot.com) e se gostar, que torne um seguidor. Ficarei muito feliz. Um abraço e até breve!
Já favoritei o teu blog poético. Parabéns pela iniciativa!