por Celivaldo Carneiro (*)
A prefeita Maria do Carmo e o secretário municipal Marcelo Corrêa (Meio Ambiente) estão sem qualquer argumento para explicar a liberação da área onde está sendo implantado o empreendimento da Buriti Imóveis, na rodovia Fernando Guilhon.
A coisa ficou mais grave diante da “terra arrasada” imposta à área e que já está sendo questionada pelo Ministério Público. Quando os sem-teto tentaram invadir o local, até força policial ficou de plantão por lá, sob a alegação de se tratava de uma área de preservação ambiental. E agora não é mais?
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Chegou até haver encenação para a construção de um mega empreendimento, o Complexo Alter do Chão, com o único intuito de aliviar as pressões da invasão iminente e que contou também com envolvimento de autoridades municipais.
Na verdade, a venda desta área envolve uma grana preta, interesses inconfessáveis de latifundiários e políticos na manipulação perversa do destino e futuro da cidade. Todos aviltados pela força da grana que move montanhas e outros desejos menos nobres.
E não adianta chorar o leite derramado. A merda feita será servida como prato cheio de incompetência e debitada na conta de quem se recusou a discutir e até visualizar o melhor para Santarém.
E pensar que um dia, um dos donos da área chegou a ligar para questionar um cidadão se ele estava louco, por ter comprado uma antiga residência no centro da cidade, para doar uma nesga do terreno para fazer um acesso público ao Mirante Tapajós.
De pronto, o cidadão respondeu que não estava louco não, mas sabia da importância para a cidade do seu pequeno gesto, e questionou por que ele não fazia o mesmo, doando uma parcela da área, agora da Buriti, para a universidade pública, até para eternizar seu nome e o sobrenome da família. Ele emudeceu!
Deixou passar o cavalo selado, que a Buruti montou e agora não consegue mais domar.
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* É jornalista e editor-proprietário do semanário Gazeta de Santarém.

Vamos deixar de pensar que em santarem nós so vamos viver de preservaçõ, quando as ruas são sujas de lixo doméstico(sacos plasticos, copos), isso é um indicador do nosso grau cultural.Todos que chegam p investir em santarem são malhados. ha alguns anos quando os plantadors de soja chegaram foi um DEUS, nos acuda, investiram aumentaram o PIB e não tiraram um terço da área antropizada do municipio. Meus amigos, vamos pensar nos jovens que estão nas universidades públicas e privadas de nossa cidade. A área onde estao sendo constridas as casas do PAC é maior que a área da buruti, daquele lado a vegetação era mais densa; E CADE AS COBRANÇAS? por que so agora o IBAMA viu os danos? esses caras são cegos? Aquele loteamento vai embelezar a entrada da cidade, para contrapor o favelão do PAC.
Eu quero que vendem tudo, assim acaba com tamanha especulação imobiliária que Santarém possui. Basta comparar a cidade de Londrina/PR, uma casa com 200m de área construída e toda nova e cheia de armários sai por R$350.000,00…vai olhar as casas nesse valor aqui em STM. 🙂 Quero que fazem mais empreendimentos, desde que não seja em locais preservados, acabem com os valores dos aluguíes de casas e apto caindo aos pedaços por 600 e 900 reais. Seja bem vinda!!!!
Bom dia Jesso!
Acho que tudo se tem um jeito certo de resolver as coisas sem prejudicar ou tirar a paz de quem quer que seja.
Neste caso dessa área da Fernando Guilhon, a meu ver, ainda tem um jeito melhor pra ser resolvido.
É preciso urgentemente que o ministério público estadual embargue toda e qualquer ação de limpeza ou nivelamento do solo daquela área por essa construtora pra que os danos não sejam maiores dos que já existem lá. Em seguida, o MPE deve pedir o cancelamento dessa venda. Se for preciso, responsabilizar criminalmente a Sra. Maria do Carmo e o seu secretário de meio ambiente que por ser um dos donos dessa área antes de ser vendida, jamais deveria conceder o licenciamento pois está mais do que caracterizado que ouve favorecimento próprio, se favoreceu do cargo que tem para emitir um parecer que se auto beneficia. Tráfico de influência, lobe e tudo mais. E isso é ou não é crime? O governador do estado que agora tem o seu prefeito aqui, deveria indenizar os donos e em seguida doar esta área à prefeitura municipal de Santarém que por sua vez deveria integrar esta área com outras próximas e construir uma área de preservação através da criação de um bosque de tamanho e estrutura sem igual que serviria sem dúvida nenhuma como uma das maiores atrações turísticas da região e do Estado. Assim sendo, se preserva toda aquela área e se cria empregos e atrai recursos com o turismo. Basta ter amor por esta terra, pensar na geração futura, e vontade pra fazer.
Por outro lado, tem tantas outras áreas ao redor da cidade, porquê todo mundo agora só quer ganhar dinheiro ali naquela área?
Interessante….
A Semma só serve pra passear na orla e mutar a turma dos carros que estão com som ligado.
Agora o mais impressionante de tudo é que o nosso secretário de meio ambiente e um de seus engenheiros formados e instruidos um senhor de idade já inclusive, não tomaram nenhuma providência com esse caos magalomaniaco amazonida. Ou seja destruiram uma area de “preservação ambiental”. Quanto está em jogo será$$$$$$$$$$$. Só mencionando, vai cair a casa de vcs cobras criadas do governo vermelho. Em breve….
Comparo essa atividade predatória e esses incompetentes que nem “Garota de Programa ou Pu..”
Pq??????
Não pode ver pau em pé, que já quer derrubar.
Desertificaram uma área verde com objetivos comerciais.Não haveria uma fórmula de preservação de algumas árvores ? Não entendo a aversão que determinadas pessoas ostentam às árvores.Do outro lado , obras do PAC, limparam todo verde alí existente.Nova arborização é imprescindível ao bem-estar dos futuros moradores daquelas áreas.Povinho com vocação destruidora o nosso.
A Operação Porto Seguro deveria acontecer aqui em Santarém também. Esses bandidos destruidores, usurpadores políticos e seus afins merecem punição!!
EIA?
RIMA?
K K K K K K K
Toda ação do homem sobre a natureza gera um impacto. E quanto ao efeito custo / benefício, resta-nos mensurar esse impacto se é positivo ou negativo a médio e longo prazo. Os políticos e investidores arrojados primam pelo “crescimento social”, onde as aparências materiais se destacam e as vezes o povo nem está preparado psicologicamente e emocionalmente para essas mudanças repentinas quando tomam posse de bens e não sabem usufruí-los em seus benefícios.
Já as pessoas sensatas e cautelosas optam pelo “desenvolvimento social” quando os bens materiais chegam concomitantemente com o conhecimento e a capacitação humana de usufruir essas riquezas inserindo-as na qualidade de vida humana.
Todo projeto de progresso é bem vindo, mas deve passar por todas as análises previstas em leis, avaliando-se os custos e benefícios, não só na questão econômica, mas também nos custos ambientais e sociais. Portando, esse projeto é bom para Santarémque precisa desenvolver e gerar renda aos seu filhos , porém nesse caso, deveria ser deixado as reservas de vegetação nativa para dar suporte ao bioma local e regional. A recomposição vegetal com espécies exóticas não é a melhor maneira de recompensar esse bioma que já foi comprometido. Como o mal maior já foi feito, cabe a justiça obrigar aos investidores nas correções necessárias para minimizar esse impacto com o reflorestamento de pelo menos 25% da área degradada! Quanto as vias de saídas para a Rodovia Fernando Guilhon devem ser planejadas faixas de aproximação e de fuga, senão o trânsito no local será um caos e perigoso…
Concordo com o David Marinho. Gostaria de saber se esse projeto prevê tratamento de esgoto, coleta e destinação das águas pluviais (o que evita o assoreamento), estudo de impacto sobre o fluxo na região, se este estudo recomenda alguma obra urbana, como uma via auxiliar a Fernando Guilhon, inclusive o seu cruzamento. Entendo que se deva pensar em alguma obra no trevo de Alter do Chão que compatibilizaria estes fluxos e que mesmo sem o projeto são interessantes em termos do desenvolvimento da cidade. Inclusive porque o outro projeto, do PAC, também tem impactos significativos no fluxo na região.
Quanto aos aspectos legais do projeto, não tenho conhecimento a respeito. Entretanto como vi pelas fotos o impacto já está aí, a questão é saber a compatibilização/mitigação destes impactos e quem assume estes custos/responsabilidades, que entendo devam ser os empreendedores. No caso do cruzamento de Alter do Chão, entendo que este custo poderia ser compartilhado com o município, pois teria outros objetivos além do benefício ao projeto.
Dr. Moacyr, bem lembrado pelo senhor, sobre o cruzamento dessas importantes vias. Pelo tamanho desse projeto apenas em sua primeira etapa que será de 5.200 lotes (em média 26.000 habitantes), acredito que seria necessário a implantação de um elevado em rotatória (viaduto) para disciplnar o tráfego com segurança para esses três polos de grande demandas: aeroporto, Alter do Chão e praias adjacentes e o próprio loteamento que será semelhante a uma pequena cidade, maior mesmo que Mujuí dos Campos e Belterra.
Abraços.
Anotei o nome desse povo do blog q estão criticando. Duvido se não vão comprar um lote lá. hahahaha a gente se encontra por lá futuros vizinhos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Pergunta. Onde estão MPE e MPU??????????? caladinhooooooosssssss
Quanta hipocrisia, falso moralismo e ambientalistas de escritório. Temos que crescer e desenvolver. E parem com essas babaquices.
VON APARECE E FAZ ALGUMA COISA!
O joao renato foi gerado na barriga do nelson vinencci.
Foi ao contrário, sou mais velho que ele.
Anhangá, eu sou mais velho que vocês dois. Não é porque és açu que perco, vocês são crias. Rs…
EU VOU É COMPRAR UM MONTE DE LOTES LÁ E ESPECULAR…….ISSO VAI VALER UM DINHEIRÃO DAQUI A POUCO TEMPO.
Pai Clodomilson foi lá e colocou cloaca de galinha preta com maconha das ongs. Pai Clodomilson ainda mijou encima. Eu é que não compro. Tá condenado. Tá chei de mal olhado. Diz que um dos donos da Buriti teve problemas de coceira e começou a dar o brioco em festa que ele paga tudo para uns periguetos da nova república.
Essas são as pessoas q a população santarenas escolhe para afundar santarem vendendo o que não é delas , preferindo vender a gente de grande certeza que vai desmatar em grande poste a mata favorecendo a poluição e o aquecimento global, do que dá a pessoas que realmente resisam para abrigar suas familias.
Uma vergonha! Santarém, terra sem lei e dos poderosos! Chegam os de fora e cagam em nossa cabeça! Está na hora do basta! Vamos nos manifestar, gritar, as praias são nossas, os igarapés são nossos!!!
Você colocou umas palavras que já estão engasgadas. Terra sem lei. É assim que a nossa cidade está. É asfaltamento de praia, trânsito caótico, bandoleiros desmatando tudo e privatizando praias e igarapés, outroras, de todos. E todo mundo caladinho. A prefeita atual se mostrou bastante competente… para eleger adversários…..
O que precisa fazer também é adequar a Fernando Guilhon para a transito, pois teremos condomínios de luxo, shopping center, a área da Nova Vitoria, Maracanã, será área nobríssima da cidade. É preciso se adequar. É preciso duplicar a Fernando Guilhon até o aeroporto.
De uma coisa tenho certeza, quando os que se intitulam donos estavam num beco sem saída, a ponto de acharem que iam perder para as pessoas “invasoras”, aparece alguém do governo municipal e grita: É area de preservação….! com isso conseguiram explusar os ivasores, mas como sabem já estava sob litigio na justiça. O que ocorreu? nao tem mais litigio? os proprietarios apresentaram os documentos da aera? diz a boca pequena que eles nao tinham esse documento na integra. Isso que é justiça!!
Na justiça tem duas causas sobre esse terreno, todas as duas em greu de recurso.
A primeira foi proposta pela Salvação Empreendimentos Imobiliários (SISA). Essa ação é a que serviu de base para a transação imobiliária entre a SISA e a Buriti, pois o juiz LAÉRCIO DE OLIVEIRA RAMOS, juiz da 3ª vara cível de Santarém entendeu que a SISA exercia posse sobre a aquela grande área de terras – sob os protestos da defesa dos populares ocupantes, que continuam sustentando que não existia posse sobre toda a área, mas somene sobre a área da fábrica de plásitco, que a empresa alugava para terceiros.
A setença do juízo da 3º vara não discutiu a propriedade sobre a área, somente o exercício legítimo da posse. Portando, ainda continua cabendo a discurssão sobre a destinação daquelas terras pelo Poder Público, ou seja, o Estado, que é proprietário originário, e decide a quem irá repassar a propriedade das terras do Estado.
Nesse sentido, a direção do Movimento dos Trabalhadores em Luta por Moradia (MTLM) provocou o Instituto de Terras do Estado (o ITERPA) a se manifestar sobre o destino da área, bem como ao Chefe da Casa Civil e diretamente e pessoalmente ao governador Simão, mas nenhuma resposta a respeito da propriedade e sua disposição foi dada até agora (político depois de se tornar autoridade acha que documento de populares não merece resposta formaiizada).
Outra demanda sobre a área foi proposta em juízo pela Procuradoria Jurídica do Município, que representando a Prefeitura atual ajuizou uma Ação Civil Pública contra os populares ocupantes. Nesse processo a matéria foi ambiental (não de posse), motivo que leva a entender que seria contra toda e qualquer pessoa que atentasse contra a integridade ambiental daquela área – o que não corresponde aos atos administrativos da SEMMA, que negou o quanto pôde a existência do empreendimento (juá.pdf 31KB – clique aqui), enquanto já discutia os termos em que tudo se daria.
Nessa ação, a juíza Betânia de Figueiredo entendeu que a Lei Municipal 18.348/2010 impunha uma proteção ambiental sobre a área que não permitia a sua ocupação para moradias. Esse entendimento foi fomentado por parecer da SEMMA e de parecer técnico do Ministério Público Estadual. Esse processo garantiu por liminar a retirada dos populares e suas moradias, bem como a prisão de lideranças do movimento na penitenciária por duas semanas.
Atualmente a questão ambiental tramita em grau de recurso e já recebeu manifestação do Ministério Público em grau recursal.
A dúvida é se o Município (pelo seu orgão de representação judicial ou pelo seu comando político) vai interferir, ou já interferiu, no julgamento recursal que tende a confirmar a decisão da dra. Betânia, no sentido de garantir a licença concedida para o loteamento. Ao que parece se não o fizer pelo menos estará torcendo para perder o recurso, pois não move uma palha para executar provisoriamente a sentença contra os empresários devastadores da vegetação que a Lei Municipal 18.348/2010 protege(ia) – e as razões são óbvias.
Mais preocupante foi a posição do MInistério Público Estadual em toda essa questão, pois o MTLM participou ao órgão previamente o que agora se vê concretizando, ainda mais porque a Lei da Ação Civil Pública diz que qualquer interessado (legitimado pela lei) poderá executar a sentença.
Frente a tudo o que ocorreu nessa situação, o MTLM representou junto ao Ministério Público Estadual contra a Prefeita, os Secretários de Meio-ambiente e Habitação e as Empresas SISA e Buruti. Depois de bastante tempo, como sequer conseguiu obter notícias se estavam sendo tomadas providências sobre a representação, o MTLM representou junto à Corregedoria do MP a inação do representante local do MP. Sobre este documento enviado à Corregedoria também não há notícias dadas ao MTLM.
E agora…
A área é considerada urbana, portanto a Empresa detentora pode fazer sim um conjunto habitacional, e como muitos já disseram o leite esta derramado, porem teria que ser respeitado a Lei Ambiental, pois esta as margens de um lago e terá que refazer o que destruiu dentro da APP. O IBAMA viu isto e nada fez, pena, pois passam tds os dias desde o inicio do corte raso.
Mas a área só se tornou Área de Expansão Urbana porque os vereadores aprovaram o projeto tornando-a como tal, à boca pequena. Lembrando que Mauricio Correa é vereador e irmão do Secretario de Meio Ambiente, Marcelo Correa, ambos donos do terreno vendido por milhões à empresa Buriti.. só não ve quem não quer.. o que realmente aconteceu!
Desenvolvimento não é sinonimo de Desmatamento! Alexandre Von muda essa história e coloca Santarém ao lado de tantos outros municípios adeptos do programa Município Verde. Não dá para reaver o que o PT destruiu com sua incompetencia, mas pode-se fazer melhor!!
Foi o contrário, a área era de expansao urbana e foi transformada pelo Governo/Câmara em área de proteção ambiental para justificar a retirada da população que la estava através de ação judicial ambiental. Depois da faxina social ninguem, nem governo nem vereadores, lembra mais da tal lei que criaram no fim do ano de 2010.
Por isso que nossa cidade não desenvolve, pois todo empreendimento que aparece sempre existe alguém para desanimar os investidores.
Pobre Santarém!
Quanta ignorancia !
Muito oportuno o questionamento levantando pelo jornalista Celivaldo Carneiro sobre o que essa empresa vem fazendo na área do Juá. Passo pelo menos três vezes na semana pelo local, vindo de Alter do Chão, aonde resido atualmente e me doi muito na alma ver o tamanho do estrago ambiental causado por essa empresa naquela área. E pior, sob os olhares inertes do Ibama, SEMMA, Ministério Público e outros orgãos ambientais. Acompanhei toda a problemática dos “sem teto” envolvendo aquela área, inclusive registrando com fotos, a retirada deles com a força bruta de tratores e escavadeiras que derrubaram sem dó, os humildes casebres levantados pelos “sem teto”, sob olhares de PM´s que faziam cumprir a ordem de despejo, com a alegação de que aquela área era uma APA (Área de Proteção Ambiental). Confesso que naquele momento cheguei a me emocionar, pois sei, como é dificil não ter um pedaço de terra, por mais pequeno que seja, para se viver como honestamente como cidadãos. Agora, para a minha surpresa e sob a “vista grossa” das autoridades, aparece essa empresa com um nome de “Buriti” uma árvore típica da amazônia e destroi tudo. Vamos acordar tapajônicos, vamos brigar pelo que é nosso, se não, corremos o risco de perder mais uma das belezas naturais desse município chamado de “Pérola do Tapajós”.
SAVIO cARNEIRO, porque tu não da tua casa pros sem teto, áquilo lá é uma propriedade particular, si vc não sabe aonde vc mora ja existe um estudo e ja é proposta no Senado de devolver toda a area de alter do chao para os índios, se essa moda pega é melhor tu comprar um lote da buriti.
O que tinha que acontecer, já aconteceu. a área já foi desmatada e não tem volta. Agora é se preocupar com a logística, pois a rodovia Fernando Guilhon, com as contruções da casas de luxo e dos pobres, como diz o Nelson Vinencci, (pobre também tem carro) e mais o Shopping que será construído, sem esquecer que é via de acesso de saída e chegada do aeroporto, sofrerá um impacto muito grande. Se não houver um estudo por parte do governo Municipal, teremos um trânsito infernal e com engarrafamentos. Lembrando aos senhores que os lotes já estão a venda, quem se habilita?
quanto ta saindo casa lotes!! quais sao as dimensoes..aguardo resposta
Tem um ditado que diz , “não tem construção sem destruição” a sociedade santarena tem que olhar pra frente, pro futuro, tirar de sua mente o pensamento pobre, mesquinho e pequeno que tem.Sempre foi assim.
Em qualquer cidade que o desenvolvimento chegue é assim, precisa construir e pra fazer isso tem que desmatar, sujar, fazer barulho, e etc… e depois sim usufruir do projeto pronto.Mas em Santarém é diferente, a visão de uma minoria que eu costumo chamar como EX dono do dinheiro que de alguma forma não foi ou será beneficiada fica contra o crescimento.Sempre foi preciso vir empresários de fora pra mostrar como se faz.Não estou aqui defendendo A ou B e sim o crescimento de uma região pobre, carente e muito mal representada politicamente, seja na prefeitura, na camara dos vereadores e na Alepa ou na Camara dos deputados em Brasília.
Por tanto já chega de esperar…o progresso em Santarém demorou mas chegou.Vamos trabalhar pegar no pesado porque quem não fizer assim vai ficar pra traz.
Essa é a minha opinião.
Desde quando derrubar acabar com uma área de mata igual aquela para fazer loteamento é progresso?? É o mesmo que derrubar a mata para fazer pasto e encher de gado!!! Não é progresso é crime ambiental. Progresso é ter uma internet que preste na região, por exemplo, pois sem internet voltamos para o séc XIX.
Quanta besteira. Santarém tem que crescer. Pra não desmatar os santarenos tem que parar de fazer filhos e as pessoas de fora tem que voltar pra suas cidades.
Burrice não exergar que o empreendimento é sinônimo de desenvolvimento.
Aqui só temos hipócritas falando de suas casas na frente de seus computadores. E aqueles que não tem casa e nem voz, como ficam?
Besteira, burrice e hipocrisia.
Ahhh então os lotes vão ser destribuídos para aquelas pessoas que não tem casas, como aquelas que invadiram a área no passado!!!
Depois do caldo entornado, no final do governo PTista é que vozes se levantam. “Agora, Inês é morta!!!”
Hahahahah quero vê esse povo que agora fala em ecologia comprando os lotes. E ai? vai ficar de fora? Eu vou comprar kkkkk
Esse tal de João que comenta só pode fazer parte de um grupo de pessoas. O do Ramo imobiliário, que estão caladinho só esperando a hora para lucrar… Essa Buriti Imóveis esta ligada a todos os grandes do ramo da imobiliária em Santarém. isso ta na cara, basta ver.
O QUE QUEREMOS: FAVELA OU CONDOMÍNIO DE LUXO?
A polêmica do empreendimento da Buriti Imóveis, na rodovia Fernando Guilhon, é de simples entendimento. Os governos, municipal e estadual e as autoridades envolvidas no caso, agiram corretamente impedindo a invasão que certamente terminaria em mais uma favela.
Acontece que ali naquele local é uma área nobre que pobres e aventureiros, queriam ganhar no queixo, invadindo, loteando e depois implantando mais uma favela horrível em plena chegada na cidade de quem vem do aeroporto.
Rapidamente todos de bom consenso expulsaram os espertalhões e como manda a lei do capital, já que somos um país capitalista, deixaram para que os verdadeiros donos fizessem o que deveria ter sido feito, negociar com os milionários da Buruti.
A prefeita Maria do Carmo, rapidamente construiu do outro lado, moradias dignas para os pobres, pois seria muita pretensão de pobre, querer morar em área nobre, só em Santarém que tem gente defendendo essa teoria absurda me desculpem, mas é absurda.
No mundo inteiro os pobres moram em locais de pobres e os ricos em locais de ricos e aqui não deveria ser diferente, por isso, o que aconteceu de fato na Guilhon, foi colocar cada qual no seu cada qual. Os pobres no outro lado e os ricos na área nobre.
Quanto a questão ambiental, o empreendimento da Buruti é milionário e vai reflorestar tudo, hoje a tecnologia moderna permite plantar árvores robustas em cima de edifício, imagina ali naquela área, pelaram tudo para vender os lotes aos bacanas e depois reflorestar tudo.
Olhem para o futuro, é lá que eu sonho morar um dia como minha família, apesar de ser ainda um pobre, e estar do lado daqui da rodovia, mas eu penso no amanhã, ali vai ser um lindo condomínio chique que quando a gente passar em breve, vai se orgulhar de ter amigos morando por lá.
Esse negócio de área ambiental é ingrisilha para atrapalhar o desenvolvimento da Amazônia, afinal o que queremos: favela ou condomínio de luxo?
Perfeito. Concordo contigo em tudo!
Estou com nelson, pois sou um Santareno apaixonado, si vc entrar em qualquer um dos bairros de Santarém, sito, maíca, Area Verde, Santarénzinho,alvorada e outros ira lembrar que nem um desses bairros foram planejados como esse foi, ai fica um monte de pessoas encomodados com o desenvolvimento planejado.,Ficou sim, um legado de bairros que nasceram através da invação desordenada sem infraestrutura nenhuma e ainda o povo reclama do desenvolvimento. Eu já soube que esses caras vão colocar água 24 hs, energia, asfalto e vc poder pagar em 180 meses com parcelas de R$ 150,00, Eu sou pobre e vou comprar um.
O importante é “morar em um condomínio chique” como diz o sr. acima. Não importa se isso significa, assorear o lago do Juá, derrubar mata nativa…Ô pensamento “pequeno” meu Deus!!
Sara, minha querida, você acha que a Buruti vai querer acabar com o Lago do Juá, se é exatamente este lago o principal foco do negócio deles? Morar ali na beira de um lago belíssimo, acordar de manhã e ver o sol reluzindo nas águas do Tapajós e entardecer tocando um violão na varanda de uma das casas, olhando o astro rei se afogar no rio e a gente afogando as magos nos copos embriagadores… não seja tolinha maninha, o principal alvo de preservação ali é o Lago e não aquela matazinha feia… eles vão plantar outras árvores mais bonitas e elegantes, pode apostar.
Putz Nelson !
Apoiar a ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA com esse papo ridículo sobre Moradias de Luxo ou Favelas…..
Todo mundo sabe que a origem da posse daquela área é DUVIDOSA!
E quem comercializou a área duvidosa (e de interesse público) mais uma vez, realizou um negocio da China….. com apoio politico, omissão do poder público e tudo mais.
LOTEAMENTO Nelson !
Pega-se uma área (de origem cadastral duvidosa). Vende-se ela par terceiros (ou parceiros) e logo teremos a multiplicação dos pães e dos peixes (valor da terra).
Isso chama-se de LOTEAMENTO !
É o que a Buruti fez (loteamento) de uma área nobre da cidade.
Se você comprar um lote e construir um barraco ou uma mansão….isso é problema do comprador…..
E não viaja com esse papo de LUXO, pois naquele área ninguém terá o privilegio de: “morar na beira de um lago belíssimo, acordar de manhã e ver o sol reluzindo nas águas do Tapajós e entardecer tocando um violão na varanda de uma das casas, olhando o astro rei se afogar no rio e a gente afogando as magos nos copos embriagadores… ”
A não ser se construir um prédio de alguns andares e morar na cobertura.
Isso é sonho de consumo barato, de urbanoide frustrado sem pé nem cabeça.
Vai ser mais um formigueiro de gente só um pouco melhor que outros.
Todo ribeirinho que mora na beira do Rio goza desse privilegio sem destruir o ambiente e precisar de mansão.
Nem passou pela tua cabeça que aquela poderia ter sido uma área verde, um parque….. um cinturão verde em proteção do já maltratado Rio Tapajós, um cartão postal para Santarém….
Enfim um PRESENTE para TODOS (ricos e pobres) moradores dessa cidade ?
Lamentável !
Tiberio Alloggio
Parabéns!!
Se entendi direito o Ibama está pedindo um etudo preliminar?
Preliminar pra que? Se tudo já foi devastado.
Não há mais o que preservar.
O Celivaldo explica tudo já na primeira frase:
“A prefeita Maria do Carmo e o secretário municipal Marcelo Corrêa (Meio Ambiente) estão sem qualquer argumento para explicar a liberação da área onde está sendo implantado o empreendimento da Buriti Imóveis, na rodovia Fernando Guilhon”.
Um MIX explosivo do caldo entre o interesse politico, econômico e familiar que, desde sempre, exerce seu domínio total sobre o município de Santarém.
Esse empreendimento, é o desfecho natural dos minifúndios que pertencem(?) á “elite santarena”.
E do que sabem mais fazer no município: A ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA.
Aqui não se trata de negar a necessidade de conjunto habitacionais e a demanda por moradias. Mas o município tem áreas mais apropriadas para abrigar o crescimento urbano e populacional.
Essa área (hoje um ex pulmão verde) poderia ter se tornado um verdadeiro cartão postal de Santarém.
Daqui a pouco o Aeroporto estará completamente asfixiado e terá que se mudar de lá!
A Nossa é uma elite “entreguista por natureza”.
É o compendio dos antigo “ciclos” santarenos e do Estado do Tapajós.
A temperatura urbana aumentou…..
Santaremzão já está a caminho.
Tiberio Alloggio
Gostaria muito de ler um algo teu sobre um outro “condomínio” no outro lado da rodovia, aquele do PAC que criará uma favela com todos seus problemas na entrada da cidade.
É uma vergonha!!!!!!
Primeiramente é uma área particular e o dono faz o que bem quiser lá dentro tendo suas licenças aprovadas. Vamos parar de travar o desenvolvimento de nossa região, aqui nada pode, as ongs tomaram conta dos norteios das obras importantes, um grande exemplo é a BR que nunca saiu. As pessoas olham os fatos com muito imediatismo, lógico que dói na alma ver aquela área descampada, mas obra é assim mesmo, quando estiver pronta certamente terão muitas árvores e verde pra fazer o paisagismo. Entendo também que neste local deveria ser a UFOPA, que o governo nao teve vontade de desapropriar para implantar esta despedaçada universidade. Portanto gente entendo que ao liberar as licenças que pra esse tamanho de empreendimento que deve ser expedida pela SEMA (estadual), não vejo motivos pra alardes, pois deve-se respeitar a distancia legal da margem do lado do Juá para a área do empreendimento. Vamos desenvolver nossa região e não voltar a sermos índios vivendo de extrativismo como desejam os estados do Sul, sudeste, EUA e UE.
Até os índios respeitam melhor os limites da natureza.
Estou morando em Belém mas passei minha vida na grande área do Santarenzinho indo de bicicleta tomar banho na salvação e hoje quando voltei a Santarém e vi esse estrago o único sentimento que me veio foi a vontade de chorar…
Parem de falar contra o desenvolvimento de Santarem, a cidade está crescendo e algumas pessoas ainda não se deram conta disso e acham que isso é anormal. A população está crescendo e a demanda por moradia a cada dia cresce, é claro que temos que derrubar mato para fazer casa ou voces acham que no lugar onde moram no passado não era mato? Quando esse povo vai entender que tudo isso é natural? A Amazonia tem muito mato e se voces querem morar no mato se mudem para lá e nos deixem em paz.
amigo, crescer não é sinônimo de desmatar. Isso é uma visão anacrômica do século XIX.
É impossível não perceber que esse latifúndio desmatado vai assorear os igarapés da região e o lago do Juá. a cidade pode crescer, mas crescer com planejamento e sem danos a nossa amada Amazônia.
Por que não verticalizar? Criar prédios é mais econômico e sustentável que isso.
Esse dinheiro da venda do terreno e também do loteamento está sujo. Muito sujo. Lambuzado de seiva bruta e elaborada.
A verticalização é a grande saída para a diminuição do desmatamento urbano. O próprio conjunto residencial do Governo federal que está sendo construído ao lado desse projeto, chamado de MINHA CASA MINHA VIDA, se fosse verticalizado com prédios de até 4 andares, com certeza precisaria de apenas um quarto da área que foi desmatada.
Caro anônimo, mais do que a verticalização, acho que a saída seria completar o tecido da cidade, olhando para o caso de Santarém. Os muitos vazios urbanos fazem da cidade um lugar de densidade populacional baixa, o que torna os investimentos e os custos de implementação de infraestrutura, caros.
Imagine que se tomaríamos áreas menores em lugares já existentes da cidade, para construir moradias de interesse social individuais, e até de 2 pisos (por conta da falta de elevador, um elemento caro), poderíamos ter um ambiente mais urbano, com utilização mais eficiente dos equipamentos urbanos existentes (escola, posto de saúde etc) e custo com transporte mais barato. E com a diversidade de usos e de nível de renda, em um mesmo espaço.
Para novas áreas de ocupação, o governo municipal poderia tomar as rédeas do planejamento urbano: criando uma empresa de capital público, para planejar novos loteamentos. Assim, poderia vender os lotes e, com a arrecadação, investir em infraestrutura viária e unidades habitacionais para quem não pode comprá-las.
Uma cidade que promove a mistura de usos e ocupações, é mais justa. A quem importa e interessa a segregação?
Poderia falar mais, contudo, me reservo a isto: É POR ISSO, TAMBÉM, QUE VOTO NULO!!!
Jesus…quanta ignorância
Seu burro, Santarém É Amazonia!!! Nao precisa sair de Santarem para ir pra Amazonia….
Celivaldo sua opinião só reforça a minha admiração pelo seu trabalho jornalístico sério. Mas prezado jornalista até a praia de alter do chão A Prefeita e o PT mandaram asfaltar. Isso sem contar o aumento do desmatamento nos últimos 8 anos
Há muito escrevi no blog do Jeso matéria sob o título “Propriedade de papel”, que bem reflete, na origem, o problema.
Leia aqui, numa das primeiras postagens: https://joseronaldodiascampos.blogspot.com.br/
A Prefeitura deve uma explicação mais também o Ministério Publico também pois os dois são co autores desse dessastre que vai acontecer no Juá, a população de Santarém continua calada com os desmando feitos pelas familias “tradicionais”, e os vereadores aonde estão. Quando foi para tirar as pessoas que estavam contruindo suas moradias e não devastando como ali esta foram tirados a peso de bombas de efeito moral, bolas de borracha e cacetetes, e agora que as maquinas retiraram toda a vegetação e os morros de terra. É realmente o dinheiro que manda aqui e no Brasil, pois cada lote esta sendo negociado de 17.000 a 40.000, quanto vai ser o lucro dessa empresa e quanto os politicos ganharam com isso e será que ja tem os seus lotes reservados?????? O calor so aumentando.
Celivaldo, está na hora, e já passou, de toda a mídia de Santarém e as forças organizadas da sociedade local, começarem, hoje ainda, uma dura campanha, com estas palavras: PAREM COM ISSO IMEDIATAMENTE, AGRESSORES DO POVO DE SANTARÉM. PLANTEM AS ÁRVORES QUE DESTRUÍRAM. DEIXEM O JUÁ E AS PRAIAS DO TAPAJÓS EM PAZ. VÃO EMBORA DAQUI.
Escreveu pouco, mas disse muito Professor Manoel Dutra!!!!
Daqui a pouco tempo teremos o quê?
“Saudades da Vera paz?”
“Saudades do Juá?”
” Saudades de Santarém?”…
Prezada Cristina Caetano,
Infelizmente, as maravilhas de Santarém só estarão nos versos de nossos artistas e poetas como você. Santarém e Região está sem comando já faz muito tempo. Ou não lembram como os graneleiros invadiram estas terras, desmatando tudo para plantar soja? Agora é a vez da especulação imobiliária camuflada de “desenvolvimento”. Onde estão as autoridades? Quem está lucrando com isso?
REPETINDO, POR TER SAÍDO TRUNCADO:
Concordo com Celivaldo carneiro, e fiz o mesmo questionamento no Facebook, repercutido pelo Manuel Dutra em seu blog (https://goo.gl/OauDm).
A tradicional família empresarial e política de Santarém, dos Corrêa, deve uma explicação à sociedade, como destaquei no artigo publicado:
SERÁ QUE VAMOS ACEITAR, INERTES, O DESMATAMENTO QUE A EMPRESA BURITI IMÓVEIS ESTÁ CAUSANDO NA ÁREA DO JUÁ?
Estes dias passei várias vezes pela área, em direção ao aeroporto, e me assombrei com a imagem cada vez mais dantesca – de cortar o coração – do crime ambiental, legalizado, que está ocorrendo naquele local às margens da rodovia Fernando Guilhon.
A especulação imobiliária chegou de vez, através de uma empresa chamada BURITI IMÓVEIS, que existe há 9 anos em Redenção, do Pará, e se orgulha em dizer que está “REALIZANDO SONHOS”… (de quem, cara-pálida?)
Em seu site (https://www.buritionline.com.br/index.php), a empresa afirma que já entregou 59 mil lotes nas 24 cidades onde atua (Amazônia e Centro Oeste) e que vai entregar outros 150 mil lotes, usando o mesmo conceito de “terra arrasada” que está se vendo no Juá.
A foto é do jornalista Manuel Dutra, que vem denunciando o caso, assim como o padre Edilberto Sena, que não cansa de atacar a empresa, que este final de semana se aproveitou da maior festa religiosa da região, da padroeira dos católicos N. S. da Conceição, para vender seu slogan REALIZANDO SONHOS (à custa do nosso pesadelo ambiental), através de viseiras e ventarolas distribuídas aos romeiros, além de patrocinar a cobertura televisiva da festa.
ATÉ QUANDO OS SANTARENOS VÃO DEIXAR QUE ESTES EMPREENDIMENTOS CHEGUEM À CIDADE E CAGUEM EM NOSSAS CABEÇAS, SEM QUALQUER REAÇÃO?
Já perdemos a praia da Vera Paz para o Cais do Porto que arrendou para a Cargill instalar seu terminal graneleiro (um monstrengo de ferro que acabou com nosso cartão-postal da frente da cidade), e pelo jeito vamos perder o Juá…
Assim como no caso da Vera Paz, depois do estrago, chegam as cobranças das autoridades sobre a existência do EIA/RIMA, como aconteceu esta semana com o Ibama, que resolveu notificar a Buriti…
O que nos pode dizer a família Corrêa, que era dona da área e conseguiu que a prefeita Maria do Carmo provocasse a Justiça para retirar invasores que começaram a destruir a área, sob alegação de estar atingindo uma Área de Proteção Ambiental?
E pelo que se sabe, logo em seguida a família Corrêa vendeu a área para a Buriti Imóveis, sendo que a mesma prefeitura liberou o empreendimento “arrasa-quarteirão” através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma)….
SERÁ MERA COINCIDÊNCIA QUE A SEMMA É CAPITANEADA PELO EMPRESÁRIO MARCELO CORRÊA, IRMÃO DO VEREADOR Maurício Corrêa?
Celivaldo,
Passar naquele trecho da Fernando Guilhon faz doer o coração. Terra desolada, arrasada, com a benção de “santarenos ilustres”, “filhos da terra”. A área de proteção ambiental deve ter sido extinta pela força dos cobres, certamente. Não há APA no mundo que resista aos interesses obscuros dos seres humanos, o que talvez possa ser definido simplesmente como “ganância”.
As chuvas virão e uma análise desprovida de elementos técnicos parece apontar para a erosão do terreno, que caminhará para o Juá, transformando-o em relíquia na memória da lembrança dos que o conhecem. Não vai dar para replantar a área e alguns conviverão para sempre com a vergonha da destruição da natureza indefesa que tanto oferece à nossa região. Entrarão para a história pela negativa, aliás, já entraram.
Desconheço os meandros históricos das negociações e das negociatas, mas parece-me clara uma posição: “que natureza que nada; grana no bolso é o que interessa”.
Por quê as autoridades competentes não cumprem as respectivas funções? Ministérios Públicos de todas as esferas, não há nada de errado com a referida “obra”, não há nada que se possa fazer para tentar, pelo menos, estancar a sangria?
Abraço,
Celson
Celson,
A cada dia que se passa percebemos que para quem governa ou deveria governar o que menos importa é o bem da cidade. Cada governo que desocupa a cadeira deixa uma herança maldita para os santarenos.
Não lembro de qualquer ação ou reação contra projetos que prejudicam o meio ambiente, muito pelo contrário as feridas sangram até hoje e ficarão sempre abertas.
O desenvolvimento pensado para a cidade é danoso e visa apenas encher os bolsos de algumas dezenas envolvidas no processo.
Essa é a Santarém que queremos no futuro?
Eu falo por mim e digo que não!
A tradicional família empresarial e política de Santarém, dos Corrêa, deve uma explicação à sociedade, como destaquei no artigo publicado:
SERÁ QUE VAMOS ACEITAR, INERTES, O DESMATAMENTO QUE A EMPRESA BURITI IMÓVEIS ESTÁ CAUSANDO NA ÁREA DO JUÁ?
Estes dias passei várias vezes pela área, em direção ao aeroporto, e me assombrei com a imagem cada vez mais dantesca – de cortar o coração – do crime ambiental, legalizado, que está ocorrendo naquele local às margens da rodovia Fernando Guilhon.
A especulação imobiliária chegou de vez, através de uma empresa chamada BURITI IMÓVEIS, que existe há 9 anos em Redenção, do Pará, e se orgulha em dizer que está “REALIZANDO SONHOS”… (de quem, cara-pálida?)
Em seu site (https://www.buritionline.com.br/index.php), a empresa afirma que já entregou 59 mil lotes nas 24 cidades onde atua (Amazônia e Centro Oeste) e que vai entregar outros 150 mil lotes, usando o mesmo conceito de “terra arrasada” que está se vendo no Juá.
A foto é do jornalista Manuel Dutra, que vem denunciando o caso, assim como o padre Edilberto Sena, que não cansa de atacar a empresa, que este final de semana se aproveitou da maior festa religiosa da região, da padroeira dos católicos N. S. da Conceição, para vender seu slogan REALIZANDO SONHOS (à custa do nosso pesadelo ambiental), através de viseiras e ventarolas distribuídas aos romeiros, além de patrocinar a cobertura televisiva da festa.
ATÉ QUANDO OS SANTARENOS VÃO DEIXAR QUE ESTES EMPREENDIMENTOS CHEGUEM À CIDADE E CAGUEM EM NOSSAS CABEÇAS, SEM QUALQUER REAÇÃO?
Já perdemos a praia da Vera Paz para o Cais do Porto que arrendou para a Cargill instalar seu terminal graneleiro (um monstrengo de ferro que acabou com nosso cartão-postal da frente da cidade), e pelo jeito vamos perder o Juá…
Assim como no caso da Vera Paz, depois do estrago, chegam as cobranças das autoridades sobre a existência do EIA/RIMA, como aconteceu esta semana com o Ibama, que resolveu notificar a Buriti…
O que nos pode dizer a família Corrêa, que era dona da área e conseguiu que a prefeita Maria do Carmo provocasse a Justiça para retirar invasores que começaram a destruir a área, sob alegação de estar atingindo uma Área de Proteção Ambiental?
E pelo que se sabe, logo em seguida a família Corrêa vendeu a área para a Buriti Imóveis, sendo que a mesma prefeitura liberou o empreendimento “arrasa-quarteirão” através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma)….
SERÁ MERA COINCIDÊNCIA QUE A SEMMA É CAPITANEADA PELO EMPRESÁRIO MARCELO CORRÊA, IRMÃO DO VEREADOR Maurício Corrêa?
Os danos já se concretizaram.A desertificação daquela área causou danos super dolosos ao meio ambiente.
Eu concordo com tudo isso e tbm quero externar o meu repúdio há essa secretaria intitulada de “MEIO AMBIENTE” que considero uma FARSA. O pior!!.. é que o secretario, não sei se é por negligencia, imprudência ou imperícia , faz vistas grossas, já que quase tudo que se apresenta á ele é autorizado sem qualquer questionamento. Quero acreditar que seja por esses fatos e não por favorecimento pessoal ou de outros. Não é preciso ser engenheiro para ver o que acontece e nem paranormal para ver o futuro desse descaso.