por José Agostinho Fonseca (*)
Essa é uma história de pescador, de verdade. Eu estava pescando no rio Tapajós com mais três amigos, quando um de nós percebeu a primeira tromba d’água que estava se formando na outra margem do Tapajós.
Estávamos próximos ao porto da Cargil. Fomos então para a área das Docas, onde continuamos a pescaria entre o cais e os galpões da companhia.
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Repentinamente o vento começou a “puxar a água do rio” bem ali na nossa frente.
Ao perceber que o fenômeno começou a se movimentar em nossa direção, procuramos ficar o mais protegidos possível na canoa. O vento aumentou consideravelmente e passou a poucos metros de nós.
Decidi continuar então fotografando com o celular. Para nossa sorte, este segundo evento foi mais fraco que o primeiro. A pescaria foi boa naquela manhã: rendeu bons peixes e muitos comentários.
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* Santareno, é músico e filho do falecido maestro Wilde Fonseca.
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José Agostinho Fonseca é Santareno, músico e filho do falecido maestro Wilde Fonseca, alem pescador, manipula o photo shop de uma maneira invejavel.
???
Foi uma brincadeira com o autor das fotos e aventura incrivel! Era como se eu falasse “estoria de pescadpr”. abarço
as fotos são realmente lindas, porém o Professor “Tinho” se arriscou ao ficar na canoa tão próximo do perigo, graças a Deus ele e seu companheiro de pescaria sairam ilesos e ainda nos presentearam com imagens incríveis. Parabéns pelas fotos e pela coragem!
O professor Tinho, é, na verdade, primo do pescador e fotógrafo…
Excepcional registro. Arrepiei!
Noosssa…meu Deus…Isso prova o quanto somos pequenos diante da força da natureza…
É importante que se estude melhor esse fenômeno, pois se este chegasse a atingir os bairros(zona urbana), os estragos seriam terríveis…#ficaadica
Parabéns pelas fotos ao Número UM…
Eu vi muitas dessas “trombas d’água” quando trabalhava na região do Tapajós…
É um fenômeno bonito, mas também perigoso. E está cada vez mais comum em Santarém…
Muito bonito mesmo, ainda maisquando visto de beeem perto. É tão bonito, que o susto logo dá lugar à admiração. Mais apropriado que fúria, seria o “suspiro” Divino…