
Braço do serviço de inteligência da PC (Polícia Civil), o NAI (Núcleo de Apoio à Investigação) vasculha e monitora a movimentação bancária de Edilton Vilhena, 32 anos, desde que ele desapareceu na manhã do último dia 30 em Alenquer.
A PC também já dispõem de imagens de câmeras de segurança com o percurso a pé e de moto do líder quilombola de Pacoval na zona urbana – antes e depois dele entrar numa agência bancária para sacar cerca de 100 mil reais.
Um grupo especial de policiais, por ordem do nº 1 da PCPA, delegado Walter Resende, foi montado para atuar com exclusividade no caso.
Nascido em Alenquer, Edilton dos Santos Vilhena preside a Associação Comunitária de Negros do Quilombo Pacoval.
Ele foi liberado, tudo bem,mas, e a grana? Pra que ele sacou essa quantidade? A agência permitiu esse saque volumoso de uma vez? Matéria incompleta.