Câmara de Juruti ignora o mensalinho e embala no desce a ladeira

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Câmara de Juruti ignora o mensalinho e embala no desce a ladeira No plenário, hoje, apenas Dorli, Andrea, Adão e Mário

 

por Jeso Carneiro (*)

 
Mais uma vez não teve sessão ordinária hoje, 24, na Câmara de Vereadores de Juruti.

Faltou quórum mínimo.

Apenas 4 dos 13 integrantes da Casa estavam presentes – Andréa Alves (PSD), Adão Pinheiro (PTN), Mário Itiá (PSB) e Dorli Souza (PT).

Nem o presidente, Marisson Garcia (PT), e muito menos o vice, Carlos Alberto (DEM), deram as caras.

O salário pago aos vereadores jurutienses não é tão desmotivador assim: 7,5 mil reais mês, para apenas duas sessões por semana, terças e quartas.

Na legislatura passada (2013-2016), a imagem da Câmara de Juruti foi duramente arranhada por um escândalo político histórico, o do mensalinho, com participação ativa do ex-prefeito Marquinho Dolzane (PSD).

O caso ainda não chegou ao desfecho na Justiça.

As urnas derrotaram, no entanto, vários mensaleiros. Alguns, infelizmente, conseguiram se reeleger.

É o caso de Carlos Alberto, que ganhou não só a vice-presidência da Casa, numa articulação do prefeito Henrique Costa (PT), como o cargo de líder do governo na Câmara.

Quando câmara e prefeitura em Juruti entram sintonia, a história recente mostra, os cofres públicos padecem.

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* É editor do Blog do Jeso.


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