Casa do Maestro Isoca vai continuar fechada

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Residência do maestro Isoca, no cruzamento da Francisco Corrêa e Floriano Peixoto. Foto: Marcos Fabiano. CCOM
Residência do maestro Isoca, na Francisco Corrêa. Foto: Marcos Fabiano.

Meia volta, volver, no projeto de transformar a casa onde morou o maestro Wilson Isoca Fonseca em Santarém numa espécie de centro memorial e cultural, além de sede do IHGTap (Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós), conforme tudo alinhavado com a gestão do prefeito Alexandre Von (PSDB).

É que um dos filhos do artista santareno disse não à proposta.

O imóvel é um dos bens deixado pelo Maestro Isoca aos seus 6 filhos.

Um plano B deve ser colocado em ação: desapropriar a casa, seja pela Prefeitura de Santarém ou pelo Governo do Pará. A residência se encontra atualmente fechada.

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49 Responses to Casa do Maestro Isoca vai continuar fechada

  • Gente! Agora deu pra entender porque o Dr. José Wilson Malheiros não concorda com a cessão da casa do maestro Isoca para o Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós. É pura inveja de seus irmãos Agostinho e Vicente, pois acabei de saber que estes dois brilhantes santarenos são membros do IHGTAP e o Dr. José Wilson não é. E certamente nunca vai ser, pela conduta condenável de ser o único filho do maestro Isoca a posicionar-se contra a sede do Instituto e a instalação do Memorial Centro Cultural Wilson Fonseca naquele imóvel, sem qualquer justificativa plausível e madura. Esse filho ovelha negra deve ser considerado oficialmente persona non grata da cidade de Santarém e do IHGTAP, com urgência. Ainda é pouco para alguém que age com tamanha ganância e inveja.

  • Meu Deus! Que filho mais velho é esse que, tripudiando sobre o cadáver do pai, prefere construir uma sepultura suntuosíssima para o mestre Isoca, ao invés de concordar, como os demais filhos, com a cessão gratuita da casa residencial da família para abrigar o Memorial Wilson Fonseca e a sede do IHGTAP, antes que seja destruída pelo tempo que está fechada?

  • Jeso,
    Esse pseudônimo TRISTE saiu da mesma lavra do FLECHA LIGEIRA. O Dr. José Wilson não tem argumentos éticos para se opor à proposta de comodato e vem agora com essa história de sepultura. Logo ele que criou um atrito tremendo com a Prefeitura, na época do Lira Maia, para tentar se ressarcir, junto ao Município, pelo pagamento do caixão onde foi sepultado o corpo de mestre Isoca, como se a Prefeitura tivesse obrigação de assumir essa despesa. Foi o único filho que agiu desse modo, com intuito argentário, exatamente como faz neste momento em que não concorda com o comodato da casa do maestro (espécie de empréstimo gratuito) para a criação do Memorial Centro Cultural e sede do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, porque ele, e somente ele, pretende vender o imóvel para receber a sua parte na herança, por pura ganância. Esse juiz aposentado, advogado e professor jamais colaborou um nada, nos projetos da família, e ainda tem coragem de falar na sepultura do pai? A sepultura é simples, como simples foi o mestre Isoca, sem ostentações. Agora, pasmem! Soubemos que o Dr. José Wilsom sequer compareceu no sepultamento de sua mãe e não gastou um centavo também no enterro de D. Rosilda, musa inspiradora do mestre Isoca, despesas assumidas, mais uma vez, apenas pelos outros cinco filhos. Isso, sim, é muito triste.

  • Como tem gente estúpida! Ser seguidor de Wilson Fonseca, não é “estar montado em seu nome para ganhar alguma evidência,” como erroneamente disseram. Uma das coisas que Wilson Fonseca fez foi ensinar, foi ser professor, mestre de música. E como tal, naturalmente surgiram seus frutos e seus seguidores, músicos e demais gente que o seguiram e continuam o seguindo.
    Afirmar que tem alguém da família “montado em seu nome para ganhar evidência”, provavelmente estão querendo se referir ao Maestro Agostinho Fonseca que maravilhosamente segue os passos de seu pai, seu grande mestre por ter recebido os mesmos dons, tanto da interpretação da música quanto da dedicação para ensinar. E graças a Deus, em razão disso, muitas portas foram abertas a muita gente e de la tem saído muitos excelentes profissionais que estão atuando nos mais vários recantos do Brasil.
    Se ele, por exemplo, não tivesse colocar em prática os dons e ensinamentos recebidos de seu pai, com certeza seria vítima de outra acusação:ele é um egoísta, não ensina nada pra ninguém como seu pai fazia.
    Pra vocês verem o quanto essa gente quer tirar o foco principal da Casa Memorial de Wilson Fonseca com picuinhas injustas e inverdades. Quem faz, está “montado” em seu nome. Se não o fizesse, seria egoísta, fechado, orgulhoso, quer tudo só para ele.
    Maestro Agostinho Fonseca e todos os de sua família que estão unidos nessa justa, merecida, honrosa e necessária causa para a nossa cidade, continuem colocando em prática o que seu pai muito bem ensinou para vocês: não deem ouvidos aos que só que querem criar motivos para desviar o povo do assunto, para tentar macular a dignidade de sua família que tanto fez e continua fazendo e, com certeza, continuará fazer ainda muito mais pela Santarém do nosso coração. Nós estamos com vocês! Sempre haverá gente que cospe no próprio prato onde se alimenta ou onde alimenta tanta gente, mas continuem firmes como seu pai sempre foi. Contem sempre conosco. Com certeza sempre haverá uma meia dúzia de gente “do contra”. Esses sim, estão querendo tirar proveito de uma situação digna, tentando desvirtuar, sendo sempre do contra para tirar proveito próprio ou até tentar ofuscar o que Wilson Fonseca fez e continua fazendo através de vocês.
    Mas, tenham a certeza maior, que MUITO MAIS GENTE está com vocês. Contem sempre conosco.

    1. Ei cudadao, guarde suas armas. Leu realmente meu comentário ou só “montou” nele ? Só fiz elogiios ao genial maestro. Agora, filhos com salários ou aposentadorias altissimas esperarem mais de 10 anos por dinheiro publico para construir uma sepultura decente pro pai é montar sim em seu nome. A prefeitura pode e deve fazer todas as homenagens ao maestro, menos ser patrocinadora de uma natural obrigacao familiar, destruida por egos de filhos que nao se amam e nao aprenderam o maior ensinamento do pai – a humildade. Fique com Deus e, pode ter cerreza, a estupudez nunca esteve entre meus muitos defeitos.

      1. Para quem pede cuidado, você não está tendo cuidado nenhum e fica disparando para toda a família a atitude insensata de um único filho. A família toda, pelo que sei e conheço, está em paz e em unidade. E até onde sei, ninguém está esperando por prefeitura para a sepultura de Wilson Fonseca pelos motivos antes expostos. A VIDA ESTÁ MUITO ALÉM DA MORTE. Ninguém tem por meta ir a um cemitério só para visitar suntuosos túmulos caiados que não nos dizem nada além de sua arte externa e aparente e que ali jaz alguém que EM VIDA dedicou-se etc… O que estou completamente a favor, e volto a ressaltar, é o MEMORIAL DE SUA VIDA E OBRA, e não uma exposição de uma sepultura. Querer, agora, julgar a família, é o mesmo que condenar o próprio Maestro Wilson Fonseca, porque, como disse antes, nem ele se preocupava tanto com a morte ou com o após morte. O maior respeito, zelo e prova de amor que temos que dar, é aprender seus ensinamentos e seguir os exemplos que ele deu EM VIDA e não ficar discutindo mausoléos frios, onde repousam e descansam os restos mortais de alguém que merece muito mais ser respeitado, honrado, valorizado e preservada a memória de sua VIDA e de sua obra musical e literária. Ao Maestro e à sua família, todo o nosso profundo reconhecimento e respeito. Discutir sobre restos mortais, não ajuda em nada no merecimento maior que é a memória de sua VIDA.
        Se a família Fonseca optou por seguir o exemplo de Wilson Fonseca, dando a ele um túmulo simples e humilde, como ele mesmo foi e fez para seus pais e familiares, creio que deve ser respeitado porque eles dão muito mais valor à VIDA. Não entendo e não vejo, de forma nenhuma, ser nenhum desrespeito ou sequer descaso.
        E para encerrar, pelo que me lembro, porque foi veiculado na imprensa, foi que a família nada fizesse em relação ao túmulo de Wilson Fonseca porque a Prefeitura iria fazer. Mesmo, a família fez um túmulo simples como são. Se desde a época, a Prefeitura não honrou com o que prometeu para fazer um túmulo grandioso como os que querem alimentar seus olhos apreciando quando forem ao cemitério, isso já não é problema da família Fonseca que nem deve ser crucificada ou criticada por isso.
        Lembremos: A Obra Musical e Literária de Wilson Fonseca já é patrimônio público conforme Lei Estadual Nª 7.337 de 2009. Portanto, não é a família que está querendo sugar o governo como está sendo acusada, muito pelo contrário, a família está cedendo à sociedade o maior bem que lhes pertencia e desde 2009 já é patrimônio público estadual.
        Outra coisa que precisa ser lembrada, é que a Lei acima referida, foi feita com base na Constituição do Estado do Pará, onde diz que os Municípios devem manter parcerias com o Governo do Estado do Pará para a efetiva implantação que deu motivo à criação da Lei, sua manutenção, etc., inclusive desapropriando bens se necessário foi, para que o bem que já é patrimônio público não fique sem o devido amparo de que oficializou como patrimônio público. Assim, é óbvio, de acordo com a constituição, que só nos resta esperar que a Prefeitura faça a sua parte, por que a família já cedeu tudo o que podia e devia, conforme o próprio Wilson Fonseca faria.
        Antes de acusarmos por informações, precisamos conhecer melhor as pessoas, as famílias, os fatos, etc. E procurei fazer isso.

  • Vou falar pelo que conheço, dada a minha aproximação com a família Fonseca, que não merece ser chamada de vilã ou coisas do gênero, por razões de pre-julgamentos, etc.
    Tem gente que só está preocupada com mausoleu, com restos mortais. Quem for ao cemitério, como sugeriram abaixo, verão que Wilson Fonseca não foi enterrado como indigente ou um zé ninguém, contudo, ele também não foi enterrado com pompas e luxos, nem riquíssimos túmulos por que em vida, ele sempre foi humilde. Olhe, também, para a sepultura do pai de Wilson Fonseca e verão, também, a simplicidade e a humildade porque o maior valor está na VIDA. Ou já vão começar a dizer que Wilson Fonseca também é vilão por também não ter construído túmulos grandes,luxuosos, riquíssimos, enfeitados para que os vivos admirem essa obra: o mausoléu. Acredito que a maior preservação e a maior obra de Wilson Fonseca, foi o que ele deixou em vida, e que já foi até tombado pelo governo do Estado do Pará em reconhecimento, só faltando, agora, o reconhecimento e a boa vontade do Poder Público Municipal dar seguimento e completar a obra memorial de sua vida, e não de sua morte. Portanto, não entendo que Wilson Fonseca tenha sido desprezado porque Wilson Fonseca também sempre valorizou e honrou a vida. Após a morte, todos precisamos ser respeitados, porém, não entendo que deva ser com mausoléos suntuosos, artísticos, grandiosos que cheguem até a ofuscar quem de fato merece sua memória e reconhecimento em vida.
    Cuidado com opiniões, julgamentos e acusações desrespeitosas com a família de Wilson Fonseca sem conhece a realidade deles.
    Há quem cultue os mortos e valorize túmulos suntuosos que são admirados muito mais dos que os que estão lá em baixo (se é que muitas vezes ainda resta alguma coisa dos restos mortais).
    Wilson Fonseca sempre foi simples e humilde, sempre vivendo assim. Nesse caso específico, por exemplo, observem que ele também não fez túmulos suntuosos para seus pais nem para irmãos que falecerem antes dele, contudo, os enterrou com honraria, respeito e dignidade merecidos, porque a a memória e a obra maior de cada um de nós, são a própria vida que é dom de Deus. A morte é momento de lembranças, saudades, etc., mas não pode nem deve ser valorizada mais do que a vida, porque ela é apenas uma passagem para a eternidade junto ao Pai.
    Alguém estaria sugerindo que deixássemos de abrir a casa de Wilson Fonseca como seu memorial, para abrigar sua obra e os objetos que ele usava, para construirmos um grande mausoléu onde foram enterrados seus restos mortais? A quem interessaria? Acreditamos em respeito, sim, mas tudo tem limite, pois julgar, criticar, acusar, condenar alguém só porque dá muito mais valor à vida do que aos restos mortais por quem também se tem todo o devido respeito, é tentar inverter tudo o que Wilson Fonseca foi, viveu e ensinou com a própria vida.
    Wilson Fonseca foi simples e descansa em paz em túmulo simples, como ele mesmo manteve o túmulo simples de seus pais e parentes que morreram antes dele e que ele os enterrou.
    Entendo que isso não é nenhum desrespeito nem tampouco ser vilão, mas uma questão de estilo de valor à vida, dom de Deus, e simplicidade na morte, passagem para vida eterna.
    Já tem gente querendo desviar o foco principal que é A VIDA DO NOSSO GRANDE MAESTRO WILSON FONSECA e agora “descobriu” que todos são vilões. Acusar dessa forma, é também acusar o próprio Maestro Wilson Fonseca de vilão, porque também tratou com simplicidade e humildade o túmulo de seus pais e dos parentes que enterrou.
    Vamos deixar Wilson Fonseca continuar descansando em paz. Enquanto sua família luta por sua memória VIVA, tem gente preocupada com os túmulos suntuosos onde foram enterrados seus restos mortais.
    Será que Wilson Fonseca recebeu alguma visita de alguém querendo visitar o túmulo de seus pais? Não sei, mas creio que não, pois toda a sua vida foi voltada para a vida de sua família e para Santarém, sua terra tão querida, meu encanto minha VIDA (não minha morte) como ele mesmo escreveu e compôs e todos nós cantamos.
    Vamos nos unir no sentido de sensibilizarmos o Prefeito Municipal a possibilitar esse grande presente para Santarém no dia de seu aniversário: O Memorial da VIDA de Wilson Fonseca, simples e humilde, mas de grande valor, significado e importância para nossa cidade, nosso Estado e nosso Brasil.

  • Gente … Soube há alguns dias que não é só o Dr José Wilson que é vilão nessa história. Não sei se é verdade, mas me disseram que a família, passados mais de 10 anos, sequer construiu um túmulo decente para o maestro. Se for verdade, isso é um grande absurdo. E olha que todos são muito bem sucedidos (juízes, médicos), graças à educação que receberam do pai. Maior que a genialidade e a obra incrível do maestro, foram seus exemplos de humildade e simplicidade. Não merece que esses herdeiros, que vivem montados em seu nome para ganhar alguma evidência, achincalhem assim sua memória. Jeso, não sei o que achas, mas, podias ir ao cemitério checar essa história. Que coisa triste.

  • Reenviando…

    Dr. José Wilson, os seus títulos já são todos conhecidos e merecem louvores. Infelizmente, esses atributos não se compatibilizam com as suas atitudes.

    Por favor, não utilize essa desculpa para menosprezar a memória de seu pai, o grande Maestro Isoca. Ninguém tem nada a ver com intrigas pessoais da família, que imaginávamos tão unida. Está evidente o seu isolamento.

    Os demais filhos do Maestro Isoca, pelo caráter que têm, certamente não precisam se preocupar com provocações desprezíveis.

    O senhor deve saber que um dos filhos mais prejudicados, com essa sua postura ridícula, é o Prof. José Agostinho Neto, que desenvolve brilhante trabalho no Instituto Maestro Wilson Fonseca, onde todos os filhos do Maestro Isoca comparecem para as comemorações da família, menos o senhor.

    Nessa grotesca manifestação de um tal de Flexa Ligeira parece ter havido um esquecimento proposital justamente do nome do Maestro José Agostinho Neto, o popular Maestro Tinho, a maior vítima de suas atitudes que afrontam a memória de seu pai, pessoa humilde e digna. Mas já sabemos por que… O senhor, Dr. José Wilson, parece que não admite que se enalteça a figura do Maestro Wilson Fonseca, pois o seu objetivo está muito mais do que claro: querer aparecer, por ganância, e ser o centro das atenções.

    Pode deixar que um dia o senhor terá uma estátua aqui em Santarém, num lugar bem apropriado. Não se preocupe.

    Santarém e a sociedade já sabem quem é o responsável pela inviabilização momentânea do Memorial idealizado pelo Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, com apoio da Prefeitura.

    Deus e o espírito do Maestro Isoca, cuja memória é cultuada pelos filhos gratos, demonstrarão como vencer os obstáculos criados para enodoar a imagem desse grande músico santareno, em prol da cultura de nossa terra, que deve se sobrepor a propósitos gananciosos.

    Faça um gesto de grandeza e peça a Deus que lhe ilumine para reconsiderar a sua posição. Demonstre, então, que ama a sua terra natal, para além de simples palavras. E, por amor a seu pai, procure se reconciliar com seus irmãos: concorde, enfim, com a proposta de comodato para que possa ser instituído o Memorial Centro Cultural e Histórico Maestro Wilson Fonseca e sede do IHGTAP. A casa onde morou o Maestro Isoca e sua família não merece permanecer fechada, mas aberta ao público, pelo muito que esse gênio da cultura santarena realizou em benefício de nossa região.

    Tenho certeza que o senhor dormirá em paz com a sua consciência

  • Caro Jeso,
    Até agora não vi, em lugar nenhum, nem mesmo aqui no seu blog, a família, ou mesmo os filhos do maestro Wilson Fonseca que foram citados se manifestar. Vejo uma troca de acusações entre pessoas e para as pessoas que até agora não vieram a público se manifestar. Afinal de contas, quem está com a verdade? Porque eles tem medo de vir à público e falar? Porque nem uma notinha pelo menos não divulgam?
    E volto a insistir na minha preocupante pergunta, pois vejo que só estão falando da casa enquanto imóvel, e o que vão fazer com o acervo? E quando vão liberar o acervo da casa do maestro para pesquisa? Alguém por favor pode responder? Seja da família, do Instituto, Ministério Público ou Prefeitura, resposta que aguardo ser breve.
    Obrigada.

    1. Mais citados aqui nos comentários, José Wilson Fonseca foi alcançado pelo blog para se pronunciar sobre o assunto. Educadamente, preferiu não se manifestar.

      1. Ontem o Secretário de Cultura, Nato Aguiar, falou na Rádio Rural que a prefeitura não tem interesse de comprar a casa e que só toparia ajudar a preservar a casa se todos os filhos topassem passar a casa em comodato para o Instituto Histórico, como um dos filhos não topa então a prefeitura vai atrás de uma outra casa que sirva de sede para o Instituto. Ou seja, graças a UM filho do maestro Isoca a casa dele vai cair…

    2. Neste blog já foi indicada a posição da família do maestro Isoca, que deve estar constrangida com as atitudes do irmão mais velho.
      Acabo de ler o artigo. Nele está bem claro que o Memorial é um projeto muito antigo da família.
      Confira a postagem neste blog, às 7h33:
      Sobre o Memorial Maestro Wilson Fonseca sugiro a leitura do artigo disponível no site do maestro Isoca, que revela ser um antigo projeto da família Fonseca, segundo o desembargador Vicente Fonseca:
      https://wilsonfonseca.com.br/blog/?p=242

  • Doutor José Wilson, acreditamos que o senhor deveria era estar muito orgulhoso pelas homenagens que seu pai merecidamente tem recebido e, com certeza, ainda receberá mais, porque, afinal, ele muito bem merece. Ou você tem como negar isso? Nem há como negar, pois tudo é fato, e todos nós queremos, inclusive toda a sua família, menos o senhor. Pense!…
    Quanto às homenagens às demais personalidades, temos a certeza de que elas acontecerão, sim, no seu devido momento, oportunidade e local.
    Se eu fosse o senhor, eu estaria completamente feliz e participando dessas homenagens, e não me opondo como um filho desnaturado, revoltado, vingativo, inconsequente e que quer ver seu pai sendo dizimado da memória cultural da Santarém do meu coração. Parece-nos que o senhor honra mais outras pessoas do que o seu próprio pai! Pense! Abra o seu coração! Ser coerente e cristão, é sempre a melhor saída.

  • Para aqueles que ainda não tomaram conhecimento, a obra musical e literária de Wilson Fonseca já é patrimônio público, oficializado através do Governo do Estado do Pará. Acreditamos que o que a família Fonseca está oferecendo, Santarém está em pelo acordo, é que a sua obra continue no lugar onde ela foi gerada, composta, escrita, concebida, e aberta a todos nós bem como aos que esta terra querida para visitação. Ou então estão esse irmão do contra (ovelha-negra) está querendo que se faça memorial em outro lugar? Então deixaria de ser memorial e passaria a ser um mero depósito, porque a vida de nosso querido maestro Isoca está intimamente ligada à sua casa e não faz nenhum sentido levar sua obra e a memória de sua vida para outro lugar,seja ele onde for.
    MEMORIAL É NO EXATO LUGAR ONDE A SUA MEMÓRIA PODE SER LEMBRADA, REVIVIDA, ESTUDADA, PESQUISADA EXATAMENTE ONDE E COMO ELE VIVEU, a exemplo de tantos e tantos outros no mundo.

  • Está nos parecendo que quem se esconde sob o codinome de “Flexa ligeira” é o próprio Dr. José Wilson, tanto pela riqueza dos detalhes, quanto pelo própria fuga do assunto em si.
    Dr. José Wilson, ninguém disse nem está dizendo que outras personalidades importantes de Santarém também mereçam homenagem.Merecem, sim. Porém, o que está em questão é o merecido memorial de seu pai (se é que assim ainda podemos chamar pelo seu tamanho descaso para com ele) o grande, ilustre e imortal, compositor, escritor e maestro Wilson Fonseca.
    Imaginemos que ele está sugerindo que a casa de Wilson Fonseca sirva de homenagem a outros personagens e não a quem ali morou, trabalhou e viveu honestamente, compondo, pesquisando e vivendo em prol de sua terra querida. Não faz sentido seu “Flexa ligeira” (ou Dr.José Wilson?). Por mais que o senhor não diga que não está brigando com ninguém, ninguém é tolo para não perceber que sua briga é com toda a sua família e também com toda nossa querida Pérola do Tapajós. O senhor ainda não percebeu que é isso que todos queremos e que só o senhor é do contra?
    Vamos homenagear, sim, outras personalidades de Santarém, porém, no tempo, local e momento propício. Já se passou muito tempo aquela belíssima casa-memorial fechada. Já é mais do que na hora de entregá-la ao povo, tal como Wilson Fonseca sempre foi, é, e sempre continuará sendo, apesar do senhor ser contra tudo e todos.
    Quanto ao mausoléu de Wilson Fonseca, o senhor, como filho mais velho, porque não deu o exemplo de fazer exatamente o que acusa aos outros que deveriam ter feito? Mas não nos deixaremos desviar o foco da questão principal que é a memória da vida e obra musical e literária de Wilson Fonseca, e não os seus restos mortais. Cultura nenhuma sobrevive ou cresce com mausoléos. Ninguém, visitando Santarém, teria como ponto de visita o cemitério para apenas ver a sepultura onde Wilson Fonseca foi enterrado. Ou quer-se enterrar, também, sua memória? O que nós queremos, e nos demonstra que só o senhor que não, é que a memória de Wilson Fonseca seja preservada e aberta ao público para ser conhecida.
    Como filho mais velho, ajude a honrar seu pai e a fazer justiça com quem ele foi e o que ele deixou em vida.
    Por outro lado, como uma coisa não tem nada a ver com a outra, porque há sempre espaço para todos, ajude, também, na homenagem de outras personalidades em Santarém. Mas uma, não deve ser em detrimento de outra.
    Vamos retornar à questão em si, ao invés de jogar assuntos descabidos que não dizem nada com a seriedade dos fatos?

  • Está claro que o problema criado para tentar impedir a memória de nosso grande e imortal maestro Wilson Fonseca, não é um problema de família, como muitos estão dizendo, porque pelo que vemos, toda a família está em plena paz e unidade na honra de Wilson Fonseca, menos um que, como já foi dito por dedução e eliminação de todos os que são favoráveis, é o Dr. José Wilson.
    Como filho mais velho, ele deveria dar o exemplo, ou no mínimo, seguir o exemplo de seu genitor e entrar em harmonia com toda a família e toda a sociedade santarena, que ama Wilson Fonseca.
    Religião não tem nada a ver com esse problema criado por uma única pessoa, mas que a Igreja Católica reveja quem está recebendo e formando para ser um dos seus diáconos, como assim falaram aqui, porque, ao que me parece, o Dr. José Wilson não está honrando nem a memória de seu pai, como manda a Lei de Deus, nem dá exemplo de humildade para reconhecer seu erro e sua birra, além de não amar seu próximo, no caso, toda a terra querida que um dia foi dele, e quem um dia ele até chegou até a dedicar poesias. Entendo que ele só está pensando nele próprio contra tudo e contra todos, sendo egoísta, intransigente, fechado. É verdade que todos têm direito à herança, mas é verdade, também, que existem causas éticas, morais e de bom senso que vão muito além disso, como entendemos ser essa questão de empecilho criada por ele, contra seu próprio pai, sua própria família, sua própria terra natal, enfim, contra todos nós.
    Vamos lá, Dr. José Wilson, humildade só faz crescer a quem a pratica. Dê esse exemplo tão bem vivido e ensinado por seu pai e pela Igreja que lhe acolhe para um dia ser diácono. Entre em unidade com todos nós.
    Senhor Prefeito Alexandre Von, em quem votamos e em quem muito esperamos, parece-nos que toda família (menos o Dr. José Wilson) já concordaram com a desapropriação da casa para que a cultura de Santarém, do Tapajós, do Pará, da Amazônia e do Brasil ganhe com isso. O aniversário de Santarém está próximo. Sugestão: DÊ DE PRESENTE PARA SANTARÉM O QUE SANTARÉM DESEJA E QUER: a desapropriação da casa de Wilson Fonseca para lá nossa cultura ser muito mais reconhecida e valorizada para Santarém e para o Mundo. Esperamos por esse seu presente. Se o Dr. José Wilson entrar em harmonia conosco, louvaremos a agradeceremos por essa sua digna atitude, mas se ele empacar e continuar sendo contra tudo e todos, que ele entre na justiça para questionar valores, pois só isso ele pode fazer, porque o poder público tem autoridade para desapropriar e fazer o que quiser no sentido que justifique a desapropriação. Os demais membros da família, estão em pleno acordo e não temos conhecimento de seu questionamento quanto ao valor da desapropriação, contudo, já soubemos que, se houver alguma parte que lhes caiba, ela será destina a alguma instituição, como a que vem dando com competência e qualidade, continuidade da obra do maestro Wilson Fonseca: O Instituto Maestro Wilson Fonseca. Cremos que o Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós também será contemplado com a doação.
    Senhor Prefeito, esperamos ganhar esse presente no dia do aniversário de Santarém, 22 de junho, data que, por sinal, foi reconhecida através de intensas e pesquisas feitas pelo próprio Wilson Fonseca, junto às fontes originais dos que aqui chegaram nos estabeleceram como cidade.

  • A pergunta que não quer calar: por que, até agora a família não se interessou em cuidar da sepultura do maestro Isoca no cemitério de Santarém? Pelo que me disseram, estão esperando que a prefeitura também faça isto. A minha opinião é esta: o prefeito Von deve priorizar homenagens a outros santarenos ilustres, entre eles o professor e maestro Dororó, Paulo Rodrigues dos Santos, Silvério Sirotheau Correa e tantos outros que ainda não foram lembrados pelo poder publico municipal. O mestre Isoca já está devidamente homenageado com nome de aeroporto, de rua, de colégio, etc. A briga do doutor José Wilson não é com os santarenos, não é com as suas irmãs, é apenas com o seu irmão Vicente que sempre quer menosprezar o seu valor como advogado, magistrado aposentado, poeta e escritor, membro da Academia Paraense de Letras, etc.

    1. Para refrescar a memória: a Biblioteca Pública Municipal de Santarém chama-se Paulo Rodrigues dos Santos, patrono do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós. Existe, em nossa querida Santarém, a Escola Minicipal Maestro Wilde Dias da Fonseca (Dororó), além da Escola de Música Maestro Wilde Fonseca, esta vinculada à Filarmônica Municipal Prof. José Agostinho. A antiga Rua Benjamin Constant hoje se denomina Rua Dr. Silvério Sirotheau Corrêa. As pessoas desvinculadas da história de Santarém precisam se atualizar antes de ficarem falando besteiras.

    1. A desapropriação, por sua própria natureza, é ato de império do Poder Público, amparado na Constituição Federal. Em respeito à cultura de Santarém, parece ser a medida adequada. O Município não pode se omitir.

      1. Que tal, o empresariado santareno dar um presente à comunidade, adquirindo o imóvel,todo acervo do maestro , contribuindo com a preservação de nossa cultura e perpetuação de nossos gênios? O gestor municipal Tem vários desafios prementes para sanar na administração.Em várias cidades, o empresariado tem contribuido, proficuamente, com a cultura regional.Santarém poderia seguir o exemplo.Picuinhas e desavenças de cunhos dométicos não nos interessam e não é salutar à memória do ilustre Maestro.

  • Soubemos que o Dr. José Wilson está agora estudando diaconato para ser diácono da Igreja Católica, a mesma Igreja onde seu pai Wilson Fonseca aprendeu e viveu o amor de Deus, contudo, que belo exemplo de filho mais velho, de filho do grande maestro, de cristão católico, de aluno de diaconato que se diz querer servir mais com o amor de Deus, mas que não honra nem seu próprio pai, não respeita nem ama a sua terra querida, não respeita nem a vontade do povo santareno, talvez pelo simples fato de ter escolhido a opção de morar em Belém e agora dá as costas, zomba, boicota, acha que tem o poder e o direito de sozinho ir contra toda a sua família, contra a memória e obra de seu próprio pai, contra a cultura do povo santareno que demonstra que tem muito mais respeito, amor e seriedade para com seu pai.
    Todos estamos vendo que essa atitude absurda, inoportuna, descabida, agressiva de desamor ao seu saudoso, querido e amado pai, bem como à toda a sua família e à Santarém, é situação ridícula que só diz respeito a ele. Não é uma posição ou decisão de família, que está completamente unida e decidida em manter-se em unidade pela honra, memória, preservação da obra e exemplos de seu pai e da cultura santarena. Não nos parece,portanto, ser qualquer ganância por parte da família, cujo nome jamais deve ser maculado, pois já se tornou público que a família Wilson Fonseca continua a seguir os ensinamentos de seu pai, inclusive os ensinamentos de renúncia e de amor cristãos em prol de uma causa maior do que o egoísmo ou ao que me parece, ganância pessoal.
    Esperamos que o prefeito municipal, sr. Alexandre Von, que por nós foi colocado no poder público para bem administrar nossa gente, tenha o correto discernimento e saiba resolver com toda a autoridade que tem, sem se deixar influenciar apenas por um elemento desvairado que só quer atrapalhar a vontade em vida do maestro Wilson Fonseca, que se não deixou por escrito, já vimos seu depoimento gravado em vídeo num DVD recém lançado pelo ICBS nas comemorações do seu centenário, onde ele manifesta, sim, sua vontade de que sua obra seja perpetuada em razão do imensurável amor, dedicação e exemplo de vida como cidadão e cristão católico à sua família e toda a Santarém,e porque não dizer ao Pará e ao Mundo, também. Prefeito, desaproprie a casa do maestro Wilson Fonseca que é o que todos estamos querendo, quer sua família, quer nós, o povo santareno. Até a sua família já sugeriu isso e não vai se opor. Se isso implica em pagamento do valor correspondente, também temos ouvido em entrevistas que os 5 filhos não fazem questão por se tratar de uma causa maior, porém, caso lhes venha a sua parte, eles a doarão para alguma entidade como, por exemplo, o Instituto Maestro Wilson Fonseca e o Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, como, também, eles mesmos já declararam. No caso do Dr. José Wilson, caso em continue empacando e sendo contra tudo e contra todos, que ele entre sozinho e desguiado na justiça contra a sua família, contra o povo santareno, contra o poder público municipal para discutir o valor que ele entenda como “justo” ou como lucro pessoal que nos parece que ele quer tirar proveito dessa situação.
    Continuamos pedindo para aumentar nossa corrente por aquele que tanto nos amou e ainda nos ama através de suas obras, de seus exemplo e do exemplo de seus filhos que aprenderam muito bem o exemplo de seu pai.

  • Enquanto ficam ai discutindo sobre a csa do maestro, a rua aqui da frente da minha casa ta um caco só, prefeito nem olha aqui pra gonçalves dias

  • Caro Jeso,
    Estou lendo agora uma entrevista que tem com o maestro Agostinho Fonseca, o Tinho, que diz que a casa serviria para colocar o acervo do maestro disponível para pesquisa.
    Como professora, acho que isso é mais do que necessário. Santarém tem carência por mais espaços de pesquisa sobre a história local.
    O fato de se colocar em funcionamento uma Biblioteca é de interesse público, pois é a sabedoria dos povos que está em discussão. Penso que o museu é necessário, memorial é necessário, mas ter acesso ao conhecimento e ao material de pesquisa do maestro Wilson Fonseca é necessariíssimo.
    Agora fica a pergunta, perder todo esse acesso ao conhecimento da nossa história somente porque UM dos SEIS filhos do maestro é contra, é justo para com a sociedade que anseia pela partilha do conhecimento social?
    Se cinco dos irmãos parecem abrir mão do imóvel para que tal acervo chegue a conhecimento do público e outro é justo que a ganância de um filho (que parece não gostar de nossa terra, porque se fosse santareno e gostasse de Santarém não estaria com “pavulagem”) prejudique a todo um grupo de professores e universitários santarenos que anseiam ter acesso ao acervo histórico do maestro Wilson Fonseca?
    Penso que seria o caso, pois o acesso ao conhecimento é um bem imaterial e constitucional, que o Ministério Público exproprie o acervo do Maestro para colocá-lo acessível ao público antes que as traças e os cupins o devorem ou antes que o alheio dele se aproprie.
    Obrigada!

  • Parece que o Dr. José Wilson Malheiros promove uma verdadeira campanha contra a preservação da memória do Maestro Wilson Fonseca, seu pai.
    Ele escreveu um artigo posicionando-se até contra o nome do Aeroporto de Santarém “Maestro Wilson Fonseca”, determinado pela Lei Federal nº 11.338/2006.
    Confira no artigo, eufemisticamente intitulado de “”Mais um desastre ecológico”:
    https://aldemyrfeio.blogspot.com.br/2008/10/jos-wilson-malheiros.html
    Não compareceu na inauguração do busto do maestro no Aeroporto, em 2006, quando foi lançado o livro Meu Baú Mocorongo e houve um concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz, promovido pelo Governo do Estado do Pará, na Casa da Cultura.
    Também não compareceu nos festejos do centenário de nascimento do maestro Wilson Fonseca, em Santarém, realizados durante o ano de 2012,  quando aqui estiveram todos os demais filhos e outros familiares do compositor.
    Agora, manifestou-se contra a criação do Museu Memorial na casa onde residiu Wilson Fonseca, um velho projeto da família, onde ficaria sediado o Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, mediante contrato de comodato, espécie de cessão gratuita, que contou com a concordância de todos os demais filhos de Isoca, que nada exigiram em troca, salvo o filho mais velho que resiste à ideia, porque deseja vender a casa para receber a sua parte na herança, numa demonstração de interesse meramente financeiro e insensibilidade à memória do pai.
    Em assim procedendo, o filho discordante revela-se em evidente desobediência à Lei Estadual nº 7.337, de 17.11.2009, que declara como integrante do patrimônio cultural do Estado do Pará a obra musical e literária do Maestro Wilson Fonseca, cujo acervo deve ser mantido no lugar ideal, ou seja, na casa residencial do compositor santareno, justamente no ambiente em que foi concebida a rica produção do nosso Isoca, como ocorre em todo o mundo, onde existem museus e memoriais dessa natureza, para acesso da população, inclusive turistas.
    Não surpreende que o Dr. José Wilson também seja contrário às determinações da  Lei Municipal nº 19.132/2012, que denomina Rua Wilson Dias da Fonseca (Maestro Isoca), antiga Rua Floriano Peixoto, onde nasceu o extraordinário músico, em Santarém.
    Esse procedimento egocentrista não pode se sobrepor à cultura santarena.
    O Maestro Isoca faleceu em 2002 e a sua casa, patrimônio histórico de Santarém, está na iminência de ficar à mercê de caprichos de um filho desgarrado de um projeto muito louvável: criar um Museu Centro Memorial e Cultural na casa residencial de Wilson Fonseca. 
    Cinco dos filhos do Maestro – abrindo mão de qualquer vantagem financeira – estão unidos em torno dessa ideia e apenas um se opõe, por motivo nada razoável, para dizer o mínimo.
    Pelo visto, essa celeuma vai longe.
    Mas, antes que seja tarde, compete ao Estado e/ou Município intervir para desapropriar o imóvel e preservar um dos patrimônios culturais mais importantes de Santarém: a música, a história e a literatura de nossa terra. 
    O Governo, em todos os níveis, tem o dever de “proteger os documentos, as obras e outros bens de valor histórico, artístico e cultural, os monumentos, as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos; impedir a evasão, a destruição e a descaracterização de obras de arte e de outros bens de valor histórico, artístico ou cultural; e proporcionar os meios de acesso à cultura, à educação e à ciência” (Constituição Federal, art. 23, III, IV e V).
    É ainda a Constituição Federal que autoriza o Poder Público a promover e proteger o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação (art. 216, § 6°).
    No mesmo sentido, a Constituição do Estado do Pará, cujos artigos 285 e 286, aliás, são mencionados expressamente na Lei Estadual nº 7.337/2009, que atribui à Secretaria de Estado de Cultura o encargo de catalogar o acervo artístico e literário de Wilson Fonseca, como também instituir mecanismos de conservação e divulgação de sua obra e, ainda, implementar as medidas necessárias ao fiel cumprimento dessa lei.
    A Constituição Paraense estabelece que o Estado, “em colaboração com os Municípios, implantará bibliotecas, arquivos, museus e espaços culturais de múltiplos usos, objetivando a difusão da cultura geral e, especialmente, a paraense, instituindo-se sistemas próprios para cada segmento” (art. 285, § 4°).
    Frustrada a proposta de comodato, a desapropriação da casa do Maestro Isoca é a medida que se impõe.
    Ganha a sociedade santarena, o IHGTAP e a cultura de nossa região.

  • Isso já era esperado. A casa ficou fechada tantos anos depois da morte do maestro Isoca. Enquanto o Prof. Agostinho Neto realiza um trabalho exemplar no Instituto Maestro Wilson Fonseca, seguindo as pegadas do pai; o Dr. Vicente Malheiros lança um belo livro sobre a vida e a obra do grande maestro; e os demais filhos (Maria das Dores, Conceição e Maria de Jesus), todos unidos,  comparecem em Santarém para a inesquecível comemoração do centenário de nascimento do festejado compositor santareno, um dos filhos de Isoca (Dr. José Wilson), que não participa desses eventos, se opõe contra o projeto da família: transformar a casa residencial de Wilson Fonseca em Museu Centro Memorial e Cultural, além de sede do IHGTAP, para pesquisas. É bom que se diga que o maestro Isoca não foi apenas compositor. Ele é o autor do livro Meu Baú Mocorongo, que se equipara ao Tupaiulândia, de Paulo Rodrigues dos Santos, ambos historiadores. Quantos subsídios de pesquisas para estudantes e demais interessados no estudo da história de nossa cidade poderão ser subtraídos da população. 
    Alguém tem que fazer alguma coisa, principalmente o Poper Público, que tem o dever de zelar pelo patrimônio artístico e cultural da sociedade, conforme está previsto na Constituição Federal e na Constituição do Estado do Pará (artigos 285 e seguintes), ainda mais no caso em questão, considerando que a produção musical e literária do maestro Isoca foi elevada à condição de patrimônio cultural do Estado, nos termos da Lei Estadual nº 7.337, de 17.11.2009, conforme a Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Wilson_Fonseca
    É esse patrimônio que não pode se perder. O interesse público deve prevalecer sobre o individual de quem quer que seja. A memória do maestro Isoca e sua extraordinária produção musical e literária merece ser preservada e resgatada,  para acesso à cultura, bem social e direito de todos, mesmo contra a vontade de um filho rebelde de Wilson Fonseca, o nosso uirapuru-mor.

  • Vem cá… O José Wilson é o filho mais velho do maestro Izoca, aquele que deveria dar o bom exemplo? Não acredito. Sem comentários. Coitado do mestre Izoca…

  • Pelo que ficamos sabendo, cinco filhos do maestro Izoca já tinham concordado com a proposta de comodato (empréstimo gratuito) da casa para instalação do museu e sede do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, enquanto que apenas um dos filhos, José Wilson, discordou porque queria vender a sua parte na herança, por pura ganância e egoísmo, portanto esquecendo da memória cultural do seu pai para a história de Santarém. Essa atitude isolada merece desaprovação da sociedade santarena e requer atitude imediata do Poder Público, pois a obra literária e musical do maestro Izoca foi declarada patrimônio cultural do Estado do Pará numa lei de 2009, o que justifica a desapropriação do imóvel, antes que vire ruína e seja dilapidado pela insensibilidade de um isolado familiar que não respeita um dos mais respeitados ícones da tradição de nossa terra querida.

  • Parece que dentre tantas outras coisas, esse filho ingrato que se opõe ao próprio pai não aprendeu uma das virtudes básicas que Jesus ensinou, e que acreditamos que seu pai, como bom católico, ensinou à toda a sua família: “Honra teu pai e tua mãe, amarás teu próximo como a ti mesmo.” (Mt 19,19).
    Vê-se que esse filho desguiado da família e dos ensinamentos de seu pai, não tem amor nem pelo próprio pai, nem pelos seu próximo e, por conseguinte, nem por si mesmo.

  • Pelo que Wilson Fonseca foi para Santarém, e ainda é, através de sua vasta obra musical e literária, pesquisas, registros históricos, exemplos de vida e amor à sua terra querida a que chamou “Santarém do meu coração”, ele não pertence mais só a família de sangue que criou e muito bem encaminhou. Wilson Fonseca já pertence à toda a Santarém que tem o direito de recebê-lo e partilhar de sua vida através de seu valiosíssimo legado. A família Wilson Fonseca não tem nenhuma culpa do comportamento e atitude deplorável, indigna, ofensiva, agressiva, destruidora desse seu filho que quer enterrar a memória de seu pai e da história de Santarém que quer, precisa, e merece ser preservada, contada e aberta ao público. Wilson Fonseca, também, não tem nenhuma culpa em relação a esse comportamento desviado que, se vivo estivesse para comentar a respeito, com absoluta certeza reprovaria. Não só ele está tentando envergonhar e expor ao ridículo toda a família de Wilson Fonseca, com essa sua atitude isolada e deplorável, como também, agride e quer subtrair parte da cultura e da história de nossa pérola do Tapajós. Mas acreditamos que os interesses de Wilson Fonseca e de todo o povo se sairão vencedores à essa ganância, desrespeito, ofensa, objeção descabida, e tentativa de boicote com essa expressão imensurável que é Wilson Fonseca, de quem, não só todos os demais filhos, tenho certeza disso, mas também todo o povo santareno, a Amazônia, o Brasil e o Mundo se orgulham e querem fazer justiça. O corpo de Wilson Fonseca foi sepultado após sua morte, mas sua obra e sua memória, jamais. Demais membros da família que são a favor (todos menos um), povo santareno, autoridades e todos os que conheceram Wilson Fonseca em vida ou mesmo após a sua morte, através de sua valiosíssima e vasta obra musical e literária que tem valores imensuráveis à nossa terra, nos unamos para que não sejamos exceção ao que o mundo todo faz: HONRAR, VALORIZAR, RESPEITAR, PRESERVAR E TORNAR PÚBLICO quem em toda a sua vida foi um homem íntegro que se dedicou sem limites à Santarém e toda a sua gente.

  • É mais uma besteira e precipitação do Desgoverno do PREGUIÇA o Secretário incompetente de cultura anunciar um factóide sem que a família toda do maestro fosse consultada. Infelizmente esse pessoal não aprende e nem vai aprender nunca, pois se eles continuarem a fazer besteira esse Desgoverno acaba antes dos 4 anos.

  • Acho que a ideia de transformar a casa em um museu he ótima. Porque a família não custeia isso, por que tem ter dinheiro publico nisso. Assim he fácil, fazer festa com o dinheiro dos outros ate eu. Enquanto se discute isso a Prefeitura esta demitindo um monte de assalariado por não ter condições de manter na folha. Gente, pelo que ja ouvi falarem do maestro Isoca e pelo pouco que conheço ele deve estar envergonhado com esse monte de homenagem que estão ofertando a ele, merecidas he verdade, mas estão exagerando. Com muita propriedade deram o nome dele ao aeroporto, acho que só isso já bastaria para termos o nome de nosso exponencial lembrado e conhecido pelo mundo inteiro, mas toda semana querem colocar ou criar algo para o nome dele. Lembrem-se, temos muita gente que também merecem ser lembrada e não há uma campanha dessas para estes, deixa crescer uma pulga atrás da orelha de muita gente. Quer saber…

    Passa Regua

    1. Passa Régua, se a iniciativa partisse da família,seria mais ou menos assim: VOU MANDAR CONSTRUIR UMA ESTÁTUA EM MINHA HOMENAGEM! Dá para entender?

  • Querem apagar a memória do maestro e privar os santarenos de perpetuarem a história de Wilson Fonseca. Ganância e cultura não combinam mesmo.

  • A casa do maestro é um patrimonio de santarem, deve sim se tornar um bem publico. Uma pessoa que foi la esses dias me falou que ja invadiram, ja saquearam e que a casa ta caindo aos pedaços até o piano do maestro ta todo comido de cupins. Filhoingrato esse que nao quer perpertuar a memoria do pai. Afinal qual deles é? o tinho e o Vicente nao sao, entao quem é?

    1. Acho que o único herdeiro do mestre Isoca que não concorda com o museu é o dr. José Wilson Malheiros, pois houve manifestação dos outros filhos que concordaram com a proposta do IHGTAP e a Prefeitura, conforme me foi dito por um sócio do Instituto. Desconheço o motivo apresentado pelo único filho discordante. Lamentavelmente é mesmo uma tremenda ingratidão, pois a figura do mestre Isoca deve ser preservada na história de nossa cidade.

  • Herança e Herdeiros são assim. Este se esqueceu que a memoria do pai é uma das maiores heranças desta cidade, e que não é mais apenas da familia.

  • O anônimo está certo, quem deve decidir é a família do saudoso maestro Izoca. Que se em vida tivesse alguma pretensão de sua casa residencial ser transformada em patrimônio público, teria se manifestado verbalmente ou por escrito. O que não acredito tê-lo feito, pois era uma pessoa muito humilde e despretensiosa; desprovida realmente de tal vaidade. Porém, vou dá minha pincelada, “opinião não se discuti, é igual …, cada qual com o seu; sou favorável que seja tombado como Patrimônio Público. Em homenagem a este ilustre e incomparável mestre da música; santareno. Povo sem HISTÓRIA É POVO SEM MEMÓRIA ! Já destruíram tantos …, que é bom nem citar.

  • Também concordo, se o maestro nao deixou nada escrio em testamento entao que os filhos façam o que quiser da casa… Prefeitura nao tem nada que comprar casa dos outros…

  • Putzz!!!
    Que mancada!! Nessa semana eu lhi um baita comentário no Face sobre a casa do maestro Izoca. Não conheço todos os filho do maestro, mas o Tinho e o Vicente, que escreveu aquele bonito comentário, são a favor do museu em homenagem ao seu Izoca.
    Olha só o link tirado lá do Face, que todos deveriam ler:
    https://www.facebook.com/notes/vicente-malheiros-da-fonseca/memorial-maestro-wilson-fonseca-vicente-malheiros-da-fonseca/10151393663376046
    É uma pena mesmo.
    O maestro Izoca merece esse museu.

  • A desapropriação da residência é uma idéia brilhante.Fazer média sem despender nenhum dinheiro, em prol de herdeiros, não soa como coerência ilustre Von.

  • O maestro e sua familia devem ser respeitados. Se um dos herdeiros não quer a transformação da casa, temos de respeitar.
    Desapropriar somente se fosse caso de necessiade pública, o que não vem ao caso. E se o maestro quizesse que algo desta natureza fosse feita, ele teria deixado isso expressamente escrito.

    1. Entao deve-se tirar o nome dele do aeroporto, da rua, do colegio….qdo e publico neh, todos os herdeiros querem, agora q mexe no bolso vem o olho grande

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