
Foi publicado no Diário Oficial do Estado o edital de licitação para concessão florestal das glebas Mamuru Arapiuns Lote II.
O edital foi publicado ontem, 4.
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O certame tem como objetivo o manejo florestal sustentável e exploração de produtos em unidades de manejo florestal localizadas nos municípios de Santarém, Juruti e Aveiro, no oeste paraense.
Lançada pelo Ideflor-bio (Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade) do Pará, a licitação é aberta para pessoas jurídicas, incluindo micro e pequenas empresas, com sede no país.
Em junho, foram realizadas audiências públicas nos três municípios que abrangem a concessão.
Também foram feitas reuniões públicas na comunidade de Cachoeira do Aruã, em Santarém, e na comunidade Mocambo, em Juruti.
Após concluída a fase de licitação, é feita a assinatura do contrato com a empresa vencedora (concessionária), que ganha o direito de praticar manejo florestal sustentável para a exploração dos produtos nas unidades de manejo, com contrato de 30 anos, prorrogáveis por mais cinco e sem possibilidade de renovação.
Os envelopes de documentação e propostas deverão ser entregues, pessoalmente ou via Correios, no setor de protocolo do Ideflor-bio, na Avenida João Paulo II, s/n, Parque Estadual do Utinga, impreterivelmente até as 9h do próximo dia 22 de setembro.
Mais informações sobre o edital e anexos podem ser obtidas no prédio do Ideflor-bio, pelo e-mail concessaomamurulote2@gmail.com, pelo telefone (91) 3110-5710 e no site https://ideflorbio.pa.gov.br/.
Fonte – Agéncia Pará
O Renato se limitou a dizer que manejo florestal sustentável é legal e pronto!
Muito bobinho, já que exploração madeireira ilegal também é feita de forma seletiva, aliás isso é elementar já que os PMFS, por mágica, só oferecem ipê, jatobá, Maçaranduba, cedro e outras madeiras que estão em alta no mercado internacional. Ademais, na febre do tauari, os PMFS ofertaram milhões de metros cúbicos, tudo por que o marcado internacional pedia.
O que falei é que os homens que sempre moraram lá, ganham mais com a floresta em pé, extraindo de forma comunitária as espécies necessárias ao seu sustento, se for preciso serrar um ipê que corte, mas beneficie lá mesmo, se for pra fazer barco, que corte a itaúba.
Essa gleba Nova Olinda foi mapeada por um grupo de infratores da escola do desmatamento, uma fraude, que tu deve achar legal!
A concessão florestal da região do Arapiuns é bem vinda, mas os concessionários devem ser os verdadeiros donos, os moradores de lá:
Estuda Renato!
Quem pensa o contrário dos seus argumentos ê porque estâ lucrando com esse projeto do governo voltado para os grandes. Duvido que o ganhador esteja fazendo o manejo de forma adequada. Eles só querem o filé, o lucro. O ouro.
Jeso e amigos,
Não é bem essa a atividade que a região do Arapiuns precisa, pois a concessão vai trazer muitos problemas ambientais para todos, incluindo os pequenos agricultores que vão receber muito pouco pela venda das madeiras que eles mesmo já protegem a anos!
Maior problema é que só vai sair madeira nobre que vai ser paga a preço comum; A fase de extração causa danos irreversíveis pela entrada de maquinários; O alimento das comunidades tradicionais passa pela caça e a exploração madeireira afugenta os animais cada vez mais para longe; A pressão para o corte raso após a exploração é sempre um desejo de consumo para os madeireiros que entregam as áreas exploradas para os sojeiros; Essa movimentação de pessoas e maquinas com balsas navegando, inibe o turismo; E finalizando o ambienta Arapiuns é frágil e pode não suportar a atividade madeireira.
Ainda acho que o governo deveria financiar a linha de créditos as famílias para eles mesmo explorassem, desdobrassem as árvores e finalizassem os produtos, seja pela fabricação de portas e janelas, peças encomendadas para construção civil ou peças preparadas pelos artesoes, gerando a renda necessária para o sustento, de forma que o aproveitamento fosse 100%, evitando o tal do desperdício.
Resumindo a floresta ficaria em pé, atrairia o TURISMO e haveria a tão chamada dinâmica ambiental, proporcionando ainda o recebimento de uma vantagem econômica pelo trabalho ambiental.
Espero que não vençam os atuais colonizadores da Rondon Bel, que sempre abasteceram Belém no esquema de balsas madrugaduanas!
O Jozemar confunde Manejo Florestal Sustentável com exploração madeireira ilegal e até mesmo desmatamento. A concessão florestal é totalmente o oposto do que o comentário do Jozemar leva a crer. Uma coisa é não concordar com a política das concessões florestais, outra coisa bem diferente é deturpar (mentir mesmo) sobre suas práticas e objetivos. Seu comentário enganoso só descredibiliza seu posicionamento sobre o tema. Estude mais.