O post MP é alvo de críticas por licença dada à Cargill suscitou o comentário a seguir, do leitor que se assina Leandro Amaral:
Caros,
O MP do Pará não tem feito seu dever de casa como reza os mandamentos para sua atuação. Na questão ambiental e do patrimônio cultural, duas situações são gritantes: (1) os promotores não têm bagagem intelectual/acadêmica e, (2) há um rodízio constante, impedindo que os mesmos acabem se especializando.
Diante desse cenário, as ações são meras praxes, sem consistências técnico-jurídicas.
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A sociedade civil tem toda razão em espernear com licenciamentos desse tipo. As trocas, mesmo que utilizando parâmetros financeiros, são profundamente desiguais. No processo de licenciamento, de mitigação de impactos e de discussões jurídicas, só quem sai ganhando são grupos externos. Então, essa política ambiental local (do estado do Pará e de Santarém) está ótima.
Fica melhor ainda porque o MP/PA acaba se metendo e não dá conta.
E agora? O que fazer?
Poxa a vida, até que enfim vejo algo importante escrito pelo ilustre Sociólogo Tibério, porque o Sr não larga esse seu partido e opta pelo PV? Quanta coisa importante o Sr tem para dar ao meio ambiente e fica nesse puxa e encolhe com o PT.
O efeito Cargill não se resume apenas ao porto.
A região do Planalto está tomada pelos agrotóxicos despejados sem piedade pelos ruralistas.
Os igarapés estão envenenados.
Comunidades cercadas por fazendas bebem aquela porcaria de água.
Até a região urbana de Belterra sofre com isso.
Ao menos, o MP poderia dar uma olhada nisso.
Tiberio Alloggio
“dever se casa” nao seria “dever de casa”?