Publicado em
09/04/2012
por Jeso Carneiro
em cidade
Foto: Jeso Carneiro Travessia felina Veja também do editor: Casal de noivos nas dunas de Cidreira (RS). — ARTIGOS RELACIONADOSSantarém, ontem e hoje: a agência do Banco do BrasilSantarém, ontem e hoje: escadaria demolida para levar rua morro acimaSer Bastião: um testemunho em carne, câmera e alma. Por Josué G. Vieira
Jeso
Interessante a baixa estima dos santarenos, quando foi para criticar a bagunça da obra da residência criticaram Santarém pensando que era aqui, quando foi para elogiar o meio fio elogiaram o sul, meteram a cacetada em Santarém e esqueceram a bagunça da obra.
Isto me lembra quando criança nos diziam que no USA todos os habitantes tinham carro e não tinha pobre, foi preciso o Sarney vejam só o Sarney em uma de suas visitas por lá mostrar os guetos norte americano e suas mazelas.
Baixa estima do norte em relação ao sul e do Brasil em relação a Europa e USA.
Isto é histórico infelizmente e vai demoram séculos para revertemos isso.
Sr.Paulo Costa, esse assunto é recorrente em meus escritos. Mas, principalmente no artigo VALENTÍSSIMA, fui fundo na baixa estima do nosso povo. Copiando Nelson Rodrugues, é um arraigado “complexo de cachorro vira lata”. Essa baixa estima se substantiva na admiração que temos por tudo que é de fora, a começar pelos “dibelém” e os “dosul”, não importa como e nem por qual razão batem com os costados por aí. Basta ser de fora para estar inserido no estamento superior. assim, nossos melhores hospitais são os aviões, os jogadores, mesmo os “babas” são prestigiadíssimos e recebem aplausos que são sonegados aos “minhocas” (da terra), o Calypso e sua “miante folia de reis” recebe mais aplauso que o nosso famigerado internacionalmente Sebastião Tapajós e assim vai. Também por essa insistente baixa estima é que elegemos sempre os mesmos, não cobramos nada, nos conformamos com o lixo que invade nossas casas, não cobramos tratamento de lixo nem reciclagem e qualquer um pode fazer o que quiser com nossas riquezas naturais. O “sabe com quem está falando” pode não ser dito mas é vivido e os bem nascidos (?) podem tudo. Basta mostrar um espelhinho que o sorriso está aberto. Precisamos ter orgulho da gente mesmo, do nosso chão, da nossa origem banhada pelos gigantes Amazonas/Tapajós e podem até dizer que eu fiquei besta mas pretendo, até morrer, cutucar com vara curta para ver se acordamos e assumimos toda a riqueza com a qual Deus nos privilegiou. TAPAJOARAMENTE,
Tão felino, mas tão vulnerável esse belo animal. Aqui em Santarém, muitos gatos, como esse, morrem atropleados. Apesar do perigo que está correndo, a foto ta bela.
o que chama atenção. o gatinha atravesando a rua?., o monte de areia e seixo na lateral superior da foto?, a areia no mio da pista? o meio fio que foi limpado oportunamente?, ou o descaso e o abandono em que vivemos, esse ponto deve ser na subida da serra do diamantino, na curuá-una. so la pra se ter essa imagem bucolica. sensibilidade de felino, a do fotografo.
Caro Jeso, vou contar uma história que já contei no Gazeta, mas merece ser contada novamente. Estava passeando no Vale dos Vinhedos (Bento Gonçalves-RS) e no momento visitava a Casa Valduga. A vinícola é extremamente bem cuidada, como de resto, todas as vinícolas do Vale. Estava na Casa de Madeira que é o braço da Valduga que fabrica e vende geléia, grapa etc. Conversava com um garoto local, de 13 anos, chamado Ricardo, filho de um dos sócios da Casa de Madeira, expressando minha surpresa, pois pouco antes da entrada da vinícola atravessara um córrego de uns 6 metros de largura de águas limpíssimas. O que incomodava é que por mais que eu falasse, o garoto estava mudo, paralizado. Depois de tanto falar, o garoto, saindo do transe e olhando-me seriamente, disse: “Nós cuidamos!”. Percebeu, um garoto de 13 anos disse nós cuidamos. Essa é a diferença. Em nossa Santa Santarém os adultos ensinam que é “onda” andar de “traçado” nas praias, jogar espinhas de peixe ao lado das mesas e que o sanitário é a parte mais funda do rio ou igarapé. A propósito, Jeso, se ainda estás no Rio Grande do Sul, vale a pena visitar o Vale. Faz base em Caxias do Sul, Real Hotel, à Rua Marques de Herval, 1124-Centro (54-3221-4400). O restaurante da Casa Valduga é ótimo! Daí ao Vale são mais ou menos 30 minutos. TAPAJOARAMENTE,
Observe como o gatinho vai andando despreocupadamente no transito. Mas do jeito que a coisa vai precisaremos ter 7 vidas para andar no transito de Santarém.
Jeso
Interessante a baixa estima dos santarenos, quando foi para criticar a bagunça da obra da residência criticaram Santarém pensando que era aqui, quando foi para elogiar o meio fio elogiaram o sul, meteram a cacetada em Santarém e esqueceram a bagunça da obra.
Isto me lembra quando criança nos diziam que no USA todos os habitantes tinham carro e não tinha pobre, foi preciso o Sarney vejam só o Sarney em uma de suas visitas por lá mostrar os guetos norte americano e suas mazelas.
Baixa estima do norte em relação ao sul e do Brasil em relação a Europa e USA.
Isto é histórico infelizmente e vai demoram séculos para revertemos isso.
Sr.Paulo Costa, esse assunto é recorrente em meus escritos. Mas, principalmente no artigo VALENTÍSSIMA, fui fundo na baixa estima do nosso povo. Copiando Nelson Rodrugues, é um arraigado “complexo de cachorro vira lata”. Essa baixa estima se substantiva na admiração que temos por tudo que é de fora, a começar pelos “dibelém” e os “dosul”, não importa como e nem por qual razão batem com os costados por aí. Basta ser de fora para estar inserido no estamento superior. assim, nossos melhores hospitais são os aviões, os jogadores, mesmo os “babas” são prestigiadíssimos e recebem aplausos que são sonegados aos “minhocas” (da terra), o Calypso e sua “miante folia de reis” recebe mais aplauso que o nosso famigerado internacionalmente Sebastião Tapajós e assim vai. Também por essa insistente baixa estima é que elegemos sempre os mesmos, não cobramos nada, nos conformamos com o lixo que invade nossas casas, não cobramos tratamento de lixo nem reciclagem e qualquer um pode fazer o que quiser com nossas riquezas naturais. O “sabe com quem está falando” pode não ser dito mas é vivido e os bem nascidos (?) podem tudo. Basta mostrar um espelhinho que o sorriso está aberto. Precisamos ter orgulho da gente mesmo, do nosso chão, da nossa origem banhada pelos gigantes Amazonas/Tapajós e podem até dizer que eu fiquei besta mas pretendo, até morrer, cutucar com vara curta para ver se acordamos e assumimos toda a riqueza com a qual Deus nos privilegiou. TAPAJOARAMENTE,
Pobre gato de Osório. Se atropelado, não teria urubus para disputá-lo.
espero que ele não venha morrer no ver-o-peso, seria pouca materia pra ser disputada pleos urubus.
Olha com lá eles fazer a canaleta na beira da estrada, igual aqui 🙂
Tão felino, mas tão vulnerável esse belo animal. Aqui em Santarém, muitos gatos, como esse, morrem atropleados. Apesar do perigo que está correndo, a foto ta bela.
o que chama atenção. o gatinha atravesando a rua?., o monte de areia e seixo na lateral superior da foto?, a areia no mio da pista? o meio fio que foi limpado oportunamente?, ou o descaso e o abandono em que vivemos, esse ponto deve ser na subida da serra do diamantino, na curuá-una. so la pra se ter essa imagem bucolica. sensibilidade de felino, a do fotografo.
O cenário não é Santarém, Alma Cabocla. E sim numa ladeira na cidade de Osório, no RS.
MAs não lembra aquela subida, passando do mararu, e indo pra emaus?….
Caro Jeso, vou contar uma história que já contei no Gazeta, mas merece ser contada novamente. Estava passeando no Vale dos Vinhedos (Bento Gonçalves-RS) e no momento visitava a Casa Valduga. A vinícola é extremamente bem cuidada, como de resto, todas as vinícolas do Vale. Estava na Casa de Madeira que é o braço da Valduga que fabrica e vende geléia, grapa etc. Conversava com um garoto local, de 13 anos, chamado Ricardo, filho de um dos sócios da Casa de Madeira, expressando minha surpresa, pois pouco antes da entrada da vinícola atravessara um córrego de uns 6 metros de largura de águas limpíssimas. O que incomodava é que por mais que eu falasse, o garoto estava mudo, paralizado. Depois de tanto falar, o garoto, saindo do transe e olhando-me seriamente, disse: “Nós cuidamos!”. Percebeu, um garoto de 13 anos disse nós cuidamos. Essa é a diferença. Em nossa Santa Santarém os adultos ensinam que é “onda” andar de “traçado” nas praias, jogar espinhas de peixe ao lado das mesas e que o sanitário é a parte mais funda do rio ou igarapé. A propósito, Jeso, se ainda estás no Rio Grande do Sul, vale a pena visitar o Vale. Faz base em Caxias do Sul, Real Hotel, à Rua Marques de Herval, 1124-Centro (54-3221-4400). O restaurante da Casa Valduga é ótimo! Daí ao Vale são mais ou menos 30 minutos. TAPAJOARAMENTE,
Helvecio, já estou em terras mocorongas. Mas o endereço tá anotado, para a próxima vez em que eu estiver lá no RS.
Observe como o gatinho vai andando despreocupadamente no transito. Mas do jeito que a coisa vai precisaremos ter 7 vidas para andar no transito de Santarém.