
O processo movido pelo Ministério Público do Pará que apurava indícios de dano ambiental supostamente cometidos no município de Prainha, no oeste do estado, pela empresa Pena Agroflorestal Madeireira foi arquivado.
O Conselho Superior do Ministério Público, por unanimidade, nos termos do voto da conselheira relatora, decidiu arquivar o processo.
A justificativa é de que “não houve comprovação do fato investigado”.
A Pena Agroflorestal é uma sociedade empresarial limitada fundada há 25 anos. Sua atividade principal é a extração de madeira em florestas nativas. Tem como sócios César Pena Fernandes e Maria Lúcia Dias Fernandes, e sua sede fica em Prainha.
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