Abastecimento de água: acerto de contas

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Estação de Tratamento de Água em Santarém.Estação de Tratamento de Água em Mapiri

Do leitor que se assina Leandro Paju, sobre o post PAC de R$ 93 milhões em contagem regressiva:

Jeso,

Ao mesmo tempo em que é alentadora a notícia de verba para aplicação no sistema de abastecimento de água de Santarém, é também preocupante.

Quanto o governo da prefeita Maria do Carmo [2005-2012] gastou no sistema de água de Santarém? E quanto será disponibilizado para o prefeito Alexandre Von gastar?

É necessário chamar uma audiência pública para a formação de um comitê com duas finalidades: (1) tomar a prestação de contas das verbas gastas no governo Maria e, (2) acompanhar o uso dos recursos que serão disponibilizados ao prefeito Von.


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7 Responses to Abastecimento de água: acerto de contas

  • Jeso a nível de comentário essa foto é da Estação de Tratamento de Esgoto do Mapiri. Como são lindos esses decantadores lamelares… não acha?
    Enfim, infelizmente essas audiências não dão em nada… servem só pra cumprir tabela mesmo. Concordo plenamente com Tiberio… por um lado cada povo tem o representante que merece… e por outro são todos farinha do mesmo saco.
    Abraço aos navegantes.

  • Putz….

    Até parece que a culpa da falta de abastecimento é das Audiências Públicas……

    Governos….Vereadores… Prefeitos…. querem fazer !

    Mas o Povo ignorante não quer…

    Vai entender a pantufalha….

    Tiberio Alloggio

  • Infelizmente, graças a cultura e o pouco conhecimento técnico da população, as audiência públicas não são produtivas como deveriam ser. Lembro-me que sobre a gerência e operacionalidade da Cosampa, aconteceram várias audiências públicas, que não deram em absolutamente nada!
    Pois continuamos com a falta de abastecimento de água a contento, enquanto moramos sobre o maior aquífero (Alter do Chão) de água mineral do Brasil, estamos cercados por igarapés (Leste, Oeste e Sul), e ao Norte, nos encontramos às margens do maior rio do mundo (Amazonas), auxiliado pelo mais belo e também cristalino e extenso rio do Norte (Tapajós), além de termos mais um imenso rio vertical (a chuva) que nos assola torrencialmente, e um acentuado relevo que pode ser utilizado para distribuição de água pela nossa imutável lei da gravidade…
    E no entanto, amargamos um racionamento de água a vários anos, fato qua já aceitanos com naturalidade. Parece até um paradoxo… He, he, he, he…
    Mas, a maioria de quem participa desses eventos (audiências públicas), são contra tudo. Se o poder público municipal fosse formado por pessoas com plena capacidade dentro de suas especificidades, e atuassem interdisciplinarmente para as soluções prementes dos problemas da população, esta o aplaudiria e acataria os serviços de melhorias sem protestar, dispensando até as tais burocráticas e maçantes audiências públicas…
    Mas, por ironia os moradores dos bairros, mesmo sendo leigos, cantam a pedra de alguns serviços que não funcionarão, e o pior, muitas vezes eles estão com a razão; como já aconteceu com a rua Cruzeiro do Norte, Uruará, orla do mapirí, etc.

  • Putz….

    A participação popular e o controle social sendo entendidas como: “Criação de político que não quer trabalhar e assumir responsabilidades”.

    É a Democracia Pantufa !

    Chegamos ao Cumulo !

    Tiberio Alloggio

    1. Tibério,
      Esse é o controle social ditado pelo PT, do Lula e da Dilma. Dá uma olhada nos documentos oficiais de convênios para repasses de dinheiros através do Governo Federal.
      Uma pergunta: onde andará a FAMCOS, braço direito do PT? Se desfez com o governo da Maria do Carmo?

  • Sr.Leandro Paju, desculpe-me, mas entendo que esse negócio de “audiência pública” e “formação de comitê” é criação de político que não quer trabalhar e assumir responsabilidades. O executor é o PREFEITO e, de acordo com mandamento constitucional, ” A fiscalização do Município será exercida pelo Poder Legislativo Municipal[…]”. O resto é distorção conveniente. Mãos à obra, amigo Alexandre, continuo torcendo por você e esperançoso na sua administração. TAPAJOARAMENTE AZUL,

    1. O Poder Executivo tem por obrigação comunicar ao legislativo, aos partidos políticos, associações de bairros, entidades empresarias… o recebimento de verbas decorrentes de convênios. Isso é chamado de controle social.
      Obrigação mesmo, inclusive com necessidade de prestação de contas ao órgão concedente e tribunais de contas.

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