Do servidor público Anderson Dezincourt, sobre o post Mangueiras morrem na S. Sebastião:
A arborização urbana santarena sempre foi desprezada por nossos governantes.
As árvores de nossas vias e equipamentos públicos (praças, mercados, etc) estão muito mal cuidadas. Um exemplo são as palmeiras imperiais da orla que estão morrendo uma a uma.
E comumente vejo muitas árvores, em muitas vias, estranguladas por cimento e asfalto. Para salvar muitas delas, basta abrir mais o espaço ao redor do tronco a fim de favorecer a entrada de água e nutrientes. Um exemplo que ilustra bem isso é a mangueira que fica no cruzamento da Av. Rui Barbosa com a Tv. Turiano Meira – ao redor dela impera o asfalto.
— ARTIGOS RELACIONADOS
Logicamente que para garantirmos, no futuro próximo, uma cidade mais confortável devemos planejar melhor a infraestrutura de Santarém fazendo ou “revitalizando” ruas contemplando ao mesmo tempo água, esgoto, iluminação, asfalto e arborização.
É preciso um critério para a arborização urbana. Há planos de cidades que proibem o ficus (arrebenta o calçamento e tubulações da rede de esgotos); as mangueiras também não são recomendadas.
É verdade, algumas ONGs estão repletas de “ambientalistas” ou “ecologistas”, muitos estrangeiros, de meia tigela que até ganham, e muito bem, pra isso. Nesse ponto concordo com o Tibério.
É inaceitável ver as ruas, praças e canteiros da nossa cidade sem árvores. Vivemos no coração da Amazônia e todos nós sabemos o quão difícil é sentar embaixo de uma sombra.
O nosso clima nao varia em momento algum no decorrer do ano, o que diferencia as nossas estações são as cheias e as secas dos rios. O calor sempre nos pega com força total, e uma das medidas mais simples e indicadas é a arborização das vivas e logradouros públicos.
É uma vergonha viver na “Amazônia sem árvores”.
É engraçado ler os patéticos comentários da turma dos que apoiaram e continuam apoiando o modelo económico do desmatamento e da “ocupação” selvagem da cidade e do município.
Mais engraçado ainda é o próprio pessoal da SEMAB, que ao invés de cuidar do verde público, desce a lenha em si próprio, disfarçados de anónimos e pseudónimos.
Em época de campanha, pelo jeito, vale tudo, até fingir de chorar em cima de 4 mangueiras tentando dar uma de “ambientalistas” ou “ecologistas”… de meia tigela claro.
Tiberio Alloggio
Vamos transformar Santarém em uma imensa floresta, sabe como? Vamos lançar a campanha do buraco, ADOTE UM BURACO, para cada buraco que um morador adotar ele planta uma árvore. O que vocês acham, nossa cidade vai virar uma verdadeira floresta.
Simplesmente triste. Santarem não tem uma rua que preste!
quantas arvores vc ja plantou, bobinha?
Falando em arborização, é incrível como nosso querido calçadão da orla, do trecho da praça do pescador até o mercado modelo, não possui nenhuma árvore.
É um local descampado e inabitavel nas horas mais quentes do dia, sendo somente possível apreciá-lo no final do tarde quando sol já não esquenta tanto…
Até a orla do bairro uruará, que ainda nem foi concluído, também não possui projeto de arborização.
É triste você não poder frequentar a orla em outros horários a não ser no final da tarde ou noite.
Acredito que em muitas vias da cidade é possível plantar árvores em seus canteiros centrais, isso amenizaria o calor que pega os motoristas nos horários mais quentes.