Réplica do publicitário Eduardo Dourado ao post O shopping “matará” a Lameira Bittencourt?:
Eu nunca falei em fechar, só falei que o centro deveria melhorar seus serviços, o mercado mudou, e eles ainda não estão preparados para essa mudança. É por isso que as vendas ali estão caindo cada vez mais.
Se você prestar atenção, a loja que começou a mudança foi a Yamada, que mostrou que pobre gosta também de conforto, de ar condicionado, de uma escada rolante, mas também gosta e precisa de preço, de prazo, de crédito. Agora os tempos são outros, o importante não é só preço, crédito, o importante tambem é qualidade do produto, é atendimento, é segurança nas compras.
Penso que ali será um comércio de revenda para as cidades menores da região, uma 25 talvez, como você bem fala, seguindo as proporções São Paulo/Santarém, é próximo do rio, próximo da maior clientela do comércio santareno, que são as pessoas da várzea, de outras cidade e eles são os mais maltratados pelo poder publico, pois hoje Santarém já tem até rodoviária para uma clientela que não existe, e nunca teve um porto fluvial de passageiros, fazendo eles sofrerem tanto na cheia do rio como na seca.
Como é que pode fazer sofrer quem realmente sustenta o comércio santareno? É mesmo que você dá porrada na cara dos clientes que entram na sua loja, e achar que eles nunca irão lhe abandonar, mesmo quando um concorrente colocar uma outra loja do lado da sua e beijar a mão de todos que lhes visitar.
Tudo um bando de lesos, pelos comentários se percebe que só tem abestado sem noção nenhuma do comércio santareno. O cliente da cidade vizinha gosta mesmo é de preço baixo, coisa que o shoping nunca vai ter.
O Phebolouco quando eu morava em Santarém, adorava a comidinha do Japa de trás da igreja, pelo preço e pela quantidade do rango e não por qualidade coisa nenhuma, mas agora parece que viu algo novo que mudou sua vida, o tal shoping Paraíso, taí a razão do nome.
Quero só ver se ele vai abandonar o rango do japa de trás da igreja, para almoçar na praça de alimentação do Paraíso? Já que o importante é a qualidade e o conforto, vamos ver se isso funciona com ele.
O povo vai sim no shoping, trançar perna e secar as vitrines, depois vai pegar o ônibus e gastar seus vinténs na Lameira Bittencour, é isso que vai acontecer.
E essa coisa de culpar governo por falta de porto é coisa de quem não viaja de barco, pois o transporte fluvial está dando um salto incalculável na região, hoje as lanchas estão superlotadas cruzando os rios da região a todo instante.
Ar condicionado, sistema de som e vídeo, bar, poltronas confortáveis, velocidade e principalmente preços bons, e tem mais, você é tratado com o requinte do transporte aéreo, com sua bagagem entregue num porto descente e organizado pela companhia dona das lanchas.
E eu ainda vou continuar comendo no restaurante do “japa”, o Lange já que não sabes o nome dele, por um por tempo, pois além de gostar do leitão guizado, do caldo de mocotó que a Maria esposa dele faz, eles são meus amigos, e se voce ainda não foi lá, vai, vais gostar.
Quem não gosta de preço baixo? Só o povo? Agora meu amigo preço baixo com conforto seria muito melhor. E não existe preço baixo, existe mais valia, vale ou não vale,tenho ou não tenho.
A obrigação de porto de quem é? Por falta de iniciativa do “Phoder” publico a iniciativa privada está fazendo seus portos particulares, coisa que não acho ruim.
Agora dizer que o transporte fluvial está dando um salto incalculável, acho que voce só deve viajar para Juruti, Alenquer, Óbidos…O transporte de gado há muito tempo evoluiu, do porão do barco para a balsa, enquanto que o transporte de seres humanos ainda são tratados como gado, é por isso que quando tem desastres poucos sobrevivem. Quanto as lanchas somente as da empresa Tapajós, as outras caso aconteça um naufrágio, todos sifú, as janelas são lacradas, um absurdo! EVOLUÇÃO INCALCULÁVEL,,HAHAHAHAHAHAHA….
E mais papalégua, eu ainda não conheço o shopping recem inaugurado de Santarém.
Conheço os shopping de São Paulo, Rio, Brasilia, Nova Iorque…e não mudaram a minha vida.
E pra falar a verdade nem gosto de shoppping, muita gente para o meu gosto, nem também gosto de comer nessas tal praças de alimentação, não gosto de comida de lanchonete de franquia. No fundo eu gosto mesmo é da comida da mamãe…rs…Precisas ver o cozidão que ela faz, a maniçoba…
O Problema Phebo é que gente da tua feição vive esperando, o sonho, o amanhã, o futuro, o trem que vai passar ,o porto para embarcar e até o lugar onde ir, pois de gente como você Santarém está cheia, por isso eu te compreendo, pode chorar que dou-lhe afago. Quando morei aí eu conheci uma porção de mocorongos esperando… Primeiro era a hidrelétrica, depois o ouro de Itaituba, o Estado do Tapajós, o asfalto da BR163, enfim é um povo que vive da espera de algo que nunca chega – ó povinho para esperar que alguém faça as coisas por eles, vira e mexe acesso este blog e tem santareno chorando, esperando o Lira Maia, a Maria do Carmo, o Jatene, a Ana Júlia, e me parece que nada chega até esse povo que não cansa de esperar, me lembro de ti esperando a Maria do Carmo ganhar a prefeitura, o que houve? Ela não te reconheceu como aliado? Ou tu mudaste para esperar o Liara Mia volta?
Caro Dudu, concordo plenamente com o que você disse sobre a Y. Yamada e completo que eles tem um cartão de crédito próprio que não cobra anuidade e ainda dá prêmios, isso também é uma enorme vantagem sobre os outros comerciantes. Agora vou aproveitar esse gancho e provocar uma outra situação, e gostaria que se alguém puder, me responda. Porque a loja Yamada daqui de Santarém, não segue a mesma linha das outras lojas da capital? Ou seja, a loja, além desses atrativos que citei, não aproveita as vitrines em datas comemorativas, para enfeita-las e assim chamar atenção dos clientes e embelezar a loja, causando um impacto positivo, como é feito nas lojas da capital. É triste e pobre, passar em frente a Yamada em períodos natalinos, semana da pátria, dia das Mães e etc. Acredito que os proprietários, só tenha vindo aqui na época da inauguração, Os departamentos com poucas mercadorias e de inferior qualidade das apresentadas nas lojas de Belém que tem muito mais diversificação em matéria de mercadorias, e quem tem a oportunidade de frequentar qualquer loja da Yamada na capital, sabe o que estou dizendo. Gostaria de fazer essa perguntar aos propriétários da Yamada, mais ainda não consegui encontrar nenhum deles. e voltando ao assunto dos comerciantes do centro comercial, Será que eles (Yamada) resolveram relachar, seguindo a linha das lojas de Santarém? Que tratam os clientes como se fosse um impecílio? Você pede desconto no pagamento a vista, ele só quer descontar 0,50, (cinquenta Centavos. Pagamento a vista no cartão de crédito, paga juros, e assim por diante. Não facilitam nada. É por isso Caro Dudu, que o Centro Comercial de Santarém, vai de mal a pior.
Também percebo a falta de atrativo nas vitrines das maiorias das lojas em Santarém, será que falta profissional nesse setor? Santarém tem um grande mercado para esse profissional decorador de vitrine de loja, assim como fachada, a maioria são muito pobres de criatividade. Antes que generalizem o que falo, já existe lojas com fachadas e vitrines bonitas, não são todas. Claro.
Graaaande Dudú!
Te pegaram opinando bobagens de três linhas que acabaram por ferir o teu orgulho.
Mas tu soube reagir.
Vacilou, deu dois zig zag, mas te esforçaste muito, até conseguir encontrar o rumo certo da conversa.
Que afinal é nada mais e nada menos do óbvio.
Aquilo que todo mundo acha deveria se tornar o velho centro comercial de Santarém.
Tiberio Alloggio
na verdade aquilo não passa de uma galeria .vai demora muito ter um shopping na perola do tapajos.
Caro Eduardo, nas 4 primeiras linhas do seu post realmente dá para entender que o shopping inaugurado em Santarém deixará os comerciantes do centro quebrados.
Mas isso não ocorrerá concerteza. Acredito que o máximo que poderá acontecer é uma queda sazonal nas receitas desses comerciantes. Até porque o shopping é uma novidade.
E voce disse uma verdade, o nosso comércio do centro é mantido pelos nossos ribeirinhos e parte da população de nossos municípios vizinhos. Estes dois segmentos na sua grande parte constituem as classes de renda C e D. Essa clientela, embora goste de ar condicionado, bom atendimento, etc. etc., no fundo da sua racionalidade (até inconscientemente as vezes) o que eles querem é maximizar sua pouca renda suada.
Shopping é ótimo, Gera mais empregos, gera mais tributos, obriga as pessoas a terem melhor qualificação para trabalharem nesses nichos de consumo.
Mas shopping é mais destinado as classes A e B. Não que as demais classes não possam entrar num deles e comprar ou apenas sonhar em comprar.
São clientes diferentes no seus sonhos de consumo.
JESO,
O DUDU TÁ CERTO.
DOA EM QUEM DOER. QUANDO DOI. DOI EM ALGUÉM.
CHAGUINHA
Concordo com tudo que você disse, Eduardo. É a mais pura verdade. A idéia do Shopping a céu aberto é muito legal. E dá pra fazer sem gastar tanto.
o problema aqui é essa arigozada que não investem na qualificação de seus funcionários apenas querem ganhar dinheiro aqui e não investem nada aqui
Voce tem total razao em tudo que descreveu pois a REALIDADE é essa DOA A QUEM DOER