Do leitor Manoel Geraldo Canto, via contato do blog:
Vocês não podem imaginar o quão estão sofrendo nossos irmãos ribeirinhos do Oeste do Pará com a falta de medidas assistenciais na maior seca dos 47 anos.
Está faltando que nossos veículos de comunicação de massa, seja radiodifusão ou a televisionada ou na imprensa em geral, efetue a cobrança de ações imediata de assistência às vítimas, bem como a divulgação desse terrível fenômeno natural de desastre, para a mobilização de fontes alternativas de solidariedade.
É por meio da imprensa que podemos assumir a responsabilidade de fiscalizar os governos, e levar até a população informações sobre os mecanismos existentes e responsáveis pela defesa civil das comunidades.
As águas do rio Amazonas estão impróprias para o consumo, os ribeirinhos precisam principalmente de filtros caseiros e de assistência médica.
Algumas comunidades não tem nenhuma fonte de água potável por perto, apenas lagoas de água nem doce nem salgada, mas sim salobra.
Até fóssil de peixe de água salgada foi encontrado, vestígio da presença do oceano Atlântico por aqui no passado.
As autoridades locais, bem como a Defesa Civil Municipal, parecem estar inertes.
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