Do leitor que se assina Karlisson Éder da Cunha Lima, sobre o post Nó na pasta da Saúde:
Jeso,
Independente se o próximo secretario for médico, enfermeiro, administrador, etc. o desafio de quem sentar na cadeira de gestor máximo da Semsa será o de elaborar um PLANO ESTRATÉGICO, na tentativa de fortalecer a ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE do município.
O novo secretário deve priorizar urgentemente o aumento da implantação das Estratégias em Saúde da Família nas zonas urbana e rural, oferecendo incentivo e atualização às equipes , assim como exigindo destes profissionais um trabalho com resolutividade e integralidade no diagnóstico, tratamento e prevenção dos pacientes da região para os quais foram designados a trabalhar.
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Devemos entender que POSTO DE SAÚDE não é um lugar para tratar somente micoses, tomar vacinas ou fazer curativos, mas sim uma UNIDADE DE SAÚDE multiprofissional , que tem a missão de oferecer um atendimento integral, amplo e de qualidade aos usuários do SUS.
Essas unidades de saúde, quando bem estruturadas, podem RESOLVER ate 90% dos problemas da população, evitando o aumento das intermináveis filas na emergência do PSM, assim como o aumento dos “encaminhamentos” desnecessários aos médicos especialistas.
Esse vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=JHVUpoOCjLc) mostra o funcionamento do PSF (Programa Saúde da Família). Essa estratégia deve ser fortalecida e incentivada pelo novo secretário, independente da sua profissão.
Sou altamente cético quanto à escolha de um Secretário Municipal de Saúde que contemple as necessidades do povo santareno.As indicações de cunho político traz vícios de continuidade de administrações anteriores.Encontrar um Secretário, eminentemente técnico, no estágio atual, reputo de uma iniciativa niilista.Esperamos que o novo Prefeito saque da cartola um técnico que contradiga tudo o que falei, aguardemos pois
Tens sugestão de nomes, Jequitibá???
Caro Jeso, só especulações. Penso que na próxima semana já tenhamos o Habemus Secretário de Saúde.
Concordo plenamente com a opinião de Karlisson Éder, o atual sistema de saúde do Brasil está matando, muito mais do que salvando, as pessoas. O grande problema não só das Secretarias de Saúde da Região Oestes, mas de todas que compões qualquer prefeitura do interior, é o loteamento das mesmas por partidos políticos. Hoje em dia a capacidade de alguém para ser secretário é medida pelo potencial político que ele tem e não pela capacidade de gerenciamento que possui. Quando isso acabar, ai talvez alguma coisa mude.