Leitora que se assina Empresária Local, pelo contato do blog:
Jeso,
Empresários locais que costumam fazer blitzs promocionais na orla de Santarém, para divulgar seus produtos, agora tem que se contentar com o perímetro da avenida Tapajós próximo a Praça da Matriz.
A Seminf, responsável pela orla, proibiu qualquer ação promocional no trecho que vai da Praça do Pescador até o Museu. Com uma pequena ressalva: somente a Prefeitura e as secretarias podem fazer blitzs e ações naquela área, ou seja, só o governo municipal.
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Se não bastasse isso, o espaço é público, mas quem quiser utilizar até mesmo o trecho liberado tem que pagar uma taxa de R$ 40, se não, nada feito.
O que tem se alegado é que ações naquele perímetro da orla dificultam o trânsito e incomodam 40% dos frequentadores que ali estão. Todavia nunca ouvi algum relato de caso extremo em que a população se revoltou com as promoções ali.
Relativo ao museu, parece que foi a Semma que solicitou a proibição, uma vez que o alto som dos carros poderia danificar as paredes do prédio histórico além de causar danos nas relíquias que ali estão. Porém, meu caro Jeso, se a orla é pública, se os empresários locais pagam seus impostos tudo no preto e no branco, por que a Prefeitura é melhor que todo mundo?
Fica o questionamento.
Essas BLITZEN não merecem comentários.Incrível….
Poluição sonora é crime enquadrado na lei. Espaço público é público para os dois lados: o de quem ‘anuncia’ e o de quem é ‘agredido’ pelo volume do anúncio.
Sociedades mais desenvolvidas NÃO USAM este tipo de propaganda. Além dos agentes de controle serem efetivamente atuantes (coisa que NÃO acontece aqui pois MUITOS carros costumam circular pela cidade despejando um volume sonoro ABSURDO, que faz vibrar as paredes!!!), a própria sociedade REJEITARIA o empresário barulhento.
Existem tantas outras formas de publicidade e aposto que as empresas que forem inteligentes e investirem em propagandas CONSTRUTIVAS e RESPEITUOSAS ganharão mais clientes e mais espaço nos respectivos mercados.
Tibério está certo: mesmo nas regiões mais pobres do planeta, este tipo de propaganda está caindo em desuso.
E as perguntas que eu faço são outras: até quando a sociedade santarena vai conviver, fomentar e aturar este tipo de falta de respeito? Até quando os agentes responsáveis pelo CONTROLE do abuso vão fazer ‘ouvidos de surdo’ aos infratores sonoros?
Saudações,
Celson Lima
É simples Celson: Quando as autoridades responsáveis tomarem consciência de suas responsabilidades e vergonha, ai proíba essa falta de respeito.
Chico Corrêa
ESSE TIBERO CORREA, É CLARO QUE A PROIBIÇÃO SÓ É FEITA PORQUE O PAI DO SECRETARIO MAURICIO CORREA, MORA ALI PROXIMO, AO LADO DO MUSEU.
MAIS UMA VEZ A FAMILIA CORREA E O PT, ESTÃO PROIBINDO DE NÓS SANTARENO, A TER O NOSSO DIREITO DE IR E VIM SECIADO. VITORIA DOS CORREIAS DE NOVO.
ATÉ QUANDO?
pela primeira vez concordo 110% com o tiberio, essas blitz sao um verdadeiro incomodo para a população, para divulgação temos os meios de comunicação. todo domingo e a mesma ladainha, transito parado por que temos que enfrentar essas blitz, se o espaço e publico tambem tenho meu direito de nao querer passar por essas blitz.
Concordo plenamente com o Sr. Tibério, blits só se for educativa e governamental, tipo a que aconteceu recentemente organizada pela Sec. de Saúde. Se for particular e promocional, que os empresários paguem os meios existentes. Não tem porque atrapalhar o transito e a vida das pessoas.
Eu diria que essas Blits publicitárias incomodam muito mais do 40% da população, ainda mais aqueles que não possuem uma mensagem de utilidade pública.
Não há revolta porque o público santareno é educado, acomodado e sobretudo acostumado a sofrer a prepotência e a prevaricação de quem esbanja $$, inclusive dos empresários que pagam(?) impostos.
Blits, carro de som, publicidade batendo palmas….. nem na Índia ocorrem mais.
Tiberio Alloggio