Tapajônico, você já seu sua contribuição?

Publicado em por em Comentários, Oeste do Pará

Do empresário Olavo das Neves, sobre o post À espera dos macumbeiros, da lavra do professor Manuel Dutra:

Caro Manuel Dutra,

Antes de mais nada devo dizer que sou um admirador de seus textos e acompanho muitos de seus pontos de vista, porém este último “A espera dos macumbeiros” penso estar muito longe de representar a realidade dos fatos.

É fato que, como você, também gostaria muito de estar vendo carros adesivados, comitês estruturados com militantes caminhando no Tapajós, Carajás, e principalmente Belém e entorno, bandeiras em todas as esquinas, camisas, botons e toda pompa mais que uma campanha desta envergadura precisa, porém esbarramos numa realidade nua e crua que é a falta de recursos suficientes para tal.

Precisamos lembrar que estamos em uma campanha que, por analogia, se compara a uma campanha para Governo do Estado e não temos recursos públicos envolvidos, pelo menos do lado do SIM, pois é proibido como você sabe.

Como soldado deste movimento, tenho acompanhado, juntamente com outros sectários, a dificuldade enorme de captação de recursos e, meu Caro Dutra, quando o recurso é escasso temos que priorizar aquilo que é urgente como, por exemplo, nossas produções que irão ao ar que precisam dispor de excelente conteúdo e que dado a qualidade exigida e as distâncias deste enorme Estado são dispendiosas.

Precisamos nos convencer que precisamos TODOS CONTRIBUIR, pois tenho observado muitos alegarem querer o Estado, mas quando falamos em contribuição querem contribuir à nível de quermesse (isso quando contribuem!) Aliás, Caro Dutra, você já realizou a sua contribuição?

Bem verdade que temos muitos empresários, profissionais liberais, médicos, agricultores, advogados, sinalizando e contribuindo, porém o ritmo ainda esta aquém de nossa necessidade.

Não quero aqui culpar ninguém, muito menos me desculpar, estou praticamente três meses ausente de meus negócios juntamente com outros irmãos abnegados, mas como diz meu amigo Renato Dantas precisamos de mais gente para carregar o piano, pois somente querer tocar não dá.

Meus amigos, quanto a campanha na rua entendam, pelo amor de Deus, que já começou e todos Todos TODOS devem fazer sua parte. Usem a criatividade, pintem suas casas, contribuam, promovam discussões, liguem aos amigos principalmente de Belém, FAÇA A SUA PARTE! Pois aqui digo com muita tranqüilidade que estou com minha consciência em paz, apesar de consciente que preciso fazer mais e melhor.

É chegado a hora de honrarmos mais de duzentos anos de história de luta daqueles que deixaram aqui seu legado. Se deixarmos passar esta oportunidade penso que nem nossos filhos, nem nossos netos, talvez bisnetos terão uma chance de ouro destas.

Finalizo estas poucas linhas lembrando o número da conta da Frente Pró Estado do Tapajós, sendo:
FRENTE PRO ESTADO DO TAPAJÓS – PLEBISCITO 2011
CNPJ: 14.286.258/0001-00
BANCO DO BRASIL
AGENCIA 130-9
CONTA: 66474-x

FAÇA A SUA PARTE! ISSO AQUI É INVESTIMENTO E O RETORNO É UMA VIDA MAIS DIGNA PARA TODOS NÓS!


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48 Responses to Tapajônico, você já seu sua contribuição?

  • hoje corremos o risco de paga por um estilo de politica que adptaram em todo o brasil’ compra de voto, a maioria do povo santareno dificilmente vão para urna se não tiver um carro lhe esperando ou 50 reais para votar,há o candidato é da igreja vote se não vc tá em pecado,esse é do meu bairro, sem se preuculpar com mas importante o carater, com isso santarém foi ficando esquecido sem representante,adaptaram isso no povo agora correm atrás do tempo para conserguirem levar o povo a urnas para votar no sim tapajós e carajás. é lamentavel ver essa situação a escravidão de um povo quer grita por liberdade mas que se acustumou a ser oprimido pelo estado, e para mundar basta que os politicos santareno possam rever o seu conceito de fazer politica lutando por mas emprego,saúde e cidadãnia assim o povo não terá mas que vender seu voto e hoje a canpanha pro estado seria mas tranquila e se não conserguimos se libertar do estado PA que todos os politicos santareno coloque a mão na cabeça e se lamente dizendo criamos um monstro!!!!!!!!!!!!!!

  • Se vamos criar três novos estados, a idéia é reforçar a criação do Estado do Novo Pará que tem o maior número de eleitores.

  • 14/10 às 18h30
    GRANDE DEBATE NA UEPA, COM PRESENÇA DO PROF.MANOEL DUTRA PELO SIM E DO DEP. CELSON SABINO PELO NÃO

    SIM AO DESENVOLVIMENTO

  • Aqui em Belém nós só podemos recorrer à sociedade civil para a campanha do NÃO – principalmente à classe média intelectualizada: pois além dela, quase ninguém mais tem algum interesse no fortalecimento do PARÁ.

    Mas vocês aí do “sim” têm frouxamente a CVRD, INCO, MRN, Rio Tinto, Cargill, RBS Friboi, Kátia Abreu, Colatto, Ronaldo Caiado, Duda Mendonça, enfim.

    E ainda me reclamam de dificuldade financeira?! Ora vá…

  • Não espere generosidade das pessoas , você só irá comovê-las se o Novo Pará levar vantagem em relação a situação que está vivendo. Afinal a região metropolitana de Belém e a Ilha do Marajó, também são ilhas de miséria.

  • A espera do resgate da ilha dos desesperos pode está chegando ao fim, é assim que vivemos a anos em uma ilha, sem o minimo de recursos para se manter vivo, no meio de feras que engole nossas esperanças e nossos sonhos, querendo ali construir uma jangada para fugir da ilha mais ao mesmo tempo se teme o mar e seus perigos, mais mão podemos temer a nada nesse momento oportuno, vamos nos atirar nesse mar perigoso e ter a certeza que vamos encontrar a salvação e a libertação, vamos correr esse risco ao ter que morrer esperando esse resgate que nunca chega, viva a duas mais novas estrelas dessa federação, TAPAJÓS E CARAJÁS, E QUE DEUS NOS ILUMINE NESSA CAMINHADA, POIS ABENÇOADOS JÁ SOMOS.

  • Se o Estado do Tapajós não tivesse futuro, as elites de Belém não estaria brigando por ele.
    Para Belém, o Estado do Tapajós é só uma colônia.
    Basta ,
    O Estado do Tapajós terá um futuro brilhante e vai ser mais uma estrela na bandeira de nosso país.

  • Os coordenadores do movimento pela criação dos novos Estados estão achando que essa campanha segue os mesmos padrões de uma campanha eleitoral para governador, prefeito, presidente, deputado, etc…. Estão comentendo um grave erro. Nela o marketing possui peso significativamente menor. É uma campanha com qual os políticos que se encontram à frente do instituto/frente emancipacionista não estão acostumados a enfrentar: nela o peso da ideologia é bastante grande. O que está em jogo é o futuro imediato,mediato e de longo prazo de toda a população dessa região que compreende o atual Estado do Pará.
    As pessoas precisam ter certezas de como será o seu futuro.
    Essas certezas nós do Oeste temos cada vez mais claras, por isso lutamos pela emancipação. Os moradores da região metropolitana não a possuem; permanecer com o “status quo” parece-lhes mais racional. Ante às incertezas o mais racional é sempre deixar tudo como está (não se mete a mão e cumbuca).
    Precisamos de mobilização firme que possa não apenas se contrapor ao movimento pela não-emancipação: precisamos persuadir e convencer as pessoas indecisas e contrárias a votarem pela mudança da geopolítica da regional: pela criação dos novos estados do Tapajós e Carajás.
    Duda não fará mágica. A melhor estratégia é a do discurso que consiga passar sua visão de realidade e não necessariamente o mais belo.
    Precisamos nos apoiar em nós mesmo. Mobilizar o nosso mais precioso recurso as mentes e vontades da população do Oeste e do Carajás ávidas por entrar na cena política, para ir às ruas brigando por seu futuro.
    Se os coordenadores do movimento pró-emancipação não vislumbrarem isso (ainda pode ser tempo) a História e a população dessas regiões emancipacionistas lhes cobrarão isso. O preço será alto.

  • O JOGO DOS SETE ACERTOS
    Por favor tirem aquele 5 , referente a 5 motivos, isso pode confundir o eleitor,
    DIGAM !!!!!!!!!!!!!!!!!
    Sete razões para você votar “SIM” na criação do Estado do Tapajós

    A cada dia que passa, a cada debate que acontece sobre a emancipação das regiões sul, sudeste e oeste do Estado para a criação do Carajás e do Tapajós, novas informações surgem para fortalecer a proposta de divisão do Pará. E as mais importantes desmascaram as argumentações falaciosas de que o Pará vai perder com a divisão. Veja abaixo apenas sete das mais destacadas:

    1. O Novo Pará ficará com a maior parte da nossa riqueza – O Produto Interno Bruto (PIB) do Pará, que é a soma total das riquezas produzidas pelo Estado, é de R$ 58,5 bilhões (Idesp/PIB 2008), e esse valor aumenta a cada ano. Com a criação dos dois novos Estados, o Novo Pará ficará com 56% dessa riqueza (R$ 32,7 bilhões). Só de recursos do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o principal imposto arrecadado pelo Estado, o Novo Pará ficará com 66% do valor atual – hoje, fica com 50%, pois os outros 16% são distribuídos entre os municípios do Tapajós e do Carajás;

    2. O Novo Pará terá mais dinheiro para investimentos – Com a divisão, o Novo Pará receberá R$ 300 milhões a mais de recursos do ICMS, e esse valor será maior ano após ano. Belém ficará com a metade desse valor, cerca de R$ 150 milhões. Com esse dinheiro a mais, o Estado poderá, por exemplo, construir 12 mil casas populares do programa “Minha Casa, Minha Vida”, ou asfaltar 1.150 quilômetros de rodovias estaduais, ou 600 centros de saúde em Belém e cidades do interior;

    3. A governança do Pará será mais fácil – O território do Novo Pará será menor: apenas 218,7 mil/km² (hoje é de 1,2 milhão de km²), distribuídos em apenas 78 municípios (hoje são 144). Também a população será menor: apenas 4,8 milhões de pessoas (hoje são 7,6 milhões). Isso facilitará muito o trabalho de gestão do Novo Pará pelos governantes, pois as demandas serão menores e de regiões mais próximas da Capital;

    4. Mais dinheiro para melhorar a vida dos paraenses – Com território reduzido, com população menor e mais dinheiro em caixa, o governo do Novo Pará poderá investir em obras de drenagem e pavimentação de vias urbanas e rodovias, de saúde e educação, de segurança e transporte público nos bairros da Capital e demais municípios. O povo sofrido das baixadas da região metropolitana de Belém, das regiões do Marajó, do Tocantins e do Salgado poderão ser mais bem atendidos pelo governo do Estado e pelas prefeituras;

    5. O serviço público de saúde de Belém vai atender melhor – Com a criação do Tapajós, novos hospitais e outras unidades de saúde lá serão construídos, novos e melhores serviços serão implantados. Hoje, milhares de pacientes do Tapajós vêm a Belém em busca de atendimento e ajudam a superlotar os PSM’s da 14 e do Guamá, o Hospital de Clínicas, o Ofir Loyola e centros de saúde dos bairros da Capital. Com o Tapajós, isso deixará de existir ou será minimizado, deixando as unidades de saúde locais para os moradores de Belém e Metropolitana, das regiões do Tocantins e do Marajó, de Castanhal e de Bragança. O atendimento poderá ser muito melhor;

    6. O plebiscito é um processo democrático – Esta é a primeira vez que o povo do Pará é chamado para tomar uma decisão importante, decisão que pode mudar sua vida para melhor. Mas as velhas elites políticas de Belém não gostam disso. Tudo que pode ser melhor para o povo contraria a vontade dessas elites, acostumadas a mandar e decidir pelo povo, a se dar bem com o dinheiro público. Esta é uma rara oportunidade que têm os paraenses para mudar o rumo da sua própria história e construir um futuro melhor para esta e as gerações futuras.

    7. O voto 77 é desenvolvimento.
    77 em dobro é crescimento.

    1. se isso fosse verdade, o senhor não iria querer se desfazer do Nordeste Paraense – que, segundo suas palavras, são “a galinha dos ovos de ouro”.

  • A campanha só terá hesito se for direcionado aos benefício do Novo Pará.
    Já que eles não querem saber de nossos problemas, então vamos mostrar as vantagem que terão no Novo Pará.
    Belém tem que estar do nosso lado.
    SIM , SIM e SIM
    Pelo desenvolvimento 77

  • Reenvio abaixo um comentário de um policial militar que trabalha no cripurizão minicípio de itaituba quase na fronteira com o amazonas. Lí esse comentário em um blog e fiquei revoltado com o descaso desses politiqueiros que já governaram e governam esse Pará. É uma pena que a população de Belém nunca chega a sabe ou quando sabe faz pouco caso de situações como esta, aliás um dos motivos desse estado ser assim é essa falta de interesse do eleitor da capital de saber mais da aplicação do dinheiro público; se está sendo realmente aplicado e onde. Além do mais a maioria dos eleitores da capital de um estado tão estupidamente grande como o Pará, não sabem, geograficamente, nem aonde começa nem aonde termina, quanto mais onde fica cripurizão.
    Vejam o que diz o policial:

    Por: Rafael Verissimo em 22/07/2011 – itaituba/PA
    Sou policial militar e nao estou nem um pouco satisfeito com a estrutura de trabalho que é oferecido no interior, estou atualmente trabalhando no distrito de CREPURIZÃO-ITAITUBA, aqui a policia só trabalha com a ajuda da comunidade, o predio do destacamento foi feito pela comunidade, a conta de energia é doada, a alimentação tambem, o acesso ate aqui é 24hs de estrada estadual em condições muito precarias, no inverno só chega de avião de pequeno porte, obs.R$ 500,00 a passagem aerea, até este computador e a iternet são originárias de doações………UM NOVO ESTADO JAAAA…

  • Precisamos conquistar o povo de Belém e mostrar os benefícios que eles terão com a criação do Novo Pará. Eles são os donos dos votos, precisamos pedir a benção a eles para que nos conceda a graça.

    SIM AO DESENVOLVIMENTO

  • E mesmo com todo o dinheiro do estado (o nosso dinheiro) a serviço do não, parece que essa ideia não tem properado tanto. Se o cenário fosse realmente tão favorável assim, certamente eles (os opressores do povo do interior do pará) já teriam publicado as pesquisas que mandaram fazer. E olha que não foi uma nem duas… Então vamos à luta, em busca da nossa liberdade. SIM 77.

    1. Juscelino, são a mais 1 milhão e 300 mil votos a mais na região do Novo Pará, iisso somando os eleitores de Tapajós e Carajás juntos.
      Temos que convencer esses mais de 1 milhão de eleitores da região metropolitana de Belém que eles eles sairão ganhando. Já que o povo é egoísta e não está nem ai para nossa pobreza no oeste. A idéia é o maior beneficiado será o Novo Pará que também irá se desenvolver.
      O coelho só abana o rabo quando vê a cenoura.

  • Meus queridos companheiros, acho que além de reafirmarmos nossas conficções, precisamos esclarecer aos belenenses os benefícios que eles terão com a criação do NOVO PARÁ
    Portanto eles não estão preocupados com nós, e sim com o que eles irão ganhar com a divisão.
    Se os belenenses souberem que levaram vantagem aí sim votaram no SIM.
    SIM ao desenvolvimento do Novo Pará.

  • O correto é votar SIM e NÃO, Pois o Governo Federal jamais bancará a crianção de 2 estados.
    Certamente se os 2 ganharem o governo vai optar apenas por um, provavelmente pelo mais viável economicamente, ou seja Carajás!!!

    1. Zeck, não plante a discórdia. O governo federal tem a obrigação de aprovar a democracia, e nada mais que um exercício de democracia é o plebiscito.
      O governo federal está investindo bilhões na criação do trem bala em São Paulo, bilhões para despoluir o rio Tietê, em São Paulo, bilhões para o rodoanel em São Paulo, bilhões em aeroportos de São Paulo.
      NÃO DIGA MERDA, isso faz parte da campanha do NÂO, a discordia e a divisão.
      Ou será que tu não tem inteligência.

    2. Caro Zeck , o senhor está equivocado. O governo federal aprova a democracia e esse será o exercício máximo da democracia, portanto irá acatar,
      Agora não venha pregar a discórdia e jogar e jogar uns contra os outros.
      Estamos unidos e vamos seguir unidos.

    3. Zeck, você está camuflado fazendo campanha para o NÂO.
      Nossa presidente Dilma defende a democracia neste país e saberá recolher os dois novos estados.

  • Como diz meu pseudônimo, não sou daqui, cheguei há pouco tempo para ser docente na UFOPA. Mas muito me enoja a “elite” desta cidade: de um lado o ficha imunda Lira Maia e seu Sancho Pança Alexandre Von, do outro a pseudo-esquerdista Maria do Carmo, que faz um péssimo governo. Ver a Maria senadora ou o Lira governador, ou vice-versa??? Nunca! É muita incompetência aliada à corrupção. Por isso, voto NÃO e muita gente local, que não admite em público para não sofrer constrangimento, tem a mesma opinião. Vocês estão carregando uma bandeira justa, mas que em última instância só beneficiará os espertalhões de sempre.

    1. Carioca, esse é o discurso do PSTU, ao qual vc deve ser filiado. Discurso sem consistência por sinal. Como você é carioca, não vai votar, então de nada adianta falar essas asneiras. Continue tentando estruturar esse partido que é contra tudo e contra todos, até o dia em que lhe faltarão palavras pra alguma coisa construtiva.

    2. Carioca, teu comentário não tem fundamento, se tu tiver um pouco de inteligência, saberá que político é eleito no voto, e que podemos eliminá~los na próxima eleição.
      Agora o Estado do Tapajós será para sempre, será para o desenvolvimento da região.
      Teu papo está subestimando a inteligência do povo amazônico.

    3. Vergonha uma pessoa do corpo docente da universidade ser tão partidária e ter argumentos tão fracos como esses pra defender seu voto (que não irá usar diga-se de passagem), parece um dos dinossauros marxistas que ainda pensam que o que rege o mundo é uma megacorporação mundial a favor dos ricos e contra os pobres.

      Você tem todo o direito de discordar, e ao contrário do povo de Belém que depreda carro de quem é a favor e usa da xenofobia como arma de campanha, nós (ou a maioria) sabe ouvir muito bem, agora não insulte nossa inteligencia, mostre que nossos estudos e nossos motivos estão errados ou então admita ser tudo e contra todos mostrando a profundidade das tuas convicções.

      1. Pra seu governo, Kokada, eu sou apartidário. Ademais, é direito meu votar 55. Aliás, a vitória do 55 é uma questão numérica. A população da região metropolitana de Belém é maioria e vcs não terão 100% nem aqui, quanto mais em Marabá. E o mesmo raciocínio vale para lá em relaçao a aqui. Vai dar uns 75-80% pelo não em ambos os casos, pode me cobrar depois!

        1. Carioca em STM, vai procurar uma solução para tentar arrumar as favelas e combater o tráfico de drogas que os SEUS políticos se fazem de cego no estado.
          Volta para lá.
          Seja competente e volte para seu Estado. Somente os incompetentes saem da sua Região para uma região menos desenvolvida.
          No fundo, no fundo você não teve êxito nem brilhou na sua região e se mandou para a nossa região e agora quer dar pitaco.
          Você não queria está aqui nessa região.
          Não faz parte da sua cultura.
          Deixa a nossa região se desenvolver.
          Vai lutar contra o Estado da Guanabara.
          Vai pra praia, vai pro sal e vai curti tua onda.
          Como ainda existe “professor” que acha que políticos são eternos.
          Visão de cavalo paraguaio. Não pensa a longo prazo. Uma pena que nossas universidades aprovam ainda esse tipo gente.
          Sou carioca e pena que eu não vou votar nessa eleição.
          Mas, estou firme e convicto que será um mecanismo de oportunidade para desenvolvimento da região. Votaria sem medo no 77.
          Espero que ganhe. Estou confiante.

          1. Eu não tive competência, Carioca Original? Vc nem me conhece, como pode dizer isso??? Aliás, são vários docentes cariocas na UFOPA, todos eles competentíssimos e que conseguiriam emprego em qualquer instituição do sudeste. Você é que possui baixa auto-estima e complexo de inferioridade, pois pensa que apenas a escória do sudeste viria para cá. Ah, aprende a escrever, OK?

  • Caros,

    Moro, digo – Sofro, em Manaus… Mandei confeccionar algumas camisas e dei de presentes a alguns amigos e parentes aqui em Manaus, Belem e Rio, mas nao tenho maquina do poder para mandar confeccionar muitas, portanto, acho que estou fazendo a minha parte….. Espero que votem consciente no SIMMMMMM 77, no dia 11 de dezembro….

    Abracos Tapajonicos!

  • Prezadíssimo Olavo,

    Com todo o respeito, há mais de um mês declarei aqui mesmo neste Blog que não se sabia como contribuir para a campanha. Perguntei inclusive se havia dinheiro público disponível e como poderíamos doar.
    Disse mais: que eu gostaria de participar como contribuinte.
    Somente hoje, através do seu Post, já a beira do dia da votação é que chega a resposta.
    Mesmo não entendendo porque se demorou tanto a divulgar um númeor de c/c para contribuição, estaremos participando com alegria.
    Além disso, em todas as viagens que temos feito, falamos incansavelmente com moradores de Belém para votarem pelo SIM, e sempre percebemos em todos os interpelados uma mesma atitude: Votar no não pelo simples fato de serem ignorantes (no sentido de falta de conhecimento) das necessidades de nossa região e de toda a população do Oeste do Pará.
    Para minha surpresa, hoje ouvi de um Marabaense que votará pelo NÃO do Tapajós justificando com a pergunta: “Como essa região irá se sustentar?”
    Foi muitio duro ver que até mesmo o pessoal de Marabá, que está na luta pelo SIM para o Carajás, está sem informação suficiente que permita serem conscientizados da necessidade do SIM para o Tapajós. Uma pena!

    Abraço.

    J.C.

    1. Olavo das Neves (Empresário e Soldado da Frente Pró Estado do Tapajós) disse:

      Caro Junior Chaves seguramente este Marabaense citado é minoria, pois tenho acompanhado inclusive in loco (Marabá) a movimentação e o conceito é SIM + SIM.
      Quanto ao número da conta, infelizmente a demora na divulgação peloTSE das diretrizes desta campanha acabou atrapalhando o processo, até mesmo os bancos tinham duvidas de como proceder. Obrigado irmão por sua contribuição.

      1. Vamos lá!!!

        Podemos fazer muito ainda por nosso Estado do Tapajós!

        Conte sempre conosco.

        Forte abraço,

        J.C.

  • Caro olavo. diferentemente da nossa fonte de arrecadação que é o da solidariedade de poucos ou de alguns, nosso Sim ganhará se deus quiser. o que não dá realmente para engolir é saber que a fonte de arrecadação da campanha pelo não, vem da sangria dos cofres do estado, patrocinado pelo capo jatene e seus gangsters.

  • Caros Olavo Neves e Manuel Dutra, entendo que todos estamos remando no mesmo barco e o destino final sera nossa grande vitoria no dia 11 de dezembro. Penso, porem, que o momento e de unir forcas, sejam jornalistas, empresarios, advogados, medicos, enfim, a populacao em geral. Neste plebiscito nao ha um candidato, o que se esta em discursao e uma ideia, uma proposta de desenvolvimento de toda uma regiao, e ai, todos nos somos candidatos, todos somos responsaveis. Como bem colocou o Olavo, nao e possivel fazer campanha sem dinheiro, ate mesmo ” incluir o povo” envolve divulgavao, midia, e isso tambem custa caro. Penso que o apelo e no sentido de que o envolvimento deve ser de cada um, nao e preciso convite, todos estao ou devem estar comprometidos, principalmente na questao financeira, contribuindo para a criacao desse Estado. De outra forma, como fazer a campanha chegar em Belem, Ilha do marajo e todos os demais municipios que compoem o novo Para?

    1. Olavo das Neves (Empresário e Soldado da Frente Pró Estado do Tapajós) disse:

      Nosso Presidente da ACES Alberto tem sido outro abnegado que tem deixado seus negócios para juntar forças com outros irmãos nesta jornada. Firme contribuindo com este sonho. Estamos juntos!

  • Caro Dutra,

    De fato não tenho todo este tempo de contribuição que o amigo possui em favor do Tapajós e que muito nos orgulha, mas ao longo de alguns anos, desde que aqui cheguei e percebi o abandono, tenho procurado contribuir, onde ao longo de toda minha trajetória à frente de dois mandatos na Associação Comercial e mesmo fora dela não deixo de contribuir.
    Tudo isso é muito importante, mas creio que não nos isenta de ter que contribuir financeiramente neste momento, lógicamente que dentro das possibilidades de cada um, mas como disse, que não seja contribuição de quermesse, e mesmo reconhecendo todo seu esforço temos que lembrar que somos nós quem temos a missão de mudar a história e sem dinheiro vamos ficar apenas com nossos belos discursos. Por tudo isso esperamos contar com sua contribuição também, pois a minha já está assegurada. Forte abraço!

    1. Caro Olavo, a macumba não resolverá o problema .
      É preciso um milagre para conseguir mais de 1 milhão e 300 mil de votos somente na região do Novo Pará.
      Repito, mesmo que consiga 100% dos votos dos eleitores do Tapajós e Carajás, vai precisar
      mais de 1 milhão e 300 mil votos na região de Belém.

  • Caro Olavo das Neves, aprecio a sua preocupação e o desejo de que todos participem de algo que ultrapassa questões momentâneas e partidárias, pois se trata de uma tentativa de construir um futuro diferente, melhor para todos, sejamos deste ou daquele partido.

    Minha contribuição eu a dou há mais de 30 anos, pelo trabalho jornalístico e como pesquisador da história de nossa região, especialmente a história dessa bi-secular aspiração por autonomia. Quando eu faço alusão à espera dos “macumbeiros” o que pretendo é provocar os que querem receber um Estado pronto e acabado, produto do trabalho de poucos.

    O que falta, neste momento, é incluir o povo, incluir os eleitores maciçamente numa campanha ampla, eficaz e alegre, mas ao mesmo tempo séria, com pessoas conscientes de que o momento é grave. É preciso movimentar os diversos municípios e chamar todas as pessoas desejosas de entrar nesse barco que não pode ficar parado no porto, ou encalhado, sob pena de ir ao fundo.

    A despeito do emprego de palavras distintas e de contribuições diferenciadas, creio que ambos falamos da mesma coisa com linguagens diferentes. Um abraço, Manuel Dutra

    1. Parabéns professor Dutra, pela sua concepção da necessidade de luta de todo o povo do oeste do Pará na construção do novo Estado. Em outras palavras, melhorias em sentido amplo para toda a população sofrida e abandonada. Talvez, esse povo que sofre o abandono na pele, esteja desestimulado e descrente dos “macumbeiros” de plantão, que querem o novo Estado, sem fazer nenhum esforço, aguardando apenas as benesses.

      1. Achei a colocação do Olavo infeliz.
        Ele e outros foram colocados para coordenar o comite desde o inicio da decidão de ter o plebiscito, não tiveram competência de fazer uma campanha de arrecadação financeira, agora quer arrumar um boi de piranha.
        Olavo, se você faz a sua parte, ótimo, mas não precisa ser mal educado com as pessoas como você está sendo com o professor Dutra. Que tem razão sim, voces estão crendo em “macumbeiro” achando que da noite pro dia vai se ter uma mágica.
        Culpar as pessoas por não estarem fazendo sua parte é um discurso muito arrogante e e de quem está querendo encobrir a verdadeira essência do problema. É querer encobrir um erro de gestão que voces mesmos ai do comite tiveram e estão tendo. Seja humilde assuma suas debilidades em coordenar as estratégias da frente e os resuldos aparecerão.
        Outra coisa se estão deixando empresa pra estarem coordenando ai, parabéns, mas ninguém te pediu e nem estão de obrigando a isso. Você e ou outros albertos dai estão fazendo voluntariamente, então não precisa alardar tal fato, SIMPLESMENTE FAÇA SUA PARTE SEM AGREDIR OS OUTROS.

    2. Prof. Manuel Dutra, dou todo apoio a sua opinião relatada. O risco é iminente se não decolarmos a campanha, principalmente na região de Belém que tem mais que o dobro dos votos, para ser exato, mais de 1 milhão e 300 mil votos a mais que Tapajós e Carajás.
      É hora de se levar a sério a campanha, não podemos contar com milagre,

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