Vagas para estacionar e o fim do paraíso

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Da leitora Mirika Bemerguy, sobre o post Estacionamento no centro: sugestão do leitor:

Na verdade nós, santarenos, sempre estivemos acostumados com grandes espaços, sem trânsito, sem engarrafamento, tudo muito… Em 5 minutos saímos de casa, chegamos ao trabalho. Se vamos a praia, em poucos minutos estamos lá, sem problemas de vagas ou engarrafamentos.

Hoje sentimos, principalmente no centro, o espaço já pequeno pra quantidade de carros que circulam e assim vai ficando cada dia pior, pois o crescimento e desenvolvimento de uma cidade trazem esses grandes desconfortos.

Nós que vivemos aqui neste paraíso vamos sentir muito essas mudanças e problemas que o progresso gera.


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6 Responses to Vagas para estacionar e o fim do paraíso

  • Dudu, falar é fácil mesmo e quem deveria fazer, tem que fazer e pronto. Esse débito não é do Helvecio.
    Cobre essa fala fácil de quem argumenta para ganhar voto.

    Esse romantismo sobre Santarem não tenho mais. Temos que parar de pousar os nossos só e somente no Tapajós sujo de merda da frente da cudade.

    Entendo o que dizes, mas a tua repressão é descabida agora. A situação de Santarém está revoltante.

  • Falar o que tem que ser feito todo mundo sabe, quero ver é fazer o que tem que ser feito. Ficar dando soluções como se fosse dono da verdade de longe é muito fácil. Comece a fazer a sua parte, por pequena que seja, começe a fazer. O tempo nao volta.
    Quem vive de conversa é advogado e politico, ou advogado que quer ser político.

    1. Dudu Dourado, nunca quis ser o dono da verdade. Essa colocação é sua. Sou advoado sim, mas nunca quis ser político. Como não moro em Santarém, só me resta apontar e denunciar.Se lhe desagrado, paciência. No mais, lamento que seu Blog não mais faça parte do rol de blogs listados pelo Blog do Jeso. Perdi uma leitura que no mais das vezes apreciava. Com o respeito de sempre,

      1. EU SINCERAMENTE NEM SABIA QUE VOCÊ É ADVOGADO HELVÉCIO, FALEI NUMA MANEIRA GENERALIZADA. QUANTO FALAR DE LONGE, CONTINUO COM A MESMA OPINIÃO, NÃO LEVE PARA O LADO PESSOAL, FALO DE TODOS QUE DE LONGE OPINAM. VOCÊ É IGUAL A TODO SER HUMANO. E COMO TODO SER HUMANO TEM LÁ “SUAS” VERDADES.
        CONCORDO COM TUDO QUE FALASTES MAS NÃO GOSTO, POIS REPETE O QUE TODOS FALAM, DIGA ALGO NOVO E TENHA UM FELIZ NATAL E 2013 “DUCA”.

  • Corrigindo, no meu comentário, na quinta linha contando do final para o início, ao invés de “comprem”, por favor, entendam “abracem”. Grato,

  • Queridíssima Irmã Mirika, precisamos cair na real, urgentemente, se quisermos ter qualidade de vida. Desculpe-me, Santarém não pode mais ser apreciada sob a ótica desse romantismo.

    É preciso compreender que há muito Santarém deixou de ser um paraíso. Paraíso era quando o “poeta saia com guarda chuva debaixo do braço rumo à casa do maestro Isoca”. Paraíso era quando o “Seu” Macambira pegava peixes purrudos no igarapé do Padre ou quano “Seu” Pepeu pescava avium em frente à Usina, quase em frente à sua casa ou quando o meu amigo Zé Ronaldo pescava charutos de enterra em frente à Prefeitura ou quando o Panga não lamentava a ausência das borboletas e esse tempo há muito já se foi.

    Hoje Santarém convive com os males e probelmas das grandes e nossas autoridades e o povo estão esperando soluções cairem do céu porque acreditam que é um “paraíso” e o divino oeprará sem que façamos nada, só por merecimento. Hoje não há praias onde em “pocuos minutos estamos lá”. A praia mais perto é o Pajuçara e, de carro, para chegar na barraca do Mundico, se gasta pelo menos 30 minutos entre trânsito louco e poeira.

    Também há poucos dias ladrões estouraram o caixa eletrônico de dentro de um estabelecimento acadêmico. As gangs estão aí, o tráfico de drogas também e os crimes de moto já são uma constante. Lixo, esgoto a céu aberto, abastecimento de água, falta de energia, calçadas irregulares, mercadoria nestas, falta de arborização, calor infernal, etc etc etc.

    Onde está o paraíso? Santarém precisa urgentemente de adminstradores que “cuidem” dela e não somente joguem pra platéia de olho no próximo pleito e nos cobiçados votos. Santaré precisa que as entidades de classe comandem um grito de amor pela cidade e “comprem” causas que a levem a conviver com o progresso, adequando formas para que este venha em favor da qualidade de vida. Desculpe-me, não quis ofendê-la só exponho o que penso pois sou o mais carioca dos santarenos e gostaria muito de ter assinado os versos do nosso querido Poeta: “Não permito senhores que ninguém/ Goste mais do que eu de Santarém”.TAPAJOARAMENTE AZUL,

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