Contraponto da leitora que se assina Márcia Carvalho ao artigo Terruá e o cachê do Tapajós, da lavra de Nelson Vinencci:
Lamentável que algumas pessoas queiram colocar o Terruá Pará no meio da polêmica sobre a divisão do Estado. O show reúne 45 artistas de várias vertentes musicais e mostra o quanto a cultura paraense é rica. Só não vê quem não quer.
Para quem não lembra, o Terruá surgiu em 2006, muito antes da discussão sobre divisão do Estado. Mas o PT não deu continuidade. E agora que está sendo retomado, arranca elogios de gente como Nelson Motta, uma das maiores autoridades musicais do Brasil. Ele estava na plateia do show em SP e amou nossa incrível mistura de ritmos. A ponto de eleger a cena musical paraense como a mais interessante do Brasil na atualidade, em entrevista à revista Isto É Gente.
Outros veículos nacionais, como Folha de SP, Bravo! e Trip também elogiaram os artistas paraenses, que estão conquistando o público em shows e festivais pelo Brasil afora.
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Reduzir a grandeza dessa música à mera estratégia pelo “sim” ou pelo “não” à divisão do Pará (que tem muito mais interesses em jogo do que supõe nossa vã filosofia) é chamar a cultura paraense de medíocre, e isso ela não é, tenho certeza.
capotal é capital e colônia é colônia… sorry periferia mocoronga!!!!!!
Passei aqui rapidinho só para dividir com vcs uma notícia. O Terruá Pará acaba de ser indicado ao Prêmio Bravo!, um dos mais importantes da cultura brasileira. O show é considerado, nas palavras dos curadores do prêmio, “a maior amostra da importante cena musical do estado nortista”. Confiram no link: https://bravonline.abril.com.br/premio-bravo/2011/melhor-show#premio
Sra. Márcia, a notícia é ótima e mostra com este estado é culturalmente rico! O Terruá foi indicado ao Prêmio só com a amostra da cultura de uma pequena parte do estado. Então imagine as indicações que teria se fosse do estado todo, enquanto existe? Veja também o quanto o Sul/Sudeste desconhece o Brasil. Os “curadores” (o título não lhes dá certificado de cultura) acham que o Pará é Belém e o entorno, razão de dizerem que é “a maior amostra da importante cena musical do estado nortista”. É normal essa “batatada”, vez que os brasileiros preferem conhecer Miami e não o que de melhor e mais bonito existe em no país, onde está inserido o Oeste do Pará (q. A ppropósito, a senhora conhece o que do Oeste do Pará?
Concordo com o sr.Tiberio Alloggio. …” Muito representativo da “cultura” da grande Belem e quase nada do Pará afora”… Sempre foi assim em todos os setores nese Estado. Só um jumento pra não reconhecer a riquíssima cultura de Santarém. E não é só na música não. Como pode uma pessoa que mora na capital de um estado não conhecer o seu interior, ao menos as cidades pólos do interior do estado? Só mesmo o Pará. Ou por ser muito grande, como o é, ou por falta de conhecimento mesmo e ignorancia (porque ignora-se a ter conhecimento). Na cultura somos tratados assim, no futebol eles acham que é só eles e pronto, e que eu acho que deveria ser chamado de campeonato belenense, mas colocam o nome de parazão que sinceramente tá mais pra parazinho. De alguns anos pra cá contra todos e tudo de lá conseguiu-se colocar marabá, santarém, castanhal, cametá e tucuruí, e mesmo assim não são bem vindos lá. Agora, se eu não gosto de uma pessoa, se eu a ignoro, não a valorizo, falo mal dela, não faço questão nenhuma de conhecê-la melhor mesmo estando morando junto com ela, muito pelo contrário, eu a desprezo. Por que eu iria insistir e forçar essa pessoa a ficar do meu lado? E ainda me dou o direito de ficar bravo e raivoso pelo fato dela querer ir embora e não ficar mais comigo? Só se eu fosse louco, um doente possessivo, ou então interesseiro se ela fosse rica, e eu malandramente não confiasse na força do meu trabalho. E isso tudo é fato. Não é choradeira não pois é assim que alguns belenenses se defendem, principalmente os filinhos de papai que nunca pisaram por essas bandas, nunca comeram poeira na transamazônica, nunca enpurraram õnibus ou carro no meio da lama na estrada como eu tive que fazer várias vezes. Muito pelo contrário, esses mauricinhos vão passar férias pra europa, disney e tudo mais. Conhecem mais sobre os países dos outros do que o seu próprio, quanto mais o estado em que mora, e abre a boca pra dizer que é contra uma coisa que nem conhece ou que falaram pra ele sem conhecimento de nada.
Olha, tadinha… ela acha que a divisão do Pará está em questão após 2006. Estude um pouco sobre a História do Pará, pra descobrir quando começou essa luta dos pararenses moradores do interior do pará e que sofrem com a distância da capital, sem infra-estrutura, sem educação de qualidade, sem segurança, sem empregos. Grande parte, diria em torno de 70%, de verba destinada ao estado fica na capital. E isso não é de hoje. A insatisfação dos moradores do interior do estado é, seguramente, antes do seu nascimento.
E quanto ao Terruá Pará… Sem comentários. A MAIORIA dos artistas que se apresentaram são da Grande Belém. Capital e cidades vizinhas. E a verba investida nesse evento? Você tá de brincadeira, né? Nada disso representa o PARÁ que eles querem que seja inteiro. Representa, sim a soberania deles sobre nós. A cultura que eles querem mostrar é a cultura da capital… E os botos do Sairé? E as tribos de Juruti? Não. Não era a representação da Cultura do Pará…
MEDÍOCRES SÃO OS POLÍTICOS PARAENSES, ESPECIALMENTE AQUELES QUE EM ÉPOCA DE ELEIÇÕES SABEM PEDIR VOTOS NAS REGIÕES DO TAPAJÓS E DO CARAJÁS E AGORA SÃO CONTRÁRIOS AO SONHO DE LIBERDADE DA POPULAÇÃO QUE MORA NESSAS DUAS REGIÕES. NÃO A ESSES DILAPIDADORES E SIM, SIM, SIM, SIM, SIM, SIM, SIM SIM, 77, 77, 77, 77, 77, 77 AOS ESTADOS DO TAPAJÓS E CARAJÁS.
ISSO é um absurdo! Os tapajoaras,carajaenses e amazonenses vao se unir contra o parazinho que sempre explorou a todos nos! RUMO Á VITÓRIA E espero que Belém fique bem pobre e sofra o mesmo que sofremos nesses séculos! A maioria da populaçao concorda comigo!
SIM AO TAPAJOS! NAO AO PARÁ E A RIDICULA BELÉM DE UM POVO SOBERBO!
A cultura do Pará é medíocre sim Dona Márcia Carvalho, é medíocre quando se rende para Governos medíocres, um evento dessa proporção tem que estar nas mãos da iniciativa privada e não do Secretário de Comunicação do Governo Jatene. É tão medíocre que o Secretário de Cultura do Estado nem participa da organização do evento e sim o Secretário de Comunicação, veja só quanta mediocridade. Depois a Senhora que deve ser amiga do Ney Messias, pergunte para ele: por que ele quis maquiar o cachê do Sebastião Tapajós? Por que o ato de esconder o verdadeiro cachê é medíocre.
Mediocre é voce J-junior com esse comentário mediocre, mas a sua mediocridade é proveniente da falta de inteligencia e falta do que fazer.
Lamentável que nada.
Já havia assistido a essa caravana uns anos atrás.
O problema não é a cultura paraense ser medíocre. É um espetáculo como esse, caríssimo e extremamente “quantitativo” que demonstra mediocridade.
Muito representativo da “cultura” da grande Belem e quase nada do Pará afora.
Não sei se essa caravana disfarça uma campanha oculta para a manutenção do Grão Pará, mas não ha duvida nenhuma que esse circo, manifesta mais uma vez, a “megalomania” fanfarrona dos governo tucanos do Grão Pará.
Mas fazer o que ? Afinal o dinheiro é público e são eles que estão com a mão na massa
Tiberio Alloggio