Hoje (20), no campus da UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará) haverá protesto acadêmico contra a construção de hidrelétricas nos rios Xingu e Tapajós.

O ato começa às 18h30.

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7 Comentários em: Não a hidrelétricas

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  • João disse:

    Jeso,

    Falando em manifestos na UFOPA, vc tá sabendo da cerimônia de recepção aos novos professores contratados na UFOPA? Acontecerá no dia 30/04 e estarão presentes o reitor e pessoas ligadas ao MEC. Essa será uma excelente oportunidade para os alunos se manisfestaram contra a situação do acesso ao Campus II da UFOPA e contra precárias condições do próprio campus.

  • SSSilva disse:

    Muito bem João!!!! Certíssimo.

    Mas bater panela … carregar faixas e bandeiras é bem mais fácil que dissecar a sua nota e torná-la questionamento na sala.

    Isso que é triste!

  • João disse:

    Esses jovens vão se arrepender deste ato, quando chegarem ao mercado de trabalho, vão descobrir que estão servindo apenas como massa de manobra, bucha de canhão, pião neste xadrez, em vez de protestar contra a usina, deviam se manifestar contra a relação comercial e tributaria hoj vigente acerca da geração e transmissão de energia, isso sim que é lesivo, um assalto ao povo do Pará,
    A bandeira tem que ser: Os beneficios em impostos gerados em todos os estados que receberão a energia 80% deveria ser d estado gerador da energia.
    ai sim, o povo do Pará (Indio caboclos, ribeirinhos etc deveriam ser contemplados com projetos de desenvolvimento)
    Protestar por protestar é burrice

    1. Gil Serique disse:

      Tá bom Joao, fica pensando no mercado de trabalho e a gente pensa na natureza e nos povos que dela e nela vivem.

      1. João disse:

        Gil, eu vivo no meio da floresta, ou melhor no que sobrou dela porque meus vizinhos sojeiros e arrozeiros ja desmataram tudo ao redor. e trabalho na cidade, falar de floresta e mante-la em pé pra gringo ver é uma coisa, dai fazer a escolha por ela e viver na selva é outra coisa,
        este é ogrande problema dos manifestantes eles só PENSAM a natureza, e não propoem nada de novo.
        Gil é possivel produzir sem devastar, mas é necessário tecnologia, energia, ter alta produtividade em pequenas areas, rodovias para baratear o transporte e diminuir as perdas, por ai vai…
        Todo grande projeto é inevitavel o impacto ambiental, mas a reciprocidade do projeto com a natureza e o povo que aqui vive deve ser na mesma dimensão de seu impacto, ai sim cabe uma grande luta para que os dividendos tambem sejam socializados.

        1. Gil Serique disse:

          joao, joao…acorda.

  • Laurimarcio Figueira disse:

    Xingu e Tapajós